O uso do Flash na Fotografia. Quando usar?





Usar o flash é muito interessante. Use-o fazendo com que a luz pareça natural. O flash é bastante potente, rápido e muito simples de usar. Nos dá a certeza de bons resultados, tanto durante o dia como à noite e, utilizado corretamente, faz milagres. Portanto, use-o.

Usando o filme correto – O uso moderno do flash (em condições pobres de luz) é indicado para uso com filmes de maior sensibilidade, como ASA 400, pois o de ASA 100 tem pouca sensibilidade para se trabalhar com flash rebatido e captar luz ambiente.

É super importante que o equipamento seja apropriado para a sua câmera. Automático, com sensor externo para máquinas mecânicas ou semi-automáticas e tipo dedicado para câmeras eletrônicas. Esses emitem luz na quantidade certa para iluminar o assunto (dentro do seu limite) e de acordo com a abertura ajustada (do flash ou máquina ). Obs.: flashes manuais compactos não são recomendados para as câmeras eletrônicas e as autofocus, pois ocorre o risco de danificarem o circuito eletrônico da câmera.

Flash Rebatido – Todas as unidades modernas de flash têm uma cabeça inclinável ou giratória que permite que a luz seja rebatida no teto ou em uma parede branca próxima, mas, na falta, a solução é usar um cartão branco preso com elástico ao refletor do flash, usado pela grande maioria dos fotógrafos.

Este rebatedor produz uma luz suave, e sem sombras acentuadas, resultando num efeito semelhante à luz natural. Mas é bom ter cuidado ao jogar a luz para fundos coloridos, mesmo com cor suave, o assunto poderá ser invadido pelo tom predominante. Este efeito muitas vezes ajuda a esquentar as cores ou deixar a foto mais criativa.

Sistema TTL, flash rear e flash de preenchimento

Sistema TTL – A leitura TTL se concentra exatamente ao enquadramento que o fotógrafo vê. Assim, o flash emite luz na intensidade exata que a cena pede, tanto mais forte quanto mais distante estiver o motivo. Este sistema é bem útil no uso de teleobjetivas, que aproximam cenas distantes. O que acontece é que a leitura focada descarta o primeiro plano e o flash emite luz forte para iluminar o fundo.

Flash Rear – A maior parte dos flashes aciona a luz no momento em que o botão de disparo é apertado. Em fotos de movimento, o flash ajuda a congelar o motivo. Já com exposições mais longas, a emissão da luz congela o motivo, mas o movimento continua a ser registrado pela iluminação ambiente. A foto fica borrada na frente ou sobre o assunto, que dá a impressão de estar na direção contrária.

Os modelos mais novos de flash possuem um recurso chamado Rear para corrigir esse problema. Regulando seu flash em modo Rear, a luz é emitida no final da exposição e não no início, como é comum. O caminho que o Flash Rear produz, pode causar um efeito de velocidade em imagens esportivas ou de veículos em movimento.

Flash de Preenchimento, quando usar – O flash também é uma ferramenta importante nos dias ensolarados. O que pode acontecer nesses dias de sol forte, é o motivo a ser fotografado estar na sombra ou em contra-luz e são nessas situações que o uso do flash é bastante útil. É simples. Para iluminar as áreas sombreadas, dando um efeito natural, é bom usar o flash em potência baixa e com 1 ou 2 pontos a menos.

Em dias nublados o uso do flash dá maior saturação às cores, valorizando mais a cena. Nas câmeras eletrônicas, basta colocar a máquina no modo automático total “P”, assim a luz natural e a luz do flash são equilibradas sem superexpor o filme.

Flash automático e Sincronismo

Flash Automático – Regule o diafragma da objetiva na mesma abertura pré-ajustada no flash. Na maioria dos flashes compactos, com filme ASA 100, a seleção pelo diafragma mais fechado, como o f.8, é indicada para distâncias menores, até 3 metros.

Para distâncias até nove metros, a abertura f.4. É mais usada a abertura maior para todas as distâncias, porque reduz o tempo entre os disparos, o que evita a descarga rápida das pilhas ou bateria e ainda tem a vantagem de captar luz ambiente. O flash automático dispõe de uma luz piloto na parte de trás, serve também para controlar a exposição, quando se rebate a luz. Esta luz fica acesa por alguns segundos se a exposição for correta.

Sincronismo – Seria o ato de disparar o flash enquanto o obturador da câmera está aberto por completo. Para garantir a sincronização correta, se estabelece uma conexão elétrica entre a câmera e o flash. Isso se faz com um cabo externo e por meio da sapata do flash.

A câmera tem um comunicador elétrico que aciona o flash no momento certo. Mas existem outras posições de sincronismo, a mais comum é a “X”, usada em flashes eletrônicos (em algumas câmeras é um símbolo em forma de relâmpago). Quando se trabalha com este tipo de sincronismo, a câmera espera que o obturador abra completamente e logo depois dispara o flash.

Já no sincronismo “M”, o flash dispara antes que o obturador se abra. Os modelos mais modernos de flash tem circuitos eletrônicos internos que detectam o tipo de flash e ajusta automaticamente o modo de sincronização.

Fonte de Pesquisa e sugestão de leitura: Manual Completo de Fotografia, Ed. Celeste; Revista Fotografe Melhor, Ed. Europa;Guia Completo de Fotografia, Ed. Martins Fontes.

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Mauricio Oliveira: Maurício Oliveira é social media expert, consultor e influenciador de turismo e empreendedor. CEO do portal Trilhas e Aventuras, também conta suas experiências de viagens pessoais no blog Viagens Possíveis. Especialista em Expedições na Rota das Emoções e Lençóis Maranhenses. Ama o que faz no seu trabalho e nas horas vagas também gosta de viajar. Siga no Instagram, curta no Facebook, assista no Youtube.