<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Turismo GLS &#187; Argentina</title>
	<atom:link href="http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/tag/argentina/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls</link>
	<description>Roteiros de Viagem para o Público GLS</description>
	<lastBuildDate>Wed, 03 Nov 2010 03:38:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2.1</generator>
		<item>
		<title>Ushuaia, explorando a cidade do fim do mundo</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2008/09/ushuaia-explorando-a-cidade-do-fim-do-mundo/</link>
		<comments>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2008/09/ushuaia-explorando-a-cidade-do-fim-do-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 14:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiros Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Ushuaia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://turismogls.wordpress.com/?p=5</guid>
		<description><![CDATA[A capital da Terra do Fogo, na Argentina: destino para explorar a natureza, esquiar e curtir badalados resorts, cassinos, lojas e museus Ushuaia é um município argentino de nome curioso e apelidos mais pitorescos ainda. A começar pela região da qual é capital, chamada Terra do Fogo, passando pela alcunha de “cidade mais austral do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext" style="display:block;">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080724114617-ushuaia-abre2.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>A capital da Terra do Fogo, na Argentina: destino para explorar a natureza, esquiar e curtir badalados resorts, cassinos, lojas e museus</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span style="display:block;"><strong><br />
</strong>Ushuaia é um município argentino de nome curioso e apelidos mais pitorescos ainda. A começar pela região da qual é capital, chamada Terra do Fogo, passando pela alcunha de “cidade mais austral do mundo” e, mais diretamente, “cidade do fim do mundo”. Nomes sugestivos para um lugar de paisagens realmente peculiares e inspiradoras. Em tradução livre do yámana, língua dos habitantes nativos, Ushuaia significa “baía que mira o poente”. Possivelmente, refere-se à baía Lapataia, que fica de frente para o Canal de Beagle e representa o limite do território, ao sul. Ao norte, a fronteira é o Estreito de Magalhães. Entre uma ponta e outra, montanhas, glaciares, bosques, vales, lagos e, é claro, o mar. Atrativos que fazem da região um lugar perfeito para os turistas que, munidos de câmera fotográfica e disposição para a caminhada, gostam de explorar a natureza.</span></p>
<p><span id="more-5"></span></p>
<p><strong><span style="font-size:xx-small;"> </span></strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="568">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123741-ushuaia-1-1.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123719-ushuaia-1-2.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123704-ushuaia-1-3.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123647-ushuaia-2-1.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123605-ushuaia-2-2.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123547-ushuaia-2-3.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123530-ushuaia-3-1.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123513-ushuaia-3-2.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123455-ushuaia-3-3.jpg" alt="" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nesse cenário que poucas pessoas conhecem, os viajantes são transportados no tempo e se sentem como se pertencessem à outra época e estivessem entre os primeiros a pisar ali. Para as pessoas que não têm tanto o perfil explorador, Ushuaia é também uma gostosa cidadezinha à beira-mar, com uma excelente infra-estrutura turística. Hotéis, resorts, cassinos, lojas, museus e restaurantes garantem uma estadia agitada, cheia de coisas para se fazer – só descansa quem quiser! A gastronomia regional oferece principalmente cordeiro e frutos do mar em geral, entre os quais se destaca o caranguejo gigante, chamado de centolla. Também conta pontos a hospitalidade da população local, sempre disposta a agradar os visitantes.</p>
<table style="height: 559px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="256" align="left">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#95b5df">
<p style="margin:20px;"><span style="color:#ff6600;"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722141036-ushuaia-pordosol.jpg" alt="" width="220" height="147" /></strong></span></p>
<p><strong></strong><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="color:#ffffff;"><em><span style="font-size:x-small;">O COMEÇO DO FIM DO MUNDO<br />
</span><br />
</em></span></strong></span><span style="color:#000000;"><em>O primeiro homem branco a pisar na região foi o espanhol Fernão de Magalhães, em uma expedição pelo sul da América, em 1520. Da caravela em que estava, o explorador via muitas fogueiras em terra – usadas pelos nativos para aplacar o frio –, e decidiu batizar aquele território de Terra do Fogo. Acabou também dando seu nome ao pequeno braço de mar que separa a ilha do continente, o Estreito de Magalhães.</em></span></p>
<p><em>Séculos mais tarde, outra expedição à região entraria para a história. Em 1831, o navio inglês HMS Beagle levou à região um jovem então pouco conhecido, um naturalista de apenas 22 anos. O jovem era o pesquisador Charles Darwin que, com base em muitas das observações que fez na Terra do Fogo, escreveu A Origem das Espécies, um dos mais completos tratados científicos da humanidade.</em></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os passeios por bosques e lagos, as caminhadas pelas montanhas, a incursão pelo Parque Nacional da Terra do Fogo, as cavalgadas e a observação de aves e leões marinhos sempre estiveram no cardápio das atrações de verão da Patagônia. Mas foi a partir da inauguração da estação de esqui de Cerro Castor, em 1999, que Ushuaia estreou com maestria como destino de inverno.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Cerro Castor</span></strong> &#8211; Quando se pensa em Ushuaia – a cidade mais austral do mundo, última parada antes da Antártida –, imagina-se logo que o clima deve ser insuportavelmente frio, com temperaturas registrando muitos graus abaixo de zero. Um brasileiro é capaz de tremer só de pensar em estar cercado daquelas geleiras imensas. Mas, felizmente, não é nada disso. O termômetro varia entre 5°C positivos e 5°C negativos, em média. O fato de estar cercada de montanhas também ajuda, porque assim a região fica livre dos ventos. Essa pequena amplitude térmica acaba favorecendo um item de fundamental importância no sucesso da estação de esqui: a qualidade da neve.</p>
<p>São 24 pistas com queda orientada para o sul, distribuídas em 600 hectares, e com 800 metros de desnível. A maioria delas segue as especificações da Federação Internacional de Esqui e recebe atletas de inverno de diversos países, que vêm treinar na América do Sul quando é verão na Europa.</p>
<p>Mas não são só os profissionais que têm vez em Ushuaia. Se você nunca esquiou, pode ir se preparando para dar os primeiros passos calçados com um par de esquis. O Cerro Castor tem pistas de vários níveis de dificuldade, incluindo o de iniciantes, e oferece ainda uma excelente escola de esqui e snowboard, com aulas coletivas e particulares.</p>
<p>Para incentivar ainda mais os esquiadores de primeira viagem, os meios de elevação até o topo da montanha são de última geração: teleféricos grandes, fechados e para várias pessoas, transportes considerados o que há de mais seguro e moderno nessa área. Dentro da estação de esqui há ainda caminhadas pelos bosques, para as quais se usa nos pés uma espécie de raquetes próprias para neves, passeios de trenó puxados por cães e aluguel de snowmobile. E a infra-estrutura do centro de esqui oferece também quatro restaurantes para quando bater a fome, ou para dar uma descansadinha entre uma descida e outra.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#95b5df">
<p style="margin:20px;" align="left"><span style="color:#ff6600;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#ffffff;"><strong><span style="font-size:x-small;">TOP 5: PROGRAMAS IMPERDÍVEIS EM USHUAIA<br />
</span><br />
</strong><span style="font-size:xx-small;color:#000000;"> Foto: Facundo Santana Instituto Fueguino de Turismo </span><br />
<span style="color:#000000;"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080724124519-ushuaia-parque2.jpg" alt="" hspace="5" width="235" height="150" align="left" /></span></span></span></span></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">Parque Nacional da Terra do Fogo<br />
</span></strong>Lagos, rios, trilhas, bosques, montanhas, a Baía de Lapataia, leões marinhos, castores, condores e outros pássaros. Tudo isso pode ser visto nos 63 mil hectares do Parque Nacional da Terra do Fogo.</p>
<p style="margin:20px;" align="right"><span style="font-size:xx-small;">Foto: www.cerrocastor.com<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722154103-ushuaia-cerro.jpg" alt="" hspace="5" align="right" /></span></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">Cerro Castor</span></strong><br />
Diversos motivos fazem desta estação de esqui argentina uma das melhores do continente: quantidade e qualidade de neve e de pistas, infra-estrutura de equipamentos, hoteleira e gastronômica, excelentes e, é claro, a exclusividade de se estar no fim do mundo.</p>
<p style="margin:20px;" align="left"><span style="font-size:xx-small;"> Foto: Facundo Santana Instituto Fueguino de Turismo </span><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080724124554-ushuaia-trem2.jpg" alt="" hspace="5" width="235" height="150" align="left" /></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">Trem do Fim do Mundo</span></strong><br />
Réplica perfeita do trem que levava os presos da cadeia até o Parque Nacional para buscar lenha. Pelo caminho, belas paisagens de vales e montanhas.</p>
<p style="margin:20px;" align="right"><span style="font-size:xx-small;">Foto: </span><span style="font-size:xx-small;">www.interpatagonia.com </span><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722153957-ushuaia-museu.jpg" alt="" hspace="5" align="right" /><br />
<strong><span style="color:#ffffff;">Museu do Fim do Mundo e Museu Marítimo</span></strong><br />
Visitar o Museu do Fim do Mundo é fundamental para quem quer saber mais sobre a Terra do Fogo e sobre a cultura dos índios nativos que ali viviam. Já o Museu Marítimo funciona no prédio que abrigava o antigo presídio da região, que teve grande importância na história local. Depois que deixou de ser presídio, o prédio serviu à Marinha Nacional até virar o museu que é hoje.</p>
<p style="margin:20px;" align="left"><span style="font-size:xx-small;"> Foto: www.cerrocastor.com</span><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080724124536-ushuaia-beagle2.jpg" alt="" hspace="5" width="235" height="150" align="left" /></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">Canal de Beagle</span></strong><br />
Desse porto, que é o fim do fim do mundo, partem diversos passeios de barco, um mais interessante que o outro. É também onde os navios a caminho da Antártida param para abastecer.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2008/09/ushuaia-explorando-a-cidade-do-fim-do-mundo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Bariloche a mil graus!</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2007/07/bariloche-a-mil-graus/</link>
		<comments>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2007/07/bariloche-a-mil-graus/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 05 Jul 2007 16:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiros Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Bariloche]]></category>
		<category><![CDATA[Patagônia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://turismogls.wordpress.com/?p=52</guid>
		<description><![CDATA[A cidade argentina &#8211; uma das principais portas de entrada para a Patagônia &#8211; tem um complexo de boas montanhas para esquiar e charme em seus passeios Talvez não seja tão difícil assim encontrar um lugar que combine cenário romântico, grande dose de adrenalina e vida noturna agitada, além de boa comida e boa bebida. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20070705151136-bariloche_img-prin.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>A cidade argentina &#8211; uma das principais portas de entrada para a Patagônia &#8211; tem um complexo de boas montanhas para esquiar e charme em seus passeios</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span><br />
Talvez não seja tão difícil assim encontrar um lugar que combine cenário romântico, grande dose de adrenalina e vida noturna agitada, além de boa comida e boa bebida. <strong>San Carlos de Bariloche</strong> – ou simplesmente <strong>Bariloche</strong> –, na <strong>Patagônia</strong>, concentra tudo isso e, de quebra, ainda oferece uma paisagem cheia de belos “chicos argentinos”.</span></p>
<p><span id="more-52"></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="20"></td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070705160335-bariloche_img-7.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Passeio de catamarã no<br />
lago Nahuel Huapi</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong> </strong></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<p align="center"><strong><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070705163326-bariloche_img-3.jpg" alt="" /></strong></strong><br />
<span style="color:#000000;">Além dos esportes de neve, alguns lagos oferecem caiaques</span></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<p align="center"><strong><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070705163509-bariloche_img-2.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong></strong><br />
<span style="color:#000000;">Teleférico que leva à estação<br />
Cerro Catedral </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Por ser tão rica e variada, a cidade é imperdível tanto para quem vai com o namorado quanto para quem vai com os amigos. E como se tudo isso não bastasse, entre junho e agosto práticos vôos charter partem de São Paulo e vão direto a Bariloche. Mas a temporada de esqui dura um pouquinho mais e vai até o início de outubro. A cidade é um paraíso para o esqui e o snowboard, mas não deixa na mão aqueles que não querem nada com os esportes de inverno. Por exemplo, um dos passeios clássicos é o <strong>Circuito Chico</strong>, que segue pelas margens dos lagos Nahuel Huapi e Moreno, principalmente pela vista que se tem ao subir o Cerro Campanário de teleférico. A imagem é arrebatadora. Outra boa pedida são os vários circuitos de barco pelos lagos da região com paisagens cercadas pelas imponentes montanhas nevadas e ladeadas por encantadores bosques de pinheiros. Se for para escolher, um dos mais incríveis é o que atravessa os lagos andinos partindo de um catamarã que sai de Puerto Pañuelo. Durante o trajeto você vai parar em vários portos para trocar de barco e de lago. E ainda é possível dormir uma noite na vila ecológica de Peulla, que consiste tão-somente em um hotel encravado em plena <strong>Cordilheira dos Andes</strong>. Pura aventura!</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Onde esquiar</span></strong> &#8211; As montanhas são muitas, e para chegar à base de cada uma delas há linhas regulares de ônibus que partem do centro de Bariloche. Chegando ao pé da montanha, você pega um teleférico e, de lá do alto, desce de novo, de preferência sobre um par de esquis ou numa prancha de snowboard. Mas se você for do tipo bem aventureiro, pode subir alguns dos chamados cerros (montanhas com infra-estrutura turística) a pé. Existem várias alternativas, de acordo com o grau de habilidade nos esportes de neve e com o perfil de cada estação. O Cerro Catedral é uma das estações mais completas. A infra conta com restaurantes, bares, hotéis para vários bolsos, boas lojas e até creches. Para os esportes, conta com incríveis 100 quilômetros de ladeiras de neve perfeita. São mais de cinqüenta pistas, de diferentes níveis, para você se esbaldar e sentir aquele delicioso ventinho no rosto com gosto de liberdade. A mais alta das montanhas de neve eterna de Bariloche é o <strong>Cerro Tronador</strong>, com três picos e mais de 3.500 metros de altitude. O nome sugestivo é inspirado no barulho que se ouve quando grandes blocos de gelo desmoronam. A natureza selvagem da montanha é impressionante, mas às vezes também é responsável por fechar o acesso ao Tronador no auge do inverno. Iniciantes se encaixam melhor no Cerro Otto, com opções para quem  pratica muito pouco ou quase nada de esqui. É lá que fica a inusitada <strong>Confeitaria Giratoria</strong>, um restaurante que fica girando e, portanto, oferece uma vista privilegiada em 360 graus. Em <strong>Piedras Blancas</strong>, uma espécie de centro em plena estação, é possível andar de snowmobile (aquele tipo de moto própria para neve), ser puxado de trenó por huskies siberianos, e ainda praticar o “esqui-bunda”, em que se desce a ladeira sentado e apostando corrida. Diversão garantida!  Ainda que você não queira esquiar, não deixe de ir às montanhas, nem que seja para brincar de se enterrar na neve. Nós que moramos em um país tropical não podemos deixar passar essa oportunidade: alugue roupas, botas térmicas e impermeáveis, que saem baratinho e são a única maneira de não passar frio, mesmo quando se está na cidade.�<br />
<strong></strong></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070705163916-bariloche_img-4.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">A gastronomia típica – e deliciosa – da região da Patagônia</span></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><strong></strong></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070705163953-bariloche_img-8.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Rua Mitre, a principal<br />
para as compras</span></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Onde se divertir</span></strong> &#8211; Poucos lugares em Bariloche são declarada ou especificamente GLS, mas na cidade toda acaba valendo o mesmo clima amistoso que é regra em Buenos Aires. Um desses lugares é a <strong>Hosteria Del Prado</strong>, um charmosíssimo hotel “bed and breakfast” em estilo alpino, que se orgulha de ser o primeiro estabelecimento oficialmente gay-friendly da cidade. E o charme dessa clássica estação de inverno, tão perto dos brasileiros, vale a visita. Ainda mais que no inverno comer e beber, principalmente em frente a uma lareira, é delicioso. Em Bariloche você pode levar esse prazer às últimas conseqüências. Além das tão famosas carnes argentinas, lá existem excelentes vinhos produzidos em Mendoza, região vizinha, e cervejas artesanais incríveis, cujas fábricas você pode visitar. E a sobremesa não fica atrás! Chocolates e geléias com sabor local de dar água na boca.</p>
<p><span>Se você nunca ouviu falar em rosa mosqueta, em Bariloche vai tirar o atraso. A planta nativa dá uma frutinha vermelha da qual são feitos chás, geléias e cosméticos, e segundo os barilochenses (sim, é estranho, mas é isso mesmo) faz bem para tudo: de dor de amor até unha encravada. Não dá para dizer se é verdade, mas mal não vai fazer. No quesito compras, Bariloche prima pelos artigos argentinos, hoje com ótimos preços e boa qualidade. A rua Mitre concentra o comércio da cidade, dividido entre artigos de lã, de couro e equipamentos. O artesanato com forte sotaque indígena local também recebeu influência suíça. Procurando na feirinha que fica na esquina das ruas Moreno e Villegas, você pode garimpar alguma peça bacana para a sua casa. A vida noturna em Bariloche é tão animada quanto diversa, e por isso é bom escolher bem o programa. Os clubes noturnos costumam receber apenas a galera teen. Portanto, se você não for adolescente é capaz de se aborrecer. O melhor é ficar com os restaurantes e pubs, como o Pilgrim e o Wilkenny, que geralmente oferecem showzinhos intimistas. E dá para testar a sorte no Worest, o cassino que fica ao lado do Hotel Panamericano. Em suas noites no cassino, esqueça o look casual tipo jeans e tênis. Capriche, e boa sorte!</span></p>
<p><em><strong><span style="color:#ff6600;">INFORMAÇÕES ÚTEIS</span></strong></em></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><em><strong>O que levar:</strong></em></span><em><strong></strong> O único documento exigido aos brasileiros em todo o território argentino é o RG original, e você só precisará usá-lo em bancos e casas de câmbio. Mas prepare-se para usar bastante “cash”, já que poucos lugares em Bariloche aceitam cartão. </em></p>
<p><em><strong><span style="color:#ff6600;">Onde comer:</span></strong> Não deixe de conhecer o restaurante Boliche de Alberto, que não tem boliche, mas tem ótima e farta comida a preços honestos. Outro pecadinho gastronômico imperdível é a loja de chocolates Mamuschka: quando você provar as bolinhas de chocolate recheadas com doce de leite saberá do que estamos falando. </em></p>
<p><em><strong><span style="color:#ff6600;">Encarando a montanha:</span></strong> Se você vai ver a neve pela primeira vez, não se esqueça de colocar na mala itens fundamentais para a sobrevivência no gelo:<br />
- gorro;<br />
- protetor labial;<br />
- protetor solar com fator de proteção 30, no mínimo;<br />
- creme hidratante;<br />
- óculos escuros (dê preferência aos de plástico, pois os de metal costumam congelar);<br />
- luvas;<br />
- meias grossas e longas.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2007/07/bariloche-a-mil-graus/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

