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	<title>Turismo GLS &#187; Turismo de Aventura</title>
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	<description>Roteiros de Viagem para o Público GLS</description>
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		<title>Sidney, Tão longe, Tão perto</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 20:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiros Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney]]></category>

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		<description><![CDATA[Bela como o Rio de Janeiro e gay-friendly como São Francisco, a maior cidade da Austrália tem praias e piscinas onde a diversidade sexual dá o tom, mais de dez bairros gays e uma vida noturna de dar inveja Maior cidade da Austrália, Sydney tem vários motivos para sua comunidade LGBT se orgulhar. Afinal, são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img id="imgMat" src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081127113229-gtravel135-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Bela como o Rio de Janeiro e gay-friendly como São Francisco, a maior cidade da Austrália tem praias e piscinas onde a diversidade sexual dá o tom, mais de dez bairros gays e uma vida noturna de dar inveja </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span id="MT_bt_texto_multitext_1" style="display: block;">Maior cidade da Austrália, Sydney tem vários motivos para sua comunidade LGBT se orgulhar. Afinal, são mais de dez distritos, dentro da área urbana, onde a diversidade sexual dá o tom. A começar pela Oxford Street, que, de tanta fama, se tornou um dos principais pontos turísticos da cidade.</span></p>
<p><span id="more-74"></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size: xx-small;"><em>Foto: Hamilton Lund / Divulgação</em></span><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081127154239-gtravel135-aerea.jpg" alt="" hspace="5" width="250" height="271" align="right" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">A área residencial na região da Bondi Beach<br />
é uma das preferidas de gays e lésbicas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Acostumados a comparações, os australianos costumam dizer que Sydney é tão GLS quanto São Francisco. Será? Além da infinidade de bairros gays, a cidade também é sede do maior carnaval gay do planeta – o Mardi Gras –, que, em 2008, chegou a seu 30º aniversário e promete ainda mais atrações para a próxima edição, que acontece em março de 2009 (veja box ao lado). Outra comparação comum entre os locais – chamados Sydneysiders – é afirmar que, no quesito belezas naturais, a única metrópole no planeta a sua altura é o Rio de Janeiro. O relevo das duas cidades é incomparável, afinal, a rival australiana também é beira-mar, mas situa-se em uma baía recortada por suaves escarpas onde o clima subtropical oferece uma paisagem distinta da carioca. A perspectiva de Sydney a partir do oceano, porém, é tão singular quanto a do Rio de Janeiro. Planejada, a cidade é um exemplo de preservação ambiental e sabe tirar proveito – sem destruir – de cada parcela de céu, terra e água que tem disponível. Dois dos melhores locais para observar essa combinação única são a Harbour Bridge, uma ponte que cruza a entrada do porto, e a Opera House, construída no centro da baía e principal símbolo arquitetônico de Sydney.</p>
<p>Mas se os visuais que se tem da cidade a partir do oceano são singulares, a vista que se tem da metrópole, a partir do topo da Sydney Tower, é de tirar o fôlego. Com 305 metros de altura, a torre é a maior edificação da cidade e oferece 360 graus de vista para o inesquecível conjunto que define a cidade: belas construções, muito verde, mar azul e um céu quase sempre sem nuvens. Dali, também é possível entender um pouco da geografia gay da metrópole.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="left"><em><span style="font-size: xx-small;">Foto: Divulgação</span></em><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20081127155712-gtravel135-newcastle.jpg" alt="" width="280" height="200" /></td>
<td valign="top">
<p align="right"><span style="font-size: xx-small;"><em>Foto: James Pipino / Divulgação</em></span><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20081127160324-gtravel135-surf.jpg" alt="" width="280" height="200" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center">(à esq.) Australianos sabem conjugar beleza e despojamento, geralmente vistos em filmes<br />
gays como <em>Nas Ondas de New Castle. </em>(à dir.) Surfistas marcam presença na ultra gay Bondi Beach</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Bairros gays </span></strong>- A Oxford Street, que divide os bairros de Darlinghurst e Surry Hill, é o centro da cultura gay de Sydney desde a década de 1960. Ali estão os cafés e lojas onde durante o dia a bandeira do arco-íris flameja livremente. E onde durante a noite, clubes e bares fervilham. Nos últimos dez anos, porém, a famosa rua perdeu o clima de gueto, acolhendo cada vez mais simpatizantes. E a comunidade se expandiu para outras regiões. Um exemplo dessa expansão são os redutos de Potts Point e Elizabeth Bay, que reúnem os adeptos da cultura das label e pool parties. Há uma explicação para essa concentração de festas ao ar livre: além de estar ao lado de Kings Cross, principal bairro boêmio de Sydney, as duas vizinhanças têm a melhor vista para a zona portuária da cidade australiana.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#cfa0b3">
<p style="margin: 20px;" align="left"><span style="color: #ff6600;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ffffff;"><span style="color: #000000; font-size: xx-small;"><em></em></span></span></span></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="left"><em><span style="font-size: xx-small;"> Foto: Ann-Marie Calilhanna</span></em><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20081127162032-gtravel135-mardigras.jpg" alt="" hspace="5" width="271" height="214" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="font-size: small;"><br />
</span></strong><strong><span style="font-size: small;">MARDI GRAS: MUITO ALÉM DE UM CARNAVAL GLS</span></strong></p>
<p>Imagine um festival nos moldes do Carnaval brasileiro, mas organizado por gays e lésbicas e destinado para celebração e diversão da comunidade. Esse evento existe: recebe o nome de Mardi Gras e acontece há mais de 30 anos durante o verão, em Sydney.</p>
<p>Principal manifestação pública de rua da Austrália e um dos mais concorridos eventos do calendário LGBT mundial, o Mardi Gras é mais do que um carnaval ou uma parada gay. É um festival que dura quase um mês e inclui mais de 100 eventos sociais, esportivos e artísticos.</p>
<p>Em 2009, o Mardi Gras chega à sua 31ª edição com o tema Nations United (Nações Unidas). Começa no dia 15 de fevereiro e segue até o dia 28, quando acontece a Harbour Party, com público previsto de mais de cinco mil pessoas em uma área do porto em frente à Opera House. Chega a seu auge no dia 7 de março, quando acontece o desfile de rua Mardi Gras Parade. E termina com a Mardi Gras Party, festa que deve reunir mais de 20 mil pessoas entre os dias 7 e 8.  “Gostaríamos de ver visitantes de todas as partes desfilando em nossa Parada e exibindo bandeiras e cores de suas nações. E adoraríamos ver brasileiros participando e nos ajudando a produzir um documento em favor dos direitos globais da comunidade LGBT”, convida Damien Eames, organizador do Mardi Gras. O calendário completo do festival estará disponível a partir de 10 de dezembro, no site oficial <a href="http://www.mardigras.org.au/" target="_blank"><strong>www.mardigras.org.au</strong></a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ao norte da Oxford Street está Paddington, bairro dos gays endinheirados de Sydney. A poucos passos da praia, sua cobiçada orla reúne uma colorida miscelânea de antigos casarões em estilo vitoriano, todos com janelões e terraços voltados para o mar. Ali perto, mas do lado do interior, está outro bairro imperdível: Leichhardt. E não é à toa que a vizinhança ocupada originalmente por imigrantes da Itália é conhecida como Dykeheart: as lésbicas dominam a área e convivem em perfeita harmonia com a comunidade italiana, suas cantinas e suas cafeterias.</p>
<p>As meninas, aliás, também são responsáveis pelo clima friendly de outro dos principais redutos GLS da cidade: Newtown. Elas foram as primeiras a ocupar o imenso subúrbio de grandes sobrados com jardins bem cuidados. Os rapazes, porém, descobriram também as vantagens de viver de maneira tão bucólica, e, atualmente, o bairro rivaliza com Darlinghurst e Surry Hill pelo título de centro gay da cidade. Não longe dali está Erskinville, outro núcleo com jeitão de condomínio, mas com predominância homossexual. De volta à área central, há o bairro de Redfern, que até bem pouco tempo era um dos mais perigosos e insalubres da cidade. Mas, por conta de sua localização privilegiada combinada aos baixos aluguéis, foi adotado há alguns anos por artistas, o que tornou a região uma das mais gays e descoladas da metrópole, com muitas galerias, ateliês e cafés.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#ffcc00">
<p style="margin: 20px;" align="left">
<table style="width: 220px; height: 327px;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="220" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><em><span style="font-size: xx-small;"> Foto:Tony Yeates / Divulgação </span></em><br />
<span style="font-size: small;"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20081127170400-gtravel135-noite.jpg" alt="" hspace="5" width="191" height="297" /></strong></span><br />
O movimento noturno é intenso<br />
na região da Oxford Street</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="font-size: small;">NOITE ECLÉTICA<br />
</span><br />
</strong>Além da ferveção praiana, Sydney oferece uma infinidade de opções de diversão noturna como bares e restaurantes, boates e pubs. Oxford Street é o centro da cena gay local, mas outras áreas de Darlinghurst, bem como Paddington e Newtown, reúnem muitos points GLS da cidade.</p>
<p>Se você pretende começar sua noite em um local realmente fervido e hype, então você tem duas opções: o Slide (Oxford Street, 41) e o bar do Bank Hotel (King Street,324 &#8211; Newtown). Buscando um tradicional bar de lésbicas? Então vá ao The Sly Fox (Enmore Road, 199 &#8211; Enmore). Se prefere uma noitada com shows de drags e muita afetação, então o bar Stonewall (Oxford Street, 175) é boa opção de destino. E se a noite já está terminando e você não sabe para onde ir, então o The Colombian (Oxford Street, esq. Crown Street) pode ser a sua salvação.</p>
<p>Há muitos clubes na cidade, mas os mais recomendáveis são o The Midnight Shift (Oxford Street, 85), um ícone com mais de 25 anos de existência, e o Arq (Flinders Street, 16 &#8211; Taylor Square), onde invariavelmente todos tiram as camisas ou camisetas em algum momento da noite.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Clima de resort </span></strong>- E existem as praias de Sydney. Se há um quesito, aliás, em que a cidade se assemelha realmente ao Rio de Janeiro é a mistura de vida urbana com clima de resort. A diferença é que Sydney tem mais de 37 praias, a maioria com núcleos onde a comunidade gay confraterniza nos dias de calor. Próximas ao vitoriano bairro de Paddington, estão as duas faixas da orla onde a freqüência de gays e lésbicas é predominante. Uma delas é North Bondi, a mais famosa da cidade, com muita azaração durante o dia e constante clima de competição das mais belas sungas e biquínis. A outra é Tamarama, também conhecida como Glamarama, onde o flerte é mais descarado, rolando desde o fim da tarde até a hora em que o último aventureiro desejar.</p>
<p>Outras faixas onde gays e lésbicas predominam são Obelisk e Lady Jane. A diferença, porém, é que elas são freqüentadas pelos adeptos do naturismo, ou seja, por aqueles que preferem rolar totalmente nus na areia, antes de mergulhar no mar (também sem roupa de banho). Mas já que a idéia de rolar na areia não agrada a todos, Sydney também se abre para o lazer aquático em clubes públicos com piscinas, onde a freqüência gay também é notável. A maior e mais tradicional delas é a Andrew “Boy” Charlton, mas é da North Sydney Olympic Pool que se tem a vista mais estonteante da Harbour Bridge e da Opera House. E existe a Redleaf Pool, situada sobre uma colina à beira-mar e rodeada por arbustos cuidadosamente cuidados e repletos de nichos onde os mais animados se reúnem para piqueniques.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Um paraíso chamado Fernando de Noronha</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 14:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Região Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[Noronha]]></category>
		<category><![CDATA[Praias]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre golfinhos saltitantes e praias de embasbacar, ilha é perfeita para curtir tranqüilidade em meio à natureza Snorkel, máquina fotográfica e um bom tênis. Esses são os itens essenciais para uma viagem até Fernando de Noronha, o surreal arquipélago pernambucano. A fauna – só no céu são mais de 40 espécies – dá vida às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080918092631-gtravel123-dicas-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Entre golfinhos saltitantes e praias de embasbacar, ilha é perfeita para curtir tranqüilidade em meio à natureza</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span>Snorkel, máquina fotográfica e um bom tênis. Esses são os itens essenciais para uma viagem até <strong>Fernando de Noronha</strong>, o surreal arquipélago pernambucano. A fauna – só no céu são mais de 40 espécies – dá vida às paisagens paradisíacas da ilha. É embarcar em um passeio de barco que repentinamente aparecem golfinhos fazendo acrobacias. Nas praias, seja na imperdível <strong>Baía do Sancho</strong> ou na cênica <strong>Atalaia</strong>, tartarugas dão o ar da graça.</span></p>
<p><span id="more-37"></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="249" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;">Fotos: Luck</span><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080918094114-gtravel123-dicas-1.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">Acima, vista da Praia da Conceição.<br />
Abaixo a paradisíaca Baía dos Porcos</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="right"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080918094130-gtravel123-dicas-2.jpg" alt="" /></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O sol é um parceiro constante. É ele que dá a beleza no começo do dia no <strong>mirante dos Golfinhos</strong>, e, ao anoitecer, no Boldró ou na praia da Conceição, local onde o sol se põe entre o morro Dois Irmãos. Ou seja, protetor solar é obrigatório. Outra dica é sempre ter água e algo para comer na mochila. Por lá, esqueça barracas de praia e ambulantes barulhentos. As praias dos Porcos, Leão, <strong>Cacimba do Padre</strong>, Lage do Bode e Abras também são imperdíveis. Difícil, na verdade, é dizer quais não são.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Mergulho cobiçado</span></strong> &#8211; A ilha também é perfeita para caminhadas e mergulhos. A visibilidade, principalmente entre os meses de dezembro e março, chega a inacreditáveis 50 metros – o que torna o arquipélago um dos destinos de mergulho mais cobiçados do mundo. Mesmo quem nunca colocou um cilindro nas costas, pode entrar de cabeça na água. Em um dia é possível fazer o batismo e descobrir uma imensidão de cores, difícil de imaginar. O plana sub, uma espécie de prancha que puxa mergulhadores, inventado por lá mesmo, é diversão garantida.</p>
<p>Depois que o sol se vai, o roteiro é certo: assistir à palestra do projeto <strong>Tamar</strong>, saborear os coloridos pratos locais e cair no forró do Bar do Cachorro. Nem fonte de água doce Noronha tem, por outro lado, até restaurante servindo uma suculenta picanha você encontra. Sim, porque o fato de a ilha estar a quase 500 quilômetros do continente não significa em nada que a estrutura é falha. Entretanto, apesar de muitos estabelecimentos aceitarem os principais cartões de crédito, tenha sempre dinheiro vivo no bolso. E tome cuidado também com os aparelhos eletrônicos: lá a voltagem é 220 volts. No mais, é só relaxar e curtir o cenário, o sol, a cor das águas e todos os inumeráveis atributos que fazem o viajante que está em Noronha se sentir desfrutando um pedacinho do Éden.</p>
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		<item>
		<title>Ushuaia, explorando a cidade do fim do mundo</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 14:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiros Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Ushuaia]]></category>

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		<description><![CDATA[A capital da Terra do Fogo, na Argentina: destino para explorar a natureza, esquiar e curtir badalados resorts, cassinos, lojas e museus Ushuaia é um município argentino de nome curioso e apelidos mais pitorescos ainda. A começar pela região da qual é capital, chamada Terra do Fogo, passando pela alcunha de “cidade mais austral do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext" style="display:block;">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080724114617-ushuaia-abre2.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>A capital da Terra do Fogo, na Argentina: destino para explorar a natureza, esquiar e curtir badalados resorts, cassinos, lojas e museus</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span style="display:block;"><strong><br />
</strong>Ushuaia é um município argentino de nome curioso e apelidos mais pitorescos ainda. A começar pela região da qual é capital, chamada Terra do Fogo, passando pela alcunha de “cidade mais austral do mundo” e, mais diretamente, “cidade do fim do mundo”. Nomes sugestivos para um lugar de paisagens realmente peculiares e inspiradoras. Em tradução livre do yámana, língua dos habitantes nativos, Ushuaia significa “baía que mira o poente”. Possivelmente, refere-se à baía Lapataia, que fica de frente para o Canal de Beagle e representa o limite do território, ao sul. Ao norte, a fronteira é o Estreito de Magalhães. Entre uma ponta e outra, montanhas, glaciares, bosques, vales, lagos e, é claro, o mar. Atrativos que fazem da região um lugar perfeito para os turistas que, munidos de câmera fotográfica e disposição para a caminhada, gostam de explorar a natureza.</span></p>
<p><span id="more-5"></span></p>
<p><strong><span style="font-size:xx-small;"> </span></strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="568">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123741-ushuaia-1-1.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123719-ushuaia-1-2.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123704-ushuaia-1-3.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123647-ushuaia-2-1.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123605-ushuaia-2-2.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123547-ushuaia-2-3.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123530-ushuaia-3-1.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123513-ushuaia-3-2.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123455-ushuaia-3-3.jpg" alt="" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nesse cenário que poucas pessoas conhecem, os viajantes são transportados no tempo e se sentem como se pertencessem à outra época e estivessem entre os primeiros a pisar ali. Para as pessoas que não têm tanto o perfil explorador, Ushuaia é também uma gostosa cidadezinha à beira-mar, com uma excelente infra-estrutura turística. Hotéis, resorts, cassinos, lojas, museus e restaurantes garantem uma estadia agitada, cheia de coisas para se fazer – só descansa quem quiser! A gastronomia regional oferece principalmente cordeiro e frutos do mar em geral, entre os quais se destaca o caranguejo gigante, chamado de centolla. Também conta pontos a hospitalidade da população local, sempre disposta a agradar os visitantes.</p>
<table style="height: 559px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="256" align="left">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#95b5df">
<p style="margin:20px;"><span style="color:#ff6600;"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722141036-ushuaia-pordosol.jpg" alt="" width="220" height="147" /></strong></span></p>
<p><strong></strong><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="color:#ffffff;"><em><span style="font-size:x-small;">O COMEÇO DO FIM DO MUNDO<br />
</span><br />
</em></span></strong></span><span style="color:#000000;"><em>O primeiro homem branco a pisar na região foi o espanhol Fernão de Magalhães, em uma expedição pelo sul da América, em 1520. Da caravela em que estava, o explorador via muitas fogueiras em terra – usadas pelos nativos para aplacar o frio –, e decidiu batizar aquele território de Terra do Fogo. Acabou também dando seu nome ao pequeno braço de mar que separa a ilha do continente, o Estreito de Magalhães.</em></span></p>
<p><em>Séculos mais tarde, outra expedição à região entraria para a história. Em 1831, o navio inglês HMS Beagle levou à região um jovem então pouco conhecido, um naturalista de apenas 22 anos. O jovem era o pesquisador Charles Darwin que, com base em muitas das observações que fez na Terra do Fogo, escreveu A Origem das Espécies, um dos mais completos tratados científicos da humanidade.</em></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os passeios por bosques e lagos, as caminhadas pelas montanhas, a incursão pelo Parque Nacional da Terra do Fogo, as cavalgadas e a observação de aves e leões marinhos sempre estiveram no cardápio das atrações de verão da Patagônia. Mas foi a partir da inauguração da estação de esqui de Cerro Castor, em 1999, que Ushuaia estreou com maestria como destino de inverno.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Cerro Castor</span></strong> &#8211; Quando se pensa em Ushuaia – a cidade mais austral do mundo, última parada antes da Antártida –, imagina-se logo que o clima deve ser insuportavelmente frio, com temperaturas registrando muitos graus abaixo de zero. Um brasileiro é capaz de tremer só de pensar em estar cercado daquelas geleiras imensas. Mas, felizmente, não é nada disso. O termômetro varia entre 5°C positivos e 5°C negativos, em média. O fato de estar cercada de montanhas também ajuda, porque assim a região fica livre dos ventos. Essa pequena amplitude térmica acaba favorecendo um item de fundamental importância no sucesso da estação de esqui: a qualidade da neve.</p>
<p>São 24 pistas com queda orientada para o sul, distribuídas em 600 hectares, e com 800 metros de desnível. A maioria delas segue as especificações da Federação Internacional de Esqui e recebe atletas de inverno de diversos países, que vêm treinar na América do Sul quando é verão na Europa.</p>
<p>Mas não são só os profissionais que têm vez em Ushuaia. Se você nunca esquiou, pode ir se preparando para dar os primeiros passos calçados com um par de esquis. O Cerro Castor tem pistas de vários níveis de dificuldade, incluindo o de iniciantes, e oferece ainda uma excelente escola de esqui e snowboard, com aulas coletivas e particulares.</p>
<p>Para incentivar ainda mais os esquiadores de primeira viagem, os meios de elevação até o topo da montanha são de última geração: teleféricos grandes, fechados e para várias pessoas, transportes considerados o que há de mais seguro e moderno nessa área. Dentro da estação de esqui há ainda caminhadas pelos bosques, para as quais se usa nos pés uma espécie de raquetes próprias para neves, passeios de trenó puxados por cães e aluguel de snowmobile. E a infra-estrutura do centro de esqui oferece também quatro restaurantes para quando bater a fome, ou para dar uma descansadinha entre uma descida e outra.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#95b5df">
<p style="margin:20px;" align="left"><span style="color:#ff6600;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#ffffff;"><strong><span style="font-size:x-small;">TOP 5: PROGRAMAS IMPERDÍVEIS EM USHUAIA<br />
</span><br />
</strong><span style="font-size:xx-small;color:#000000;"> Foto: Facundo Santana Instituto Fueguino de Turismo </span><br />
<span style="color:#000000;"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080724124519-ushuaia-parque2.jpg" alt="" hspace="5" width="235" height="150" align="left" /></span></span></span></span></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">Parque Nacional da Terra do Fogo<br />
</span></strong>Lagos, rios, trilhas, bosques, montanhas, a Baía de Lapataia, leões marinhos, castores, condores e outros pássaros. Tudo isso pode ser visto nos 63 mil hectares do Parque Nacional da Terra do Fogo.</p>
<p style="margin:20px;" align="right"><span style="font-size:xx-small;">Foto: www.cerrocastor.com<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722154103-ushuaia-cerro.jpg" alt="" hspace="5" align="right" /></span></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">Cerro Castor</span></strong><br />
Diversos motivos fazem desta estação de esqui argentina uma das melhores do continente: quantidade e qualidade de neve e de pistas, infra-estrutura de equipamentos, hoteleira e gastronômica, excelentes e, é claro, a exclusividade de se estar no fim do mundo.</p>
<p style="margin:20px;" align="left"><span style="font-size:xx-small;"> Foto: Facundo Santana Instituto Fueguino de Turismo </span><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080724124554-ushuaia-trem2.jpg" alt="" hspace="5" width="235" height="150" align="left" /></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">Trem do Fim do Mundo</span></strong><br />
Réplica perfeita do trem que levava os presos da cadeia até o Parque Nacional para buscar lenha. Pelo caminho, belas paisagens de vales e montanhas.</p>
<p style="margin:20px;" align="right"><span style="font-size:xx-small;">Foto: </span><span style="font-size:xx-small;">www.interpatagonia.com </span><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722153957-ushuaia-museu.jpg" alt="" hspace="5" align="right" /><br />
<strong><span style="color:#ffffff;">Museu do Fim do Mundo e Museu Marítimo</span></strong><br />
Visitar o Museu do Fim do Mundo é fundamental para quem quer saber mais sobre a Terra do Fogo e sobre a cultura dos índios nativos que ali viviam. Já o Museu Marítimo funciona no prédio que abrigava o antigo presídio da região, que teve grande importância na história local. Depois que deixou de ser presídio, o prédio serviu à Marinha Nacional até virar o museu que é hoje.</p>
<p style="margin:20px;" align="left"><span style="font-size:xx-small;"> Foto: www.cerrocastor.com</span><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080724124536-ushuaia-beagle2.jpg" alt="" hspace="5" width="235" height="150" align="left" /></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">Canal de Beagle</span></strong><br />
Desse porto, que é o fim do fim do mundo, partem diversos passeios de barco, um mais interessante que o outro. É também onde os navios a caminho da Antártida param para abastecer.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bonito: beleza pura</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 15:17:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Região Centro-Oeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Bonito]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>

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		<description><![CDATA[Com uma natureza estonteante, Bonito é uma das principais cidades brasileiras com ecoturismo. E há três anos um festival dedicado ao público GLBT está levando alegria para dentro&#8230; e para fora da mata Quando um lugar se chama Bonito, de imediato se imagina que algo realmente belo nos aguarda. E o nome não mente, essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20070829150649-gtravel-120-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Com uma natureza estonteante, Bonito é uma das principais cidades brasileiras com ecoturismo. E há três anos um festival dedicado ao público GLBT está levando alegria para dentro&#8230; e para fora da mata</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Quando um lugar se chama <strong>Bonito</strong>, de imediato se imagina que algo realmente belo nos aguarda. E o nome não mente, essa cidade de <strong>Mato Grosso do Sul</strong> atrai uma média de 70 mil turistas por ano devido a sua deslumbrante natureza, tratada como se deve nestes tempos em que o ecossistema está em alerta.</p>
<p>A infra-estrutura para receber seus visitantes é muito boa e diversificada. E, melhor ainda: atualmente, num simples banho de cachoeira ou numa noite típica de luar do sertão, pode rolar, digamos, um bonito romance. E para todos os gostos! A cidade, que produz eventos já consagrados, como o Festival de Inverno e o da América do Sul, realiza, em breve, a terceira versão do <em>Gay Bonito</em>, entre os dias 15 e 18 de novembro.</p>
<p><span id="more-46"></span></p>
<p>A programação desse festival reúne palestras, atividades artísticas, festas, e, claro, a atração principal: os imperdíveis passeios pelos belos recantos naturais com pacotes especiais para os grupos gays. Quer dizer, pode-se tanto aproveitar o evento como aventurar-se por cenários de, literalmente, tirar o fôlego.</p>
<p>“Aqui você encontra lugares incríveis para namorar à vontade na beira dos rios, das cachoeiras ou nos morros. Tanto que abriram um motel aqui, mas logo fechou”, brinca Ronald Rosa, idealizador e diretor do evento. Veterinário, Ronald deixou São Paulo e morou quinze anos na área do Pantanal, trabalhando com o turismo local. A região, próxima de Bonito, propiciou muitas amizades, a ponto de ele se mudar para lá. Foi aí que Ronald criou a ong socioambiental Associação Amigos do Brasil e, em seguida, o festival.</p>
<p>O evento é também uma grande vitória para a comunidade gay bonitense, formada, na maioria, por nativos e donos de pousadas, de bares, guias turísticos e outros profissionais do turismo local. A câmara dos vereadores promulgou, em 2006, uma lei antidiscriminação pela orientação sexual para apoiar o festival, assegurando, assim, todos os direitos da diversidade perante qualquer ato discriminatório. Quer dizer: garotos ou garotas andando de mãos dadas publicamente, por exemplo, está ok!</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829165842-gtravel-120-1p.jpg" alt="" width="179" height="219" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Vista panorâmica do<br />
Balneário Municipal<br />
</span></td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829165925-gtravel-120-2p.jpg" alt="" width="179" height="219" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Os peões bonitenses que<br />
viraram protagonistas do filme<br />
<em>Cowboy Forever</em></span></td>
<td valign="top">
<p align="center"><span style="color:#ffffff;"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829170027-gtravel-120-3p.jpg" alt="" width="179" height="219" /><br />
</strong></span><span style="color:#000000;">Entre os passeios, flutuação<br />
através do Bóia Cross</span><span style="color:#ff0000;">�<br />
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829170643-gtravel-120-4p.jpg" alt="" width="179" height="219" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Durante o festival, o comércio<br />
adota a bandeira do arco-íris</span></td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829170753-gtravel-120-5p.jpg" alt="" width="179" height="219" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Abismo: um dos passeios<br />
preferidos dos turistas</span></td>
<td>
<p align="center"><span style="color:#ffffff;"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829170841-gtravel-120-6p.jpg" alt="" width="179" height="219" /><br />
</strong></span><span style="color:#000000;">Ferveção na noite: na foto,<br />
o público mix do bar Oca</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>�<br />
<strong><span style="color:#ff0000;">Abismo, serpentes e rapel -</span></strong> Independentemente dos descolados dias do festival, o frisson homo corre livre, leve e solto como as águas dos rios. Pela manhã, o encontro geral é no Balneário Municipal. Gratuito para os habitantes e com taxa de R$ 10 para os turistas, o parque tem um lago onde tanto se pode nadar como experimentar um dos prazeres naturais típicos de Bonito, a flutuação. Graças aos rios limpos e às correntezas fortes, o corpo flutua pelas águas e se depara com dezenas de cardumes pelo caminho. O Balneário ainda oferece quadra de vôlei na areia e uma rica flora – além de morros e moitas nos quais a paquera esquenta.</p>
<p>Até o final da tarde, boa parte dos visitantes passeia pelo circuito do ecoturismo local. O <strong>Abismo Anhumas</strong> oferece uma descida em rapel de uma altura de 82 metros, dentro de uma caverna com lago, onde também se pratica flutuação. Já em <strong>Boca da Onça</strong>, além de rapel, tem a cachoeira mais alta do estado, com 156 metros. Outro belo cenário é o <strong>Bonito Aventura</strong>, uma trilha de 1.800 metros com uma alegre fauna, imponentes árvores nativas e que finaliza num mergulho livre de 2.200 metros no rio Formoso, ótimo para a flutuação. Quem adora animais selvagens tem como obrigação visitar o <strong>Projeto Jibóia</strong>, um verdadeiro festival de cobras e serpentes.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829175251-gtravel-120-7p.jpg" alt="" width="179" height="219" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">A drag bonitense Raicca é proprietária de uma<br />
pousada gay</span></td>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829175433-gtravel-120-8p.jpg" alt="" width="179" height="219" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Ronald Rosa, organizador do festival Gay Bonito</span></td>
<td valign="top">
<p align="center"><span style="color:#ffffff;"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829175538-gtravel-120-9p.jpg" alt="" width="179" height="219" /><br />
</strong></span><span style="color:#000000;">A pinga do bar Ta Boa é marca tradicional na cidade</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Tá Boa! -</span></strong> De volta a Bonito, ao cair da tarde, o agito se instala nos bares e restaurantes, à espera dos ecoturistas. Tudo acontece em quatro quarteirões. A rua principal é a Cel. Pilad Rebuá, onde se encontram as principais lojas, agências de turismo e bares. Ao lado, na recém-reformada praça da Liberdade, é onde a população se concentra. O bar mais tradicional chama-se, veja só, <strong>Ta Boa</strong>. Que também é marca de pinga, além do principal ponto gay. Demorou para ser respeitado. Quando o turismo se intensificou, há doze anos, os viajantes escolheram o bar, já point do babado, como o melhor. Bastou para os moradores baixarem a bola. “Minha maior briga era mostrar que eu era gay, mas poderia ter um bar de qualidade para todo mundo”, lembra a proprietária, Andréia Fontoura. Outro lugar fervido, na mesma rua, é o Oca. De manhã funciona como restaurante, servindo opções à base de mandioca, e à noite faz baladas com bandas ao vivo.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Brokeback Mountain -</span></strong> No quesito paquera, há um lado bem peculiar de Bonito. Num clima, digamos, bem regionalista, os peões locais não se fazem de rogados diante de um flerte. “Várias vezes eu estava em casa, eles apareciam de cavalo e me convidavam para passear. Aí já viu&#8230;”, conta Ronald, sobre esse comportamento bem comum na cidade e nas regiões pantaneiras vizinhas. “Os gays vão aos bailes tipo risca faca, típicos do povo de “chapéu e fivelão”, ou nos bares de bilhar. Rola muita paquera, com olhares dos peões que ninguém pode imaginar”, acrescenta. A relação dos peões com os gays chegou a inspirar um curta-metragem, produzido pelo canal francês Plus, chamado <strong>Cowboy Forever</strong> e comercializado na Europa e nos EUA. O filme por excelência foi atração da edição 2006 do Gay Bonito, e este ano participa do Festival Mix Brasil de Cinema. Assim, pode-se dizer que nossa versão para <strong>O Segredo de Brokeback Mountain</strong> foi filmada em Bonito. E com final bem mais feliz!</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="237" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><span style="color:#ff0000;"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070830154603-viajando-img-final.jpg" alt="" hspace="3" width="220" height="165" /><br />
</strong></span><span style="color:#000000;">O restaurante Casa do João</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>As informações básicas para curtir Bonito</strong></span></p>
<p><strong></strong><strong>Onde comer<br />
</strong>A pecuária é o maior pólo econômico da região, e, por isso, a comida típica é a carne vermelha, além do arroz-de-carreteiro e da mandioca. O restaurante Santa Esmeralda é totalmente friendly, com comida caseira de primeira, grelhados e peixes da região. O Casa do João também é bem procurado pela fama local dos seus proprietários. Para os boêmios à procura de uma refeição mais rápida, o Gugu Lanches funciona durante as madrugadas.</p>
<p><strong>Informações úteis<br />
</strong>Não existe ônibus intermunicipal. Os bonitenses se locomovem de bicicleta, e os turistas podem usar as vans das agências ou transitar livremente de táxi e moto-táxi. A água cristalina da região é muito concentrada em carbonato de cálcio e magnésio, o que provoca diarréia nas pessoas que não estão acostumadas. Dessa forma, os turistas são orientados a beber apenas água mineral industrializada.</p>
<p><strong>Atrações alternativas<br />
</strong>Bonito tem uma posição geográfica estratégica, e o turista pode esticar sua passagem até o Pantanal, numa viajem maravilhosa de 2 horas, com pequenos animais como tatus ou gambás cruzando a estrada e tucanos voando. A cidade de Ponta Porã faz divisa com o Paraguai, e os mais consumistas aproveitam as opções do tipo Zona Franca para comprar eletrônicos, roupas e cosméticos. Em média, os guias indicam no mínimo uma viajem de uma semana para aproveitar melhor a temporada.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dois em um: Natal e Pipa</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2008/03/dois-em-um-natal-e-pipa/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 14:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Região Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Passeios]]></category>
		<category><![CDATA[Praias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Norte]]></category>

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		<description><![CDATA[Combinar num mesmo roteiro a capital do Rio Grande do Norte e o famoso vilarejo é ideal para quem quer desfrutar ao máximo as belezas da região Fotos: SETUR RN A ensolarada e tranqüila capital potiguar Apesar de ser a capital do Rio Grande do Norte, Natal é uma das cidades mais sossegadas de todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Combinar num mesmo roteiro a capital do Rio Grande do Norte e o famoso vilarejo é ideal para quem quer desfrutar ao máximo as belezas da região </strong></p>
<p><strong></strong><span style="color:#ff0000;"><strong></strong></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="218" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#000000;font-size:xx-small;"><em>Fotos: SETUR RN</em></span><br />
<strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080310114423-dicas126-1.jpg" alt="" width="208" height="198" /></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>A ensolarada e tranqüila capital potiguar<br />
</strong><br />
Apesar de ser a capital do Rio Grande do Norte, Natal é uma das cidades mais sossegadas de todo o Nordeste. Sol não falta: são 300 dias por ano. Dunas, águas claras e praias que agradam até os mais exigentes.  A Ponta Negra, que na verdade é o nome de um bairro, é o principal ponto de badalação. É nesse local que está, sem sombra de dúvidas, o maior cartão postal da cidade: o <strong>Morro do Careca</strong>.</p>
<p><span id="more-35"></span></p>
<p>Já a Via Costeira é outro ponto de encontro. Em seus dez quilômetros estão reunidos os grandes resorts e também o Parque das Dunas, uma reserva com mais de 1100 hectares. Andar de buggy requer um coração forte. Alguns paredões de areia chegam a quase 70 metros de altura. Os bugueiros descem, completamente despreocupados, essas verdadeiras montanhas-russas a 70 quilômetros por hora. E vá sempre com um guia. Muitas das dunas são móveis e, da noite pro dia, o caminho muda. Pedir “com emoção” ou “sem emoção” também resolve se você não for muito acostumado a grandes aventuras. Os passeios duram de uma hora a um dia todo. Depende muito do que você tem intenção de conhecer.</p>
<p>É interessante sempre reservar o passeio no dia anterior. Além de visitar as dunas e se banhar nas águas claras, é possível fazer <strong>passeios de dromedário</strong>. Os animais foram trazidos da África e recebem tratamento especial para se adaptarem às diferenças climáticas do Nordeste. Mas, prepare-se, o cheiro dos bichões não é dos melhores. Quanto ao charme urbano, não deixe de passar pela parte histórica da cidade, que inclui o belíssimo forte dos Reis Magos.</p>
<p>E se tiver sorte, vai cruzar na rua com a cidadã mais famosa da cidade, a top model <strong>Fernanda Tavares</strong>.</p>
<p><strong></strong></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="211" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080310115737-dicas126-2b.jpg" alt="" width="201" height="239" align="left" /></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>O badalado vilarejo de Pipa</strong></p>
<p><strong></strong>A praia da Pipa, a apenas 80 quilômetros de Natal, é a esticada ideal para quem visita a capital potiguar. O local, localizado no município de Tibau do Sul, tem grandes falésias e águas quentinhas. O vilarejo é pequeno no tamanho, mas grande no movimento e na beleza. As falésias começaram a receber turistas há cerca de 20 anos.</p>
<p>Pipa ganhou fama internacional desde que virou notícia da revista norte-americana Time. Desde então, o local ganhou infra-estrutura de gente grande, sem perder a simplicidade. Ao lado de restaurantes franceses, por exemplo, você encontra facilmente pratos feitos por pescadores. A praia da Pipa é a principal, mas, na região, estão também a do Amor, point de surfistas, a das Minas, a do Moleque, do Curral, entre outras. A região tem águas mornas e ótimas ondas. Surfistas estão sempre passeando por ali.</p>
<p>Não deixe de ir até o mirante da Baía dos Golfinhos, que vão até ali atrás de cardumes de peixes. Se der sorte ainda consegue ver tranqüilas tartarugas marinhas. À noite a agitação do dia continua nos bares do vilarejo. Os ritmos são os mais variados: vão do blues ao rock. Os principais bares ficam na avenida central. Música eletrônica também não falta. Discotecas embalam os mais animados até o sol nascer.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cape Town, cidade dos sonhos</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2007/09/cape-town-cidade-dos-sonhos/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Sep 2007 15:09:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiros Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Boates]]></category>
		<category><![CDATA[Cape Town]]></category>
		<category><![CDATA[Praias]]></category>
		<category><![CDATA[Surf]]></category>

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		<description><![CDATA[A imponente Table Mountain: megabeleza natural que simboliza a cidade Mesclando natureza, entretenimento e diversidade, a capital legislativa da África do Sul é a meca GLS do continente Por muito tempo, a África do Sul esteve presente diariamente nos noticiários com cenas de violência e racismo. Hoje, o país respira aliviado, pois a vida passou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20071004165325-gtravel121-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>A imponente Table Mountain: megabeleza natural que simboliza a cidade</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div><strong>Mesclando natureza, entretenimento e diversidade, a capital legislativa da África do Sul é a meca GLS do continente<br />
</strong></div>
<div><strong><span style="font-weight:normal;">Por muito tempo, a África do Sul esteve presente diariamente nos noticiários com cenas de violência e racismo. Hoje, o país respira aliviado, pois a vida passou a ser mais justa. Capital da província sul-africana de Western Cape, Cape Town, na tradução a <strong>Cidade do Cabo</strong>, também sofreu com o apartheid, política de segregação racial, até 1994, mas passou por uma total reviravolta. Foi a primeira no mundo a garantir, em constituição, o direito à livre orientação sexual. Desde então, <strong>Cape Town</strong> passou a receber ainda mais turistas homo e se tornou a mais importante bandeira <strong>gay-friendly</strong> na África do Sul. </span></strong></div>
<p><span id="more-44"></span></p>
<p>Além da ferveção, <strong>Cape Town </strong>é um destino de belos recantos naturais, ótimas praias e boa infra-estrutura para compras e entretenimento. A associação chamada <em>Pink Route</em>, por exemplo, reúne hotéis, bares, restaurantes e casas noturnas e não deixa nada a dever a outros famosos destinos GLS do mundo. Entre as montanhas e o mar, encontra-se uma cidade encantadora e aconchegante, com influência cultural herdada da Holanda e da Inglaterra e temperada pelo clima africano.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Primeiro passeio -</span></strong> Comece a descobrir a cidade por Victoria &amp; Alfred Waterfront, um porto completamente revitalizado, que hoje abriga charmosos restaurantes à beira mar. O píer lembra a atmosfera de Puerto Madero, em Buenos Aires, onde galpões reúnem restaurantes e bares charmosos às margens do rio. Victoria &amp; Alfred, contudo, oferece mais opções de lazer. Depois de circular pelas galerias e se deparar com peças das grifes mais badaladas do mundo &#8211; a preços melhores que os do Brasil &#8211; aproveite e tome um drinque, curtindo o pôr-do-sol em algum dos bares do deck. Mas sempre peça guarda-sol! Além de proteger os olhos, eles evitam os detritos dos muitos pássaros que sobrevoam a área.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Foto: South Africa Tourism</span></td>
<td colspan="2">
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;">Foto: Divulgação</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071004174435-gtravel121-pier.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Píer do V&amp;A Waterfont: bom lugar<br />
também para compras</span></td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071004174529-gtravel121-camps.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Camps Bay é a praia da badalação e do luxo</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">O roteiro das praias &#8211; </span></strong> Agora é a vez de desbravar Cape Town por seu belo litoral. Pegue a Victoria Road e siga, passando por Sea Point, na direção de Camps Bay, com clima de balneário de luxo. Pouco antes de Camps Bay, na pequena baía de Clifton, fica a 3rd Beach, a praia mais gay da <strong>Cidade do Cabo</strong>. E, logo à frente, fica a Sandy Beach, específica para nudistas. Essa praia é também ponto de partida de muitos passeios de barco, como os que levam até Robben Island, a ilha onde fica o presídio que encarcerou Nelson Mandela por mais de duas décadas, hoje desativado. Essa excursão – bacana para quem curte a história dos lugares que visita – é guiada pelos próprios ex-detentos. Chegamos a Camps Bay. Ali, vêem-se gente bonita, corpos sarados e bronzeados e “carrões” passeando pela orla, no melhor estilo Beverly Hills. Os bares e restaurantes da área são ótimos, mas o Café Caprice é garantia de garotos bonitos e de diversão. Até o fechamento desta matéria, o bar passava por uma reforma. Se ainda estiver em obras, vá ao Ignite – outra boa opção.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Foto: South Africa Tourism</span></td>
<td colspan="2">
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;">Foto: Guga Rahner</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071010163639-gtravel121-cabo.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">O histórico Cabo da Boa Esperança</span></td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071010163846-gtravel121-colina.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">A colina dos Twelve Apostles é para quem<br />
procura aventuras radicais</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">História e tubarões -</span></strong> Um lindo passeio é ir ao Cabo da Boa Esperança. É emocionante! Era conhecido como Cabo das Tormentas, que assombrou os portugueses da era das Grandes Descobertas. Leva-se um pouco mais de tempo, mas o caminho vale a pena. Do trajeto de cerca de 60 km da Chapman’s Road até a montanha de Cape Point – de onde se vê o Cabo – tem-se uma linda vista: belas casas de veraneio, mirantes excelentes para se fazer um piquenique e as praias mais lindas da África do Sul. Mas para quem gosta mesmo de aventuras marítimas, há o passeio até Hermanus, para observar baleias. Elas migram para lá em maio e só vão embora em novembro. Já Boulders Beach é conhecida como a praia dos pingüins e, Gansbaai, por sua vez, é o lugar onde até mergulhar ao lado de tubarões brancos é possível!</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Foto: Divulgação</span></td>
<td colspan="2">
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;">Foto: Guga Rahner</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20071004175300-gtravel121-sandy.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">A praia de nudismo Sandy Bay</span></td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20071004175346-gtravel121-tablevista.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">A Table Mountain pode ser vista de quase<br />
todos os lugares de Cape Town</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Olhando de cima -</span></strong> Um dos maiores símbolos de Cape Town é a Table Mountain, nome muito apropriado para a montanha em formato de mesa, com mais de 300 metros de altura. Subir ao topo dela depende, necessariamente, das condições do tempo. Se o céu está nublado, fica impossível. Para se chegar ao alto da montanha, pode-se escolher entre ir a pé pela trilha ou pegar um bondinho. Do mirante, tem-se uma vista inesquecível de toda a cidade. Outros montes e colinas, como Signal Hill e Twelve Apostles, oferecem atividades ao ar livre. É o caso da Lion’s Head, que fica entre Sea Point e a baía de Clifton, e é procurada por praticantes de paraglide, vôo em um aeroplano com asas semelhantes a um pára-quedas. Se você não pratica, experimente ir ao La Med, restaurante que fica no Glen Country Club, com vista para o campo de pouso e que, de quebra, oferece pizzas incríveis.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="8" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#f0ffd2"><span style="color:#ff0000;"></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#000000;font-size:xx-small;"> Foto: Sacha Park</span></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20071004180841-gtravel121-marinheiro.jpg" alt="" hspace="4" width="282" height="220" /><br />
</strong><span style="color:#000000;">Grupo de &#8220;marinheiros&#8221; na Festa à Fantasia de 2006</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></span><span style="color:#ff0000;"><strong><br />
Superbalada!</strong><br />
</span>Em 22 de dezembro deste ano, um sábado, acontece a 14ª edição da festa à fantasia MCQP – sigla para <em>Mother City Queer Projects</em>, algo como <em>Projetos Gays da Cidade-Mãe</em>. O evento é a principal festa gay de Cape Town e a data da festa não foi escolhida por acaso: é o dia do solstício de verão, o dia mais longo da estação. O tema deste ano ainda é uma surpresa dos organizadores, mas o que eles fazem questão de deixar claro é que a versão 2007 vai se estender um pouco mais. O Festival MCQP será aberto com um jantar beneficente e seguirá por uma semana com uma série de eventos, até o encerramento com a grande Festa à Fantasia.  Conheça o site do festival:<a href="http://www.mcqp.co.za/" target="_blank">http://www.mcqp.co.za/</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071011115541-gtravel121-pri2_p1.jpg" alt="" width="126" height="156" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Fachada de um<br />
albergue GLS</span></td>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071011115639-gtravel121-pri2_p2.jpg" alt="" width="126" height="156" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Gogo-boy na<br />
boate Cruz</span></td>
<td valign="top">
<p align="center"><span style="color:#ffffff;"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071011115723-gtravel121-pri2_p3.jpg" alt="" width="126" height="156" /></strong><br />
</span><span style="color:#000000;">Imagem do site<br />
do club Bronx</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Hora da ferveção -</strong> A noite chega e o circuito gay de <strong>Cape Town</strong> está de prontidão. O antigo Red Light District, zona do baixo meretrício, hoje é o De Waterkant Village, uma alegre, animada e colorida Boystown que concentra restaurantes, bares, lojinhas e até uma lavanderia GLS.</p>
<p>O Café Manhattan atrai a ala gay mais conservadora e tem uma filial em Sea Point. O Bronx Action Bar é o mais tradicional do país e tem como atração seus lindos bartenders. E entre o De Waterkant e o Green Point, no Junction Café, acontece a Lush, animadíssima festa de meninas.</p>
<p>A área do De Waterkant fica pertíssimo de outro pedaço da cidade, o Green Point, que, por ter o mesmo grau de agito, chega a ser difícil distinguir em qual dos dois você está. Em Green Point, dê início à noite no bar Cubana, que bomba de terça a sábado, até por volta da meia-noite. Depois estique na Cruz, a boate mais fervida de Cape Town.</p>
<p>No dia seguinte, você ainda pode experimentar o Glasshouse, um salão de beleza para meninos, e, se gostar de saunas, vá à Hothouse. Para as meninas, o lugar é o Beulah Bar &amp; Lounge, que abre também de terça a sábado.</p>
<p>Enfim, <strong>Cape Town </strong>é um símbolo onde a diversidade e a natureza predominam. Um paraíso raro em nossos tempos.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Foto: South Africa Tourism</span></td>
<td colspan="2">
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;">Foto: Guga Rahner</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071010171423-gtravel121-capevista.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Vista aérea do perímetro urbano de Cape Town</span></td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071010171611-gtravel121-placas.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Placas no caminho de Cape Point indicam a<br />
distância entre outras famosas cidades mundiais</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>As principais dicas para conhecer Cape Town</strong></span></p>
<p><strong></strong><a href="//gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071011132311-gtravel121-map_g.jpg','','resizable=no,location=no,menubar=no,scrollbars=no,status=no,toolbar=no,fullscreen=no,dependent=no,width=625,height=445,left=250,top=100'))"></a></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071011121257-gtravel121-map_p.jpg" alt="" hspace="5" vspace="5" width="337" height="250" align="right" /></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Informações úteis<br />
</strong><br />
• Possui cerca de 3,2 milhões de habitantes.</p>
<p>• Está entre as seis cidades mais bonitas do planeta, segundo o Guiness Book.</p>
<p>• A língua local é o africâner, dialeto africano, mas fala-se muito o inglês. O português chega a ser falado pela imigração vinda de Angola, Cabo Verde e Moçambique.</p>
<p>• De dezembro a março, a temperatura fica entre 15ºC e 35ºC. No inverno, entre 0ºC e 20ºC. Se tiver coragem para um mergulho, prepare-se: para os brasileiros, a temperatura das águas é insuportável de tão gelada.</p>
<p>• O visto é tirado na hora da imigração e tem validade por três meses. É necessário tomar a vacina da febre amarela.</p>
<p>• A moeda é o rand. Na média, um real vale 3 rands.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;">Fotos: Divulgação </span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071011121425-gtravel121-animals.jpg" alt="" hspace="5" width="226" height="224" align="right" /></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Outras atrações</strong></p>
<p>A Rota do vinho, com várias opções de visitação, é uma das mais procuradas, ao lado da Rota Jardim, que passa pelos distritos produtores de flores. E, embora seja no outro extremo do país, na província de Northern Cape, os safáris no Kruger Park são o sonho de quase todo mundo que vai à Cape Town. Além dos animais mais comuns, como girafas, zebras, antílopes e babuínos, os chamados “big five” – grupo dos cinco maiores mamíferos da savana: leões, leopardos, elefantes, rinocerontes e búfalos, podem estar na sua frente. Nas redondezas do Kruger, reservas particulares com resorts luxuosíssimos são a maneira mais glamourosa de se conhecer a África. Assim, você pode bancar o Tarzan sem deixar de ser fino.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bariloche a mil graus!</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2007/07/bariloche-a-mil-graus/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2007 16:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiros Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Bariloche]]></category>
		<category><![CDATA[Patagônia]]></category>

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		<description><![CDATA[A cidade argentina &#8211; uma das principais portas de entrada para a Patagônia &#8211; tem um complexo de boas montanhas para esquiar e charme em seus passeios Talvez não seja tão difícil assim encontrar um lugar que combine cenário romântico, grande dose de adrenalina e vida noturna agitada, além de boa comida e boa bebida. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20070705151136-bariloche_img-prin.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>A cidade argentina &#8211; uma das principais portas de entrada para a Patagônia &#8211; tem um complexo de boas montanhas para esquiar e charme em seus passeios</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span><br />
Talvez não seja tão difícil assim encontrar um lugar que combine cenário romântico, grande dose de adrenalina e vida noturna agitada, além de boa comida e boa bebida. <strong>San Carlos de Bariloche</strong> – ou simplesmente <strong>Bariloche</strong> –, na <strong>Patagônia</strong>, concentra tudo isso e, de quebra, ainda oferece uma paisagem cheia de belos “chicos argentinos”.</span></p>
<p><span id="more-52"></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="20"></td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070705160335-bariloche_img-7.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Passeio de catamarã no<br />
lago Nahuel Huapi</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong> </strong></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<p align="center"><strong><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070705163326-bariloche_img-3.jpg" alt="" /></strong></strong><br />
<span style="color:#000000;">Além dos esportes de neve, alguns lagos oferecem caiaques</span></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<p align="center"><strong><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070705163509-bariloche_img-2.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong></strong><br />
<span style="color:#000000;">Teleférico que leva à estação<br />
Cerro Catedral </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Por ser tão rica e variada, a cidade é imperdível tanto para quem vai com o namorado quanto para quem vai com os amigos. E como se tudo isso não bastasse, entre junho e agosto práticos vôos charter partem de São Paulo e vão direto a Bariloche. Mas a temporada de esqui dura um pouquinho mais e vai até o início de outubro. A cidade é um paraíso para o esqui e o snowboard, mas não deixa na mão aqueles que não querem nada com os esportes de inverno. Por exemplo, um dos passeios clássicos é o <strong>Circuito Chico</strong>, que segue pelas margens dos lagos Nahuel Huapi e Moreno, principalmente pela vista que se tem ao subir o Cerro Campanário de teleférico. A imagem é arrebatadora. Outra boa pedida são os vários circuitos de barco pelos lagos da região com paisagens cercadas pelas imponentes montanhas nevadas e ladeadas por encantadores bosques de pinheiros. Se for para escolher, um dos mais incríveis é o que atravessa os lagos andinos partindo de um catamarã que sai de Puerto Pañuelo. Durante o trajeto você vai parar em vários portos para trocar de barco e de lago. E ainda é possível dormir uma noite na vila ecológica de Peulla, que consiste tão-somente em um hotel encravado em plena <strong>Cordilheira dos Andes</strong>. Pura aventura!</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Onde esquiar</span></strong> &#8211; As montanhas são muitas, e para chegar à base de cada uma delas há linhas regulares de ônibus que partem do centro de Bariloche. Chegando ao pé da montanha, você pega um teleférico e, de lá do alto, desce de novo, de preferência sobre um par de esquis ou numa prancha de snowboard. Mas se você for do tipo bem aventureiro, pode subir alguns dos chamados cerros (montanhas com infra-estrutura turística) a pé. Existem várias alternativas, de acordo com o grau de habilidade nos esportes de neve e com o perfil de cada estação. O Cerro Catedral é uma das estações mais completas. A infra conta com restaurantes, bares, hotéis para vários bolsos, boas lojas e até creches. Para os esportes, conta com incríveis 100 quilômetros de ladeiras de neve perfeita. São mais de cinqüenta pistas, de diferentes níveis, para você se esbaldar e sentir aquele delicioso ventinho no rosto com gosto de liberdade. A mais alta das montanhas de neve eterna de Bariloche é o <strong>Cerro Tronador</strong>, com três picos e mais de 3.500 metros de altitude. O nome sugestivo é inspirado no barulho que se ouve quando grandes blocos de gelo desmoronam. A natureza selvagem da montanha é impressionante, mas às vezes também é responsável por fechar o acesso ao Tronador no auge do inverno. Iniciantes se encaixam melhor no Cerro Otto, com opções para quem  pratica muito pouco ou quase nada de esqui. É lá que fica a inusitada <strong>Confeitaria Giratoria</strong>, um restaurante que fica girando e, portanto, oferece uma vista privilegiada em 360 graus. Em <strong>Piedras Blancas</strong>, uma espécie de centro em plena estação, é possível andar de snowmobile (aquele tipo de moto própria para neve), ser puxado de trenó por huskies siberianos, e ainda praticar o “esqui-bunda”, em que se desce a ladeira sentado e apostando corrida. Diversão garantida!  Ainda que você não queira esquiar, não deixe de ir às montanhas, nem que seja para brincar de se enterrar na neve. Nós que moramos em um país tropical não podemos deixar passar essa oportunidade: alugue roupas, botas térmicas e impermeáveis, que saem baratinho e são a única maneira de não passar frio, mesmo quando se está na cidade.�<br />
<strong></strong></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070705163916-bariloche_img-4.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">A gastronomia típica – e deliciosa – da região da Patagônia</span></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><strong></strong></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070705163953-bariloche_img-8.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Rua Mitre, a principal<br />
para as compras</span></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Onde se divertir</span></strong> &#8211; Poucos lugares em Bariloche são declarada ou especificamente GLS, mas na cidade toda acaba valendo o mesmo clima amistoso que é regra em Buenos Aires. Um desses lugares é a <strong>Hosteria Del Prado</strong>, um charmosíssimo hotel “bed and breakfast” em estilo alpino, que se orgulha de ser o primeiro estabelecimento oficialmente gay-friendly da cidade. E o charme dessa clássica estação de inverno, tão perto dos brasileiros, vale a visita. Ainda mais que no inverno comer e beber, principalmente em frente a uma lareira, é delicioso. Em Bariloche você pode levar esse prazer às últimas conseqüências. Além das tão famosas carnes argentinas, lá existem excelentes vinhos produzidos em Mendoza, região vizinha, e cervejas artesanais incríveis, cujas fábricas você pode visitar. E a sobremesa não fica atrás! Chocolates e geléias com sabor local de dar água na boca.</p>
<p><span>Se você nunca ouviu falar em rosa mosqueta, em Bariloche vai tirar o atraso. A planta nativa dá uma frutinha vermelha da qual são feitos chás, geléias e cosméticos, e segundo os barilochenses (sim, é estranho, mas é isso mesmo) faz bem para tudo: de dor de amor até unha encravada. Não dá para dizer se é verdade, mas mal não vai fazer. No quesito compras, Bariloche prima pelos artigos argentinos, hoje com ótimos preços e boa qualidade. A rua Mitre concentra o comércio da cidade, dividido entre artigos de lã, de couro e equipamentos. O artesanato com forte sotaque indígena local também recebeu influência suíça. Procurando na feirinha que fica na esquina das ruas Moreno e Villegas, você pode garimpar alguma peça bacana para a sua casa. A vida noturna em Bariloche é tão animada quanto diversa, e por isso é bom escolher bem o programa. Os clubes noturnos costumam receber apenas a galera teen. Portanto, se você não for adolescente é capaz de se aborrecer. O melhor é ficar com os restaurantes e pubs, como o Pilgrim e o Wilkenny, que geralmente oferecem showzinhos intimistas. E dá para testar a sorte no Worest, o cassino que fica ao lado do Hotel Panamericano. Em suas noites no cassino, esqueça o look casual tipo jeans e tênis. Capriche, e boa sorte!</span></p>
<p><em><strong><span style="color:#ff6600;">INFORMAÇÕES ÚTEIS</span></strong></em></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><em><strong>O que levar:</strong></em></span><em><strong></strong> O único documento exigido aos brasileiros em todo o território argentino é o RG original, e você só precisará usá-lo em bancos e casas de câmbio. Mas prepare-se para usar bastante “cash”, já que poucos lugares em Bariloche aceitam cartão. </em></p>
<p><em><strong><span style="color:#ff6600;">Onde comer:</span></strong> Não deixe de conhecer o restaurante Boliche de Alberto, que não tem boliche, mas tem ótima e farta comida a preços honestos. Outro pecadinho gastronômico imperdível é a loja de chocolates Mamuschka: quando você provar as bolinhas de chocolate recheadas com doce de leite saberá do que estamos falando. </em></p>
<p><em><strong><span style="color:#ff6600;">Encarando a montanha:</span></strong> Se você vai ver a neve pela primeira vez, não se esqueça de colocar na mala itens fundamentais para a sobrevivência no gelo:<br />
- gorro;<br />
- protetor labial;<br />
- protetor solar com fator de proteção 30, no mínimo;<br />
- creme hidratante;<br />
- óculos escuros (dê preferência aos de plástico, pois os de metal costumam congelar);<br />
- luvas;<br />
- meias grossas e longas.</em></p>
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