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	<title>Turismo GLS &#187; Região Nordeste</title>
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	<description>Roteiros de Viagem para o Público GLS</description>
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		<title>Bahia de todos os sexos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 20:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
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Cheia de charme e transbordando alegria, Salvador possui um encanto particular aos turistas gays e lésbicas: a harmoniosa convivência entre as diferenças 




Basta uma visita a Salvador para entender por que a cultura da Bahia exerce tanta influência sobre o resto do Brasil. A cidade deixou de ser a capital do país em 1763, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img id="imgMat" src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081106121518-gtravel134-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Cheia de charme e transbordando alegria, Salvador possui um encanto particular aos turistas gays e lésbicas: a harmoniosa convivência entre as diferenças </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span id="MT_bt_texto_multitext_1" style="display: block;">Basta uma visita a Salvador para entender por que a cultura da Bahia exerce tanta influência sobre o resto do Brasil. A cidade deixou de ser a capital do país em 1763, mas o comportamento liberal do povo baiano continua envolvendo os forasteiros, que levam para casa muitas das lições aprendidas. Além de seduzir os viajantes, a cidade sabe como poucas misturar história e cultura singulares com dezenas de quilômetros de praias democráticas. Viajantes gays e lésbicas têm um componente a mais na singular experiência de visitar Salvador: sexo é um assunto tão corriqueiro para o soteropolitano que é bastante natural se confundir a respeito da sexualidade de alguns e quase impossível não acabar se apaixonando, mesmo que de maneira leve, pela ginga baiana. Ou por algum morador da cidade&#8230;</span></p>
<p><span id="more-71"></span>É por essas e outras que os baianos e as baianas insistem &#8211; e conseguem &#8211; provar aos demais brasileiros (e também ao resto do mundo) como é mais saudável, além de mais gostosa, a convivência entre diferentes sexos, raças e credos. Miscigenação e pluralidade que são a essência da famosa “baianidade”.</p>
<p>E o melhor lugar para entender como se dá o sensual e mestiço sincretismo de Salvador é onde tudo começou: a área central, desde sempre dividida entre a Cidade Baixa, no nível do mar, e a Cidade Alta, implantada no alto dos morros que contornam a orla. Programe a expedição para um dia de semana (quando o movimento de pessoas é maior) e procure não ostentar objetos de valor (há um certo risco sempre presente, tanto de dia quanto à noite, de algum inconveniente. E prevenir é sempre a melhor alternativa). De preferência, opte por começar o passeio pelo Mercado Modelo. O centro de compras reúne muitos dos cheiros e das cores que marcam a cultura baiana. O coentro e o cominho são onipresentes, mas a infinidade de farinhas, como a de mandioca, impressiona. Também estão lá os ingredientes de pratos típicos como o vatapá, o caruru e o acarajé. O bolinho, aliás, é preparado pelas típicas baianas em esquinas de toda a cidade.</p>
<p>Atrás do Mercado Modelo está o Elevador Lacerda, que liga a parte baixa do centro de Salvador à Cidade Alta. O ascensor proporciona uma estonteante vista panorâmica do contorno da Baía de Todos os Santos e da dramática luminosidade do céu da cidade. Ao chegar ao topo, siga direto pela Rua Chile até a Praça da Sé. E sorria: você chegou ao badalado Pelourinho, conjunto de igrejas e casas dos séculos 16, 17 e 18 que compõem o mais charmoso circuito de lojas, pousadas e restaurantes da cidade. Caminhe pelas vielas, visite as principais igrejas e entre nas lojinhas de artesanato. Só não se deixe enganar por propostas inusitadas, muitas vezes de cunho sexual, dos vendedores ambulantes da famigerada fitinha do Senhor do Bonfim e outras lembrancinhas. Pode acreditar: ofertas estranhas e suspeitas podem ser tão comuns em Salvador como a música axé, o candomblé ou a capoeira.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110105821-gtravel134-01.jpg" alt="" width="280" height="200" /><br />
O Pelourinho é o cenário ideal para entrar no clima de cultura e história de Salvador</td>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110105800-gtravel134-02.jpg" alt="" width="280" height="200" /><br />
Além de reservar vistas inesquecíveis, o Elevador Lacerda une a Cidade Baixa à Cidade Alta</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110105742-gtravel134-03.jpg" alt="" width="280" height="200" /><br />
A Praia do Porto da Barra reúne LGBT,<br />
modernos e hippies desde a década de 60</td>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110105728-gtravel134-04.jpg" alt="" width="280" height="200" /><br />
O Mercado Modelo é bom ponto de partida<br />
para um passeio pelo centro da cidade</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Baianidade gay nagô</span></strong> &#8211; Se do lado da Baía de Todos os Santos a cidade esbanja história e cultura, do lado do oceano ela se espraia por dezenas de quilômetros de praias que agradam a todos que vivem ou estão de passagem pela cidade. O divisor literal das águas soteropolitanas é o bairro da Barra, com o Farol que delimita o fim da área central da cidade e da baía. É ali que está a simpática praia do Porto da Barra, disputada por gays, lésbicas, bi, trans, modernos e hippies durante as tardes de sábado e em todos os dias de verão. A ferveção descolada acontece, aliás, desde os anos 60, quando Gil e Caetano, Gal e Bethânia davam pinta por lá. Mas as dezenas de quilômetros de praias de mar aberto da capital baiana reservam muitas outras surpresas, tanto em suas águas mornas e limpas quanto na areia batida, ideais para a prática dos esportes, do lazer e da paquera. A Barraca do Gaúcho Tchê Biruta é um dos points mais modernos da orla e fica do outro lado da cidade, no extremo norte da orla, precisamente na praia de Stella Maris. Sua elevada concentração de gente bonita justifica a visita, apesar da distância. A Praia dos Artistas, por sua vez, é o caldeirão assumidamente gay do litoral soteropolitano. Poucos metros defronte ao Esporte Clube Bahia, há um bolsão de estacionamento de onde se avistam as bandeiras do arco-íris esvoaçando entre a avenida e a praia. Sábado e domingo são os dias mais movimentados nos quiosques GLS da praia. O fervo, porém, também acontece durante a semana, sobretudo no período entre o Ano Novo e o Carnaval. A barraca pioneira da região é a Aruba, centro do basfond praiano com shows de drags e muita “caçação” depois do pôr-do-sol. A barraca República reúne um povo que mantém a compostura durante o dia, mas ferve ao som de música eletrônica a partir do final da tarde. E a cabana Bahamas é o lugar de quem procura um pouco mais de sossego e um cardápio com opções variadas. Comida e bebida, aliás, não faltam por toda orla soteropolitana. Além da cerveja gelada e do queijo coalho tostado –  iguaria que cruzou fronteiras e conquistou o Centro-Sul –  nas barracas encontram-se pratos típicos nordestinos como os caldinhos, os escondidinhos e as muitas espécies de crustáceos do litoral da região. Portanto, não se preocupe em levar mantimentos e, tampouco, guarda-sóis para a praia – no nordeste, quem garante o conforto são os quiosques, cujos funcionários oferecem mesas e cadeiras aos clientes, além de abrigo para o sol inclemente.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#ffcc00">
<p style="margin: 20px;" align="left"><span style="color: #ff6600;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ffffff;"><span style="color: #000000; font-size: xx-small;"><em></em></span></span></span></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2"><em><span style="font-size: xx-small;">Fotos: Wellington / Divulgação</span></em></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110112412-gtravel134-06.jpg" alt="" hspace="5" width="253" height="165" /><br />
Boate <strong>Off Club</strong>: domínio da cena<br />
eletrônica soteropolitana</td>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110112429-gtravel134-05.jpg" alt="" hspace="5" width="253" height="165" /><br />
Bar <strong>Marquês</strong> é a dica pra quem quer<br />
começar a noite num bar mais confortável</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="font-size: small;"><br />
CENA DOCE BÁRBARA</span></strong></p>
<p>Um dos points mais fervidos da noite é o Beco da Off, nome dado à Rua Dias D’Ávila porque é no imóvel de número 33 da travessa que está a Off Club, boate que há cinco anos domina a cena eletrônica soteropolitana. A via de apenas um quarteirão concentra bares e creperias que funcionam a partir das 20h como chill in do clube cujas portas abrem às 23h30 das sextas-feiras e dos sábados. Homens e mulheres ficam nas mesinhas da calçada e aproveitam para apreciar a vista para o mar, já que a viela começa no trecho oceânico da praia da Barra. O vento marítimo é constante e serve de refresco para o calor da multidão, especialmente no Carnaval, quando o movimento acontece 24 horas.</p>
<p>Já entre as opções soteropolitanas, para quem prefere começar a noite em um bar mais confortável, uma boa dica é o Marquês (Rua Marquês de Caravelas, 148), também na Barra. É ali que o povo mais moderno e arrumado, mas não menos descontraído, se reúne antes da balada.</p>
<p>Outras ruas que têm tradição na noite gay de Salvador são o Beco dos Artistas e a Carlos Gomes, ambas nas proximidades da Praça Dois de Julho, no Campo Grande. Mas fique atento, com grande parte dos habitués composta por um público GLS jovem, o movimento nos bares de ambos os logradouros costuma começar cedo e terminar cedo também, antes da meia-noite.</p>
<p>O Beco dos Artistas, particularmente, faz parte da história da noite de Salvador. Seus bares eram o ponto de encontro do povo da contracultura, doces bárbaros ou novos baianos, que circulavam pelo Teatro Castro Alves (ali do lado) nos idos das décadas de 60 e 70. O espírito libertário talvez não esteja mais lá, mas o charme de seus bares ainda justifica uma visita.</p>
<p>E na Carlos Gomes, o fervo continua madrugada adentro no clube Caverna, na altura do número 616. Todo decorado com carpetes e espelhos, o lugar é um clássico soteropolitano quando o assunto é show de transformistas. Outra tradição soteropolitana é a Tropical News, no simbólico número 24 da Rua Nilton Prado, 24 (Gamboa de Cima), boate com mais de 30 anos que dedica sua programação ao ecletismo musical e às performances de drags e travestis.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Um paraíso chamado Fernando de Noronha</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 14:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Região Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[Noronha]]></category>
		<category><![CDATA[Praias]]></category>

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Entre golfinhos saltitantes e praias de embasbacar, ilha é perfeita para curtir tranqüilidade em meio à natureza





Snorkel, máquina fotográfica e um bom tênis. Esses são os itens essenciais para uma viagem até Fernando de Noronha, o surreal arquipélago pernambucano. A fauna – só no céu são mais de 40 espécies – dá vida às paisagens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080918092631-gtravel123-dicas-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Entre golfinhos saltitantes e praias de embasbacar, ilha é perfeita para curtir tranqüilidade em meio à natureza</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span>Snorkel, máquina fotográfica e um bom tênis. Esses são os itens essenciais para uma viagem até <strong>Fernando de Noronha</strong>, o surreal arquipélago pernambucano. A fauna – só no céu são mais de 40 espécies – dá vida às paisagens paradisíacas da ilha. É embarcar em um passeio de barco que repentinamente aparecem golfinhos fazendo acrobacias. Nas praias, seja na imperdível <strong>Baía do Sancho</strong> ou na cênica <strong>Atalaia</strong>, tartarugas dão o ar da graça.</span></p>
<p><span id="more-37"></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="249" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;">Fotos: Luck</span><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080918094114-gtravel123-dicas-1.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">Acima, vista da Praia da Conceição.<br />
Abaixo a paradisíaca Baía dos Porcos</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="right"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080918094130-gtravel123-dicas-2.jpg" alt="" /></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O sol é um parceiro constante. É ele que dá a beleza no começo do dia no <strong>mirante dos Golfinhos</strong>, e, ao anoitecer, no Boldró ou na praia da Conceição, local onde o sol se põe entre o morro Dois Irmãos. Ou seja, protetor solar é obrigatório. Outra dica é sempre ter água e algo para comer na mochila. Por lá, esqueça barracas de praia e ambulantes barulhentos. As praias dos Porcos, Leão, <strong>Cacimba do Padre</strong>, Lage do Bode e Abras também são imperdíveis. Difícil, na verdade, é dizer quais não são.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Mergulho cobiçado</span></strong> &#8211; A ilha também é perfeita para caminhadas e mergulhos. A visibilidade, principalmente entre os meses de dezembro e março, chega a inacreditáveis 50 metros – o que torna o arquipélago um dos destinos de mergulho mais cobiçados do mundo. Mesmo quem nunca colocou um cilindro nas costas, pode entrar de cabeça na água. Em um dia é possível fazer o batismo e descobrir uma imensidão de cores, difícil de imaginar. O plana sub, uma espécie de prancha que puxa mergulhadores, inventado por lá mesmo, é diversão garantida.</p>
<p>Depois que o sol se vai, o roteiro é certo: assistir à palestra do projeto <strong>Tamar</strong>, saborear os coloridos pratos locais e cair no forró do Bar do Cachorro. Nem fonte de água doce Noronha tem, por outro lado, até restaurante servindo uma suculenta picanha você encontra. Sim, porque o fato de a ilha estar a quase 500 quilômetros do continente não significa em nada que a estrutura é falha. Entretanto, apesar de muitos estabelecimentos aceitarem os principais cartões de crédito, tenha sempre dinheiro vivo no bolso. E tome cuidado também com os aparelhos eletrônicos: lá a voltagem é 220 volts. No mais, é só relaxar e curtir o cenário, o sol, a cor das águas e todos os inumeráveis atributos que fazem o viajante que está em Noronha se sentir desfrutando um pedacinho do Éden.</p>
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		<title>Guia gay básico de Salvador</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 14:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
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		<category><![CDATA[Salvador]]></category>

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		<description><![CDATA[






Confira dicas para aproveitar ao máximo a capital baiana e anote na agenda: durante o feriado de 7 de setembro a cidade vai ferver ainda mais com festas e agitos do Orgulho Gay (A Parada acontece no dia 09/09, às 10h, no Campo Grande)





Na terra dos orixás 
Costuma-se dizer que ao desembarcar em Salvador e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20070802184930-dica-119-salvador.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Confira dicas para aproveitar ao máximo a capital baiana e anote na agenda: durante o feriado de 7 de setembro a cidade vai ferver ainda mais com festas e agitos do Orgulho Gay (A Parada acontece no dia 09/09, às 10h, no Campo Grande)</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><strong><br />
Na terra dos orixás</strong> </span></p>
<p>Costuma-se dizer que ao desembarcar em Salvador e pegar o túnel formado por bambuzais, logo após deixar o aeroporto, um novo mundo espera por você. Salvador tem magia no ar, além, é claro, de uma temperatura caliente e nativos “acesos”. A cidade é extremamente sensual, romântica, mas principalmente hospitaleira, por causa de seus habitantes. Se você ainda não tem onde ficar, indicamos o gayfriendly <strong>Hotel Casa do Amarelindo</strong>.</p>
<p><span id="more-21"></span></p>
<p>Três praias dividem a preferência da cena gay. A mais próxima do centro da cidade é a do <strong>Porto da Barra</strong>, que antecede a da Barra. Trata-se de uma prainha linda, sem ondas, cheia de barcos e com a ilha de Itaparica ao fundo. Tem o pôr-do-sol mais belo de Salvador e seu canto direito é uma festa de sarados e vips. Na grande orla, não deixe de passar pela <strong>Praia dos Artistas</strong>, sempre fervida. Em <strong>Stella Maris</strong> estão as barracas mais “produzidas”, ao som de dance e pop rock. Tente a barraca do charmoso <strong>Gaúcho</strong>.</p>
<p>Durante a tarde, visite o <strong>Pelourinho</strong> e a<strong> Igreja São Francisco</strong>, toda em ouro. Percorra também os museus e outras igrejas. Se quiser, passe o fim de tarde no <strong>Solar do Unhão</strong>, onde fica o <strong>Museu de Arte Moderna</strong>.</p>
<p>O circuito gastrônomico está cada dia mais completo. A novidade é o <strong>Gengibre</strong>, no pier Bahia Marina, e com curadoria gourmet da chef Tatiana Szeles. Coma acarajé com as baianas: <strong>Dinha</strong>, no Rio Vermelho, ou com a <strong>Cira</strong>, em Itapoã. Aliás, o Rio Vermelho possui ótimos restaurantes e points do “babado”, como o <strong>Babalotim</strong>, um bar com direito a pista.</p>
<p>Os mais modernos estão dançando no <strong>Boomerangue</strong>. A boate mais procurada de Salvador é a <strong>Off</strong>, na Barra. Quem quer se divertir com os shows das travestis baianas deve ir ao <strong>Tropical</strong>, na ladeira da Gamboa. Além das diversas saunas, como a <strong>Esgrima</strong>, num prédio de 200 anos, ou a <strong>Persona</strong>, com musculosos baianos, o clube <strong>Queens</strong>, em Barris, faz a linha cruising bar, com cine erótico, cabiens e glory holes. Então, para que esperar pelo carnaval?</p>
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		<title>Recife, do frevo ao fervo</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2008/08/recife-do-frevo-ao-fervo/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 04:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por ser tão antigo e cheio de história, o Recife prende a atenção do visitante logo de cara, muito por seu clima e cultura, mas também pela evidente beleza natural. Já começa pelo nome, que vem sempre precedido do artigo masculino “o”. Sempre mesmo! E disso os pernambucanos fazem questão, afinal, o nome da cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 392px"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080815151549-gtravel131-abre.jpg" alt="Recife - PE" width="382" height="260" /><p class="wp-caption-text">A vibrante cidade pernambucana, a mais antiga capital brasileira, transborda história e cultura e tem uma fervidíssima cena gay </p></div>
<p>Por ser tão antigo e cheio de história, o Recife prende a atenção do visitante logo de cara, muito por seu clima e cultura, mas também pela evidente beleza natural. Já começa pelo nome, que vem sempre precedido do artigo masculino “o”. Sempre mesmo! E disso os pernambucanos fazem questão, afinal, o nome da cidade se refere ao acidente geográfico que se destaca na paisagem da famosa Boa Viagem, o arrecife descrito por portugueses e holandeses, lá no início da colonização do País.</p>
<p><span id="more-56"></span></p>
<p>O que pode parecer mero detalhe para muitos, talvez diga muito sobre o Recife. A cidade tem um pouco desse jeito altivo, meio atrevido até, talvez herança dos tempos em que era muito poderosa. A mais antiga capital brasileira teve também um dos primeiros portos, por onde transitavam toneladas da nossa preciosa cana-de-açúcar. Desse período também vêm os legados cultural, artístico e arquitetônico deixados por índios, portugueses, judeus e holandeses. Na efervescência dessa mistura, criou-se um solo fértil para intelectuais, como os poetas Manuel Bandeira e João Cabral de Melo Neto, o dramaturgo Nelson Rodrigues, o antropólogo Gilberto Freyre, os artistas plásticos Francisco Brennand e Romero Britto, os políticos Frei Caneca e Joaquim Nabuco, os músicos Chico Science, Lenine e Otto. E a lista não pára.</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Praias e mais praias</span></strong> &#8211; A cidade do Recife é o centro de uma grande região metropolitana, que engloba ainda outras cidades como Olinda, Cabo de Santo Agostinho, Itamaracá e Ipojuca, que têm praias imperdíveis como Calhetas, Porto de Galinhas, Muro Alto, Maracaípe, Carneiros e Tamandaré.</p>
<p>Já as praias urbanas de Recife e Olinda, se não têm aquela paisagem semideserta, contam com boa estrutura e conforto. Toda a orla da famosa Boa Viagem, com cerca de sete quilômetros de extensão, por exemplo, tem restaurantes e barzinhos excelentes, perfeitos para matar aquela fominha pós-praia ou ir bebericando noite adentro. Mas difícil é sentir fome na praia, já que as tradicionais barracas e ambulantes vendem todo tipo de guloseima em plena areia, desde os prosaicos espetinhos de peixe e camarão fritos e de queijo coalho, até ovos de codorna, ostras, frutas e sopas de tudo que é coisa, inclusive uma apelidada de Caldinho Viagra. Promissor, não?</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Oh, linda!</span></strong> &#8211; Coladinha ao Recife fica Olinda, cidade de muitos encantos e nome óbvio. Seu centrinho, cheio de ladeiras de paralelepípedos e igrejas do século 16, foi um dos primeiros a serem declarados Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela Unesco.</p>
<p>Com ares de vilarejo, Olinda ainda é pródiga em manifestações culturais, como maracatus, afoxés e frevos que acontecem na rua, a céu aberto, e também em ateliês de arte e artesanato, cujas obras podem ser encontradas em feirinhas e no Mercado da Ribeira. O exemplo mais emblemático desse artesanato são os bonecos gigantes que colorem as ruas durante o Carnaval.</p>
<p>A cidade é tão pequenininha que pode ser conhecida em um dia. Não deixe de subir no Alto da Sé, cujo cansaço é compensado pela vista que oferece do mar e pela Igreja da Sé, de 1537. A Basílica de São Bento, também do século 16, já teve seu altar de quase 15 metros de altura exposto até no Museu Guggenheim, de Nova York. Chiquérrimo!</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Roteiro básico</span></strong> &#8211; Como grande metrópole que é, Recife ainda oferece uma vasta diversidade de restaurantes, bares e centros de compras. Confira algumas boas opções:</p>
<p><strong>Para comer</strong> &#8211; Boas sugestões são as carnes do Spettus, a feijoada do Recife Palace Hotel, a pizza da Tomaselli La Gôndola e o italiano Pomodoro Café. Em Olinda, não perca a delícia e a sofisticação do Oficina do Sabor, restaurante com uma cozinha regional-contemporânea da qual saem pratos à base de jerimum, tapioca, leite de coco, e outros ingredientes bem brasileiros.</p>
<p><strong>Para beber </strong>- Não deixe de conhecer o Biruta Bar e sua privilegiada vista da Praia do Pina, o Boteco, na avenida Boa Viagem, com seus chopes cremosos e salgados apetitosos, a boemia e a boa música do Empório Sertanejo e o clima de paquera do UK Pub. Em Porto de Galinhas, vá ao Fiteiro, boteco jovem e descolado, mas com alma vintage e radiola de ficha.</p>
<p><strong>Para passear </strong>- O catamarã sai do porto, percorre os trechos dos rios Beberibe e Capiberibe, que cortam o centro, e passa por pontes históricas. É imperdível! Outros lugares que merecem ser vistos são o Museu Brennand e suas mais de duas mil esculturas, o cinema da Fundação Joaquim Nabuco e a sinagoga Kahal Zur Israel, a primeira das Américas.</p>
<p><strong>Para comprar</strong> &#8211; Além dos três bons shoppings, há um lugar espetacular: o Paço da Alfândega, que está instalado no prédio onde originalmente funcionava a alfândega pernambucana e que hoje conta com lojas de grifes modernas. É muito bacana conhecer também a Casa de Cultura, um centro de artesanato que fica na antiga prisão, e o Mercado de São José, que teve sua estrutura de aço fabricada na Europa.</p>
<p style="margin:20px;" align="left"><span style="color:#ff6600;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#ffffff;"><strong><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#000000;">Cena GLS é tão democrática quanto os recifenses</span><br />
</span><br />
</strong><span style="font-size:xx-small;color:#000000;"><em> </em></span><br />
<span style="color:#000000;"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080815161437-gtravel131-box1.jpg" alt="" hspace="5" width="200" height="302" align="left" /></span></span></span></span>A cena gay do Recife começa ainda pela manhã na orla da cidade, mas só termina no final da madrugada, quando as diversas casas noturnas espalhadas pelos bairros centrais encerram suas baladas.</p>
<p>O trecho de areia entre o Hotel Savaroni e o Edifício Acaiaca é a área de concentração gay da Praia de Boa Viagem. Sempre de sunga ou biquíni, o povo se encontra ali, aos sábados e domingos de sol, a partir das 10h, e só vai embora ao final da tarde. Dá de tudo nesse pedaço da costa: meninos e meninas, ricos e pobres, sarados e gordinhos.</p>
<p>Mas as atrações do Recife não estão restritas nem aos finais de semana, nem à paquera nas praias. Diariamente, moradores e turistas se encontram &#8211; de banho tomado &#8211; no popular bairro da Boa Vista, ao redor do shopping de mesmo nome, onde estão alguns dos bares gays mais tradicionais da cidade, como o Pithouse e o Mustang.</p>
<p style="margin:20px;" align="left">Já os recifenses modernos preferem se reunir na Galeria Joana D’Arc, localizada no bairro do Pina. Além de lojas de roupas, a galeria reúne bares e restaurantes que, durante a noite, compartilham um jardim com mesinhas onde está a maior concentração de gente alternativa do Recife, principalmente entre quinta-feira e domingo.</p>
<p>Modernos ou não, todos terminam as noites de sexta e sábado em alguma das boates da cidade, como a boate Metrópole, a mais famosa entre recifenses e turistas. A casa, localizada na Boa Vista, conta com concorridos shows de striptease masculino e reúne diversos bares temáticos e pistas de dança animadas por top DJs locais e convidados.</p>
<p>E como outras capitais brasileiras, Recife também tem sua matinê dominical. No MKB (Meu Kaso Bar), também na Boa Vista e que abre às 21h, a multidão se joga na pista ao som eclético, que vai do pagode ao forró, e circula pela dance music radiofônica. A festa é democrática como toda cena GLS recifense, que acorda cedo, mas não tem hora pra acabar.</p>
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		<title>Dois em um: Natal e Pipa</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 14:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Região Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
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		<description><![CDATA[Combinar num mesmo roteiro a capital do Rio Grande do Norte e o famoso vilarejo é ideal para quem quer desfrutar ao máximo as belezas da região 




Fotos: SETUR RN




A ensolarada e tranqüila capital potiguar

Apesar de ser a capital do Rio Grande do Norte, Natal é uma das cidades mais sossegadas de todo o Nordeste. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Combinar num mesmo roteiro a capital do Rio Grande do Norte e o famoso vilarejo é ideal para quem quer desfrutar ao máximo as belezas da região </strong></p>
<p><strong></strong><span style="color:#ff0000;"><strong></strong></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="218" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#000000;font-size:xx-small;"><em>Fotos: SETUR RN</em></span><br />
<strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080310114423-dicas126-1.jpg" alt="" width="208" height="198" /></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>A ensolarada e tranqüila capital potiguar<br />
</strong><br />
Apesar de ser a capital do Rio Grande do Norte, Natal é uma das cidades mais sossegadas de todo o Nordeste. Sol não falta: são 300 dias por ano. Dunas, águas claras e praias que agradam até os mais exigentes.  A Ponta Negra, que na verdade é o nome de um bairro, é o principal ponto de badalação. É nesse local que está, sem sombra de dúvidas, o maior cartão postal da cidade: o <strong>Morro do Careca</strong>.</p>
<p><span id="more-35"></span></p>
<p>Já a Via Costeira é outro ponto de encontro. Em seus dez quilômetros estão reunidos os grandes resorts e também o Parque das Dunas, uma reserva com mais de 1100 hectares. Andar de buggy requer um coração forte. Alguns paredões de areia chegam a quase 70 metros de altura. Os bugueiros descem, completamente despreocupados, essas verdadeiras montanhas-russas a 70 quilômetros por hora. E vá sempre com um guia. Muitas das dunas são móveis e, da noite pro dia, o caminho muda. Pedir “com emoção” ou “sem emoção” também resolve se você não for muito acostumado a grandes aventuras. Os passeios duram de uma hora a um dia todo. Depende muito do que você tem intenção de conhecer.</p>
<p>É interessante sempre reservar o passeio no dia anterior. Além de visitar as dunas e se banhar nas águas claras, é possível fazer <strong>passeios de dromedário</strong>. Os animais foram trazidos da África e recebem tratamento especial para se adaptarem às diferenças climáticas do Nordeste. Mas, prepare-se, o cheiro dos bichões não é dos melhores. Quanto ao charme urbano, não deixe de passar pela parte histórica da cidade, que inclui o belíssimo forte dos Reis Magos.</p>
<p>E se tiver sorte, vai cruzar na rua com a cidadã mais famosa da cidade, a top model <strong>Fernanda Tavares</strong>.</p>
<p><strong></strong></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="211" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080310115737-dicas126-2b.jpg" alt="" width="201" height="239" align="left" /></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>O badalado vilarejo de Pipa</strong></p>
<p><strong></strong>A praia da Pipa, a apenas 80 quilômetros de Natal, é a esticada ideal para quem visita a capital potiguar. O local, localizado no município de Tibau do Sul, tem grandes falésias e águas quentinhas. O vilarejo é pequeno no tamanho, mas grande no movimento e na beleza. As falésias começaram a receber turistas há cerca de 20 anos.</p>
<p>Pipa ganhou fama internacional desde que virou notícia da revista norte-americana Time. Desde então, o local ganhou infra-estrutura de gente grande, sem perder a simplicidade. Ao lado de restaurantes franceses, por exemplo, você encontra facilmente pratos feitos por pescadores. A praia da Pipa é a principal, mas, na região, estão também a do Amor, point de surfistas, a das Minas, a do Moleque, do Curral, entre outras. A região tem águas mornas e ótimas ondas. Surfistas estão sempre passeando por ali.</p>
<p>Não deixe de ir até o mirante da Baía dos Golfinhos, que vão até ali atrás de cardumes de peixes. Se der sorte ainda consegue ver tranqüilas tartarugas marinhas. À noite a agitação do dia continua nos bares do vilarejo. Os ritmos são os mais variados: vão do blues ao rock. Os principais bares ficam na avenida central. Música eletrônica também não falta. Discotecas embalam os mais animados até o sol nascer.</p>
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		<title>Recife e João Pessoa, dobradinha perfeita</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 14:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Região Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Boates]]></category>
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Capitais nordestinas se ligam em apenas uma hora e têm ótimos roteiros GLBT






Que tal fazer uma dobradinha de capitais nordestinas? Conhecer João Pessoa, na Paraíba, e Recife, em Pernambuco, que ficam a apenas 120 quilômetros uma da outra. Uma só viagem é ideal para quem quer pegar boas praias e aproveitar a badalação nordestina durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20071204172129-dicas123-recife-e-joao.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Capitais nordestinas se ligam em apenas uma hora e têm ótimos roteiros GLBT</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span><br />
Que tal fazer uma dobradinha de capitais nordestinas? Conhecer João Pessoa, na Paraíba, e Recife, em Pernambuco, que ficam a apenas 120 quilômetros uma da outra. Uma só viagem é ideal para quem quer pegar boas praias e aproveitar a badalação nordestina durante o verão. </span></p>
<p>Recife é conhecida como a Veneza brasileira por ser marcada por tantas pontes. A praia mais movimentada, e também a mais urbana, é a de Boa Viagem. Não faltam bons pedaços de areia para relaxar – e paquerar. À noite, a cidade se transforma. Bares, restaurantes e casas noturnas ficam lotados. O Bairro do Recife, ou Recife Antigo, é uma ótima pedida.</p>
<p><span id="more-29"></span></p>
<p>Dê também um pulinho em Olinda, a alegre e belíssima cidade pernambucana que fica “colada” na capital. Não existe diversidade de praias, mas os ateliês, a arquitetura secular e os ótimos restaurantes enfeitiçam o visitante.</p>
<p>Já João Pessoa é uma capital com jeitão de interior. Calma e segura, tem muitas belezas naturais. Não perca a paisagem da orla da cidade, vista da <strong>Ponta do Seixas</strong>. É lá que está o <strong>Farol do Cabo Branco</strong>, o ponto mais oriental do país. O pôr-do-sol na praia do Jacaré é um espetáculo. Quando entardece, a maioria dos bares toca o clássico Bolero, de Ravel. Inesquecível!</p>
<p>Entre as praias, para quem quer mais sossego, o litoral sul é a melhor alternativa. Visite, por exemplo, Tabatinga, Coqueirinho e <strong>Tambaba, a praia naturista</strong>.</p>
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		<title>A benção de Salvador</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2007 16:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
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		<category><![CDATA[Salvador]]></category>

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Entre o novo ano em meio à ferveção soteropolitana e com a proteção dos orixás






Salvador tem um rebolado diferente durante a passagem de ano. O Elevador Lacerda costuma servir de cenário para a tradicional queima de fogos na hora da contagem. No Farol da Barra, grandes nomes da MPB fazem shows marcantes para quem quiser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
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<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20071107155428-dicas122-salvador-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Entre o novo ano em meio à ferveção soteropolitana e com a proteção dos orixás</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span><br />
Salvador tem um rebolado diferente durante a passagem de ano. O <strong>Elevador Lacerda </strong>costuma servir de cenário para a tradicional queima de fogos na hora da contagem. No <strong>Farol da Barra</strong>, grandes nomes da MPB fazem shows marcantes para quem quiser agitar. Prepare também as flores e a roupa branca. As praias ficam lotadas de gente fazendo oferendas para os santos. </span></p>
<p><span id="more-31"></span></p>
<p>E, depois de aproveitar a grande noite, vá para as praias ou para o Pelourinho, o centro histórico único! Tombado pela UNESCO, tem vários casarões dos séculos 16, 17 e 18. A região é dividida em três partes: da Praça Municipal ao Largo de São Francisco, Largo do Carmo e <strong>Pelourinho</strong>. Arrume um mapa para não se perder. </p>
<p>A praia de <strong>Pituaçu</strong>, ou dos Artistas, a 17 quilômetros do centro de Salvador, tem poucas ondas, mas agitação certa. Os quiosques e barracos lotam o dia todo. A <strong>barraca Aruba</strong>, com quase dez anos, fica aberta todos os dias até o último cliente sair. Aos sábados e domingos prepare-se para cair no axé. O caldo Aruba, por cerca de R$ 3, é famoso. Polvo, siri, camarão, ostra e peixes vão na iguaria. À noite, a diversão em Salvador fica nos becos. E começa cedo. Às quartas, caia na gargalhada com as drags, como a estrelíssima Gina de Mascar, no Camarim, no Beco dos Artistas. O local, próximo ao Teatro Castro Alves, fica no bairro Garcia e tem mais oito bares.</p>
<p>O <strong>beco da Off </strong>(apelido dado graças à boate que ali se instalou), na Barra, é bom aos sábados e domingos. O “esquenta” começa no bar do Geraldo e na creperia La Bouche. A partir da 1h, o clube que dá nome ao lugar fica lotado. A casa na rua Dia d’Ávila toca de house a axé até o amanhecer. Durante o dia, a praia mais gay e também – para muitos, como Gilberto Gil – a mais linda da cidade é a de <strong>Porto da Barra</strong>, onde o sol se põe para você nunca mais se esquecer.</p>
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