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	<title>Turismo GLS &#187; Roteiros Nacionais</title>
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	<description>Roteiros de Viagem para o Público GLS</description>
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		<title>Bahia de todos os sexos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 20:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Região Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>

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		<description><![CDATA[Cheia de charme e transbordando alegria, Salvador possui um encanto particular aos turistas gays e lésbicas: a harmoniosa convivência entre as diferenças Basta uma visita a Salvador para entender por que a cultura da Bahia exerce tanta influência sobre o resto do Brasil. A cidade deixou de ser a capital do país em 1763, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img id="imgMat" src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081106121518-gtravel134-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Cheia de charme e transbordando alegria, Salvador possui um encanto particular aos turistas gays e lésbicas: a harmoniosa convivência entre as diferenças </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span id="MT_bt_texto_multitext_1" style="display: block;">Basta uma visita a Salvador para entender por que a cultura da Bahia exerce tanta influência sobre o resto do Brasil. A cidade deixou de ser a capital do país em 1763, mas o comportamento liberal do povo baiano continua envolvendo os forasteiros, que levam para casa muitas das lições aprendidas. Além de seduzir os viajantes, a cidade sabe como poucas misturar história e cultura singulares com dezenas de quilômetros de praias democráticas. Viajantes gays e lésbicas têm um componente a mais na singular experiência de visitar Salvador: sexo é um assunto tão corriqueiro para o soteropolitano que é bastante natural se confundir a respeito da sexualidade de alguns e quase impossível não acabar se apaixonando, mesmo que de maneira leve, pela ginga baiana. Ou por algum morador da cidade&#8230;</span></p>
<p><span id="more-71"></span>É por essas e outras que os baianos e as baianas insistem &#8211; e conseguem &#8211; provar aos demais brasileiros (e também ao resto do mundo) como é mais saudável, além de mais gostosa, a convivência entre diferentes sexos, raças e credos. Miscigenação e pluralidade que são a essência da famosa “baianidade”.</p>
<p>E o melhor lugar para entender como se dá o sensual e mestiço sincretismo de Salvador é onde tudo começou: a área central, desde sempre dividida entre a Cidade Baixa, no nível do mar, e a Cidade Alta, implantada no alto dos morros que contornam a orla. Programe a expedição para um dia de semana (quando o movimento de pessoas é maior) e procure não ostentar objetos de valor (há um certo risco sempre presente, tanto de dia quanto à noite, de algum inconveniente. E prevenir é sempre a melhor alternativa). De preferência, opte por começar o passeio pelo Mercado Modelo. O centro de compras reúne muitos dos cheiros e das cores que marcam a cultura baiana. O coentro e o cominho são onipresentes, mas a infinidade de farinhas, como a de mandioca, impressiona. Também estão lá os ingredientes de pratos típicos como o vatapá, o caruru e o acarajé. O bolinho, aliás, é preparado pelas típicas baianas em esquinas de toda a cidade.</p>
<p>Atrás do Mercado Modelo está o Elevador Lacerda, que liga a parte baixa do centro de Salvador à Cidade Alta. O ascensor proporciona uma estonteante vista panorâmica do contorno da Baía de Todos os Santos e da dramática luminosidade do céu da cidade. Ao chegar ao topo, siga direto pela Rua Chile até a Praça da Sé. E sorria: você chegou ao badalado Pelourinho, conjunto de igrejas e casas dos séculos 16, 17 e 18 que compõem o mais charmoso circuito de lojas, pousadas e restaurantes da cidade. Caminhe pelas vielas, visite as principais igrejas e entre nas lojinhas de artesanato. Só não se deixe enganar por propostas inusitadas, muitas vezes de cunho sexual, dos vendedores ambulantes da famigerada fitinha do Senhor do Bonfim e outras lembrancinhas. Pode acreditar: ofertas estranhas e suspeitas podem ser tão comuns em Salvador como a música axé, o candomblé ou a capoeira.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110105821-gtravel134-01.jpg" alt="" width="280" height="200" /><br />
O Pelourinho é o cenário ideal para entrar no clima de cultura e história de Salvador</td>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110105800-gtravel134-02.jpg" alt="" width="280" height="200" /><br />
Além de reservar vistas inesquecíveis, o Elevador Lacerda une a Cidade Baixa à Cidade Alta</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110105742-gtravel134-03.jpg" alt="" width="280" height="200" /><br />
A Praia do Porto da Barra reúne LGBT,<br />
modernos e hippies desde a década de 60</td>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110105728-gtravel134-04.jpg" alt="" width="280" height="200" /><br />
O Mercado Modelo é bom ponto de partida<br />
para um passeio pelo centro da cidade</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Baianidade gay nagô</span></strong> &#8211; Se do lado da Baía de Todos os Santos a cidade esbanja história e cultura, do lado do oceano ela se espraia por dezenas de quilômetros de praias que agradam a todos que vivem ou estão de passagem pela cidade. O divisor literal das águas soteropolitanas é o bairro da Barra, com o Farol que delimita o fim da área central da cidade e da baía. É ali que está a simpática praia do Porto da Barra, disputada por gays, lésbicas, bi, trans, modernos e hippies durante as tardes de sábado e em todos os dias de verão. A ferveção descolada acontece, aliás, desde os anos 60, quando Gil e Caetano, Gal e Bethânia davam pinta por lá. Mas as dezenas de quilômetros de praias de mar aberto da capital baiana reservam muitas outras surpresas, tanto em suas águas mornas e limpas quanto na areia batida, ideais para a prática dos esportes, do lazer e da paquera. A Barraca do Gaúcho Tchê Biruta é um dos points mais modernos da orla e fica do outro lado da cidade, no extremo norte da orla, precisamente na praia de Stella Maris. Sua elevada concentração de gente bonita justifica a visita, apesar da distância. A Praia dos Artistas, por sua vez, é o caldeirão assumidamente gay do litoral soteropolitano. Poucos metros defronte ao Esporte Clube Bahia, há um bolsão de estacionamento de onde se avistam as bandeiras do arco-íris esvoaçando entre a avenida e a praia. Sábado e domingo são os dias mais movimentados nos quiosques GLS da praia. O fervo, porém, também acontece durante a semana, sobretudo no período entre o Ano Novo e o Carnaval. A barraca pioneira da região é a Aruba, centro do basfond praiano com shows de drags e muita “caçação” depois do pôr-do-sol. A barraca República reúne um povo que mantém a compostura durante o dia, mas ferve ao som de música eletrônica a partir do final da tarde. E a cabana Bahamas é o lugar de quem procura um pouco mais de sossego e um cardápio com opções variadas. Comida e bebida, aliás, não faltam por toda orla soteropolitana. Além da cerveja gelada e do queijo coalho tostado –  iguaria que cruzou fronteiras e conquistou o Centro-Sul –  nas barracas encontram-se pratos típicos nordestinos como os caldinhos, os escondidinhos e as muitas espécies de crustáceos do litoral da região. Portanto, não se preocupe em levar mantimentos e, tampouco, guarda-sóis para a praia – no nordeste, quem garante o conforto são os quiosques, cujos funcionários oferecem mesas e cadeiras aos clientes, além de abrigo para o sol inclemente.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#ffcc00">
<p style="margin: 20px;" align="left"><span style="color: #ff6600;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ffffff;"><span style="color: #000000; font-size: xx-small;"><em></em></span></span></span></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2"><em><span style="font-size: xx-small;">Fotos: Wellington / Divulgação</span></em></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110112412-gtravel134-06.jpg" alt="" hspace="5" width="253" height="165" /><br />
Boate <strong>Off Club</strong>: domínio da cena<br />
eletrônica soteropolitana</td>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110112429-gtravel134-05.jpg" alt="" hspace="5" width="253" height="165" /><br />
Bar <strong>Marquês</strong> é a dica pra quem quer<br />
começar a noite num bar mais confortável</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="font-size: small;"><br />
CENA DOCE BÁRBARA</span></strong></p>
<p>Um dos points mais fervidos da noite é o Beco da Off, nome dado à Rua Dias D’Ávila porque é no imóvel de número 33 da travessa que está a Off Club, boate que há cinco anos domina a cena eletrônica soteropolitana. A via de apenas um quarteirão concentra bares e creperias que funcionam a partir das 20h como chill in do clube cujas portas abrem às 23h30 das sextas-feiras e dos sábados. Homens e mulheres ficam nas mesinhas da calçada e aproveitam para apreciar a vista para o mar, já que a viela começa no trecho oceânico da praia da Barra. O vento marítimo é constante e serve de refresco para o calor da multidão, especialmente no Carnaval, quando o movimento acontece 24 horas.</p>
<p>Já entre as opções soteropolitanas, para quem prefere começar a noite em um bar mais confortável, uma boa dica é o Marquês (Rua Marquês de Caravelas, 148), também na Barra. É ali que o povo mais moderno e arrumado, mas não menos descontraído, se reúne antes da balada.</p>
<p>Outras ruas que têm tradição na noite gay de Salvador são o Beco dos Artistas e a Carlos Gomes, ambas nas proximidades da Praça Dois de Julho, no Campo Grande. Mas fique atento, com grande parte dos habitués composta por um público GLS jovem, o movimento nos bares de ambos os logradouros costuma começar cedo e terminar cedo também, antes da meia-noite.</p>
<p>O Beco dos Artistas, particularmente, faz parte da história da noite de Salvador. Seus bares eram o ponto de encontro do povo da contracultura, doces bárbaros ou novos baianos, que circulavam pelo Teatro Castro Alves (ali do lado) nos idos das décadas de 60 e 70. O espírito libertário talvez não esteja mais lá, mas o charme de seus bares ainda justifica uma visita.</p>
<p>E na Carlos Gomes, o fervo continua madrugada adentro no clube Caverna, na altura do número 616. Todo decorado com carpetes e espelhos, o lugar é um clássico soteropolitano quando o assunto é show de transformistas. Outra tradição soteropolitana é a Tropical News, no simbólico número 24 da Rua Nilton Prado, 24 (Gamboa de Cima), boate com mais de 30 anos que dedica sua programação ao ecletismo musical e às performances de drags e travestis.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		</item>
		<item>
		<title>Um paraíso chamado Fernando de Noronha</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2008/10/um-paraiso-chamado-fernando-de-noronha/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 14:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Região Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[Noronha]]></category>
		<category><![CDATA[Praias]]></category>

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		<description><![CDATA[Entre golfinhos saltitantes e praias de embasbacar, ilha é perfeita para curtir tranqüilidade em meio à natureza Snorkel, máquina fotográfica e um bom tênis. Esses são os itens essenciais para uma viagem até Fernando de Noronha, o surreal arquipélago pernambucano. A fauna – só no céu são mais de 40 espécies – dá vida às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080918092631-gtravel123-dicas-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Entre golfinhos saltitantes e praias de embasbacar, ilha é perfeita para curtir tranqüilidade em meio à natureza</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span>Snorkel, máquina fotográfica e um bom tênis. Esses são os itens essenciais para uma viagem até <strong>Fernando de Noronha</strong>, o surreal arquipélago pernambucano. A fauna – só no céu são mais de 40 espécies – dá vida às paisagens paradisíacas da ilha. É embarcar em um passeio de barco que repentinamente aparecem golfinhos fazendo acrobacias. Nas praias, seja na imperdível <strong>Baía do Sancho</strong> ou na cênica <strong>Atalaia</strong>, tartarugas dão o ar da graça.</span></p>
<p><span id="more-37"></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="249" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;">Fotos: Luck</span><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080918094114-gtravel123-dicas-1.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">Acima, vista da Praia da Conceição.<br />
Abaixo a paradisíaca Baía dos Porcos</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="right"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080918094130-gtravel123-dicas-2.jpg" alt="" /></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>O sol é um parceiro constante. É ele que dá a beleza no começo do dia no <strong>mirante dos Golfinhos</strong>, e, ao anoitecer, no Boldró ou na praia da Conceição, local onde o sol se põe entre o morro Dois Irmãos. Ou seja, protetor solar é obrigatório. Outra dica é sempre ter água e algo para comer na mochila. Por lá, esqueça barracas de praia e ambulantes barulhentos. As praias dos Porcos, Leão, <strong>Cacimba do Padre</strong>, Lage do Bode e Abras também são imperdíveis. Difícil, na verdade, é dizer quais não são.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Mergulho cobiçado</span></strong> &#8211; A ilha também é perfeita para caminhadas e mergulhos. A visibilidade, principalmente entre os meses de dezembro e março, chega a inacreditáveis 50 metros – o que torna o arquipélago um dos destinos de mergulho mais cobiçados do mundo. Mesmo quem nunca colocou um cilindro nas costas, pode entrar de cabeça na água. Em um dia é possível fazer o batismo e descobrir uma imensidão de cores, difícil de imaginar. O plana sub, uma espécie de prancha que puxa mergulhadores, inventado por lá mesmo, é diversão garantida.</p>
<p>Depois que o sol se vai, o roteiro é certo: assistir à palestra do projeto <strong>Tamar</strong>, saborear os coloridos pratos locais e cair no forró do Bar do Cachorro. Nem fonte de água doce Noronha tem, por outro lado, até restaurante servindo uma suculenta picanha você encontra. Sim, porque o fato de a ilha estar a quase 500 quilômetros do continente não significa em nada que a estrutura é falha. Entretanto, apesar de muitos estabelecimentos aceitarem os principais cartões de crédito, tenha sempre dinheiro vivo no bolso. E tome cuidado também com os aparelhos eletrônicos: lá a voltagem é 220 volts. No mais, é só relaxar e curtir o cenário, o sol, a cor das águas e todos os inumeráveis atributos que fazem o viajante que está em Noronha se sentir desfrutando um pedacinho do Éden.</p>
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		<item>
		<title>Rio de Janeiro, verdadeiro paraíso tropical gay</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2008/09/rio-de-janeiro-verdadeiro-paraiso-tropical-gay/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 14:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Região Sudeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Boates]]></category>
		<category><![CDATA[Praias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[A praia de Copacabana, uma das preferidas entre os turistas gays A Cidade Maravilhosa é uma das mais paradisíacas e afrodisíacas do mundo, e para quem quer se jogar existem opções 24 horas por dia. As praias de Ipanema e Copacabana (foto) recebem o maior número de gays (pelo menos assumidos) da cidade, e na maioria turistas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20070803134349-dica-119-rio.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>A praia de Copacabana, uma das preferidas entre os turistas gays</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span>A Cidade Maravilhosa é uma das mais paradisíacas e afrodisíacas do mundo, e para quem quer se jogar existem opções 24 horas por dia. As praias de Ipanema e Copacabana <em>(foto)</em> recebem o maior número de gays (pelo menos assumidos) da cidade, e na maioria turistas. </span></p>
<p>Pela manhã, a concentração fica no <strong>Posto 9</strong>, em frente à rua <strong>Farme de Amoedo</strong>. É ali que os garotos mais belos e sarados da cidade - e dos mais diversos lugares do planeta - deixam todo mundo louco. Mesmo as mulheres reconhecem que até as tatuagens dos garotos da Farme são as mais bacanas. Imagine o resto! Existem também barracas famosas como a <strong>Raimbow</strong>, em frente ao hotel Copacabana Palace, que costuma reunir, nas areias, os “ursos” cariocas. Vale também ir ao <strong>Quiosque 22</strong>, na lagoa Rodrigo de Freitas.</p>
<p><span id="more-26"></span></p>
<p>Entre a praia e a balada, o povo fica nos bares da Farme, e, para comer, lá na rua existem inúmeras opções, como o bar <strong>Bofetada</strong>. Virando na Barão da Torre, vale um almoço no <strong>Natural</strong>, onde os garotos comem delícias vegetarianas ainda de sunga.</p>
<p>À tarde, visite os pontos turísticos e históricos do centro, respire o ar puro do belíssimo <strong>Jardim Botânico</strong> ou banque o fashion andando pela ruas de Ipanema.</p>
<p>Para dançar, a boate mais tradicional é <strong>Le Boy</strong>, que ainda é sauna e academia, mas que agora recebe como sua maior concorrente uma filial da paulista <strong>The Week</strong>. E ainda existem opções como <strong>Galeria Café</strong> e <strong>The Copa</strong> <strong>Bar</strong>, também no eixo Copa-Ipanema, fazendo a linha mais intimista.</p>
<p>A <strong>Fosfobox</strong> e o <strong>Dama de Ferro</strong> atraem os modernos, assim como as terças quase insanas do pequeno <strong>La Cueva</strong>. Sem dúvida, a melhor música e o lugar mais underground do Rio. Do outro lado da cidade, <strong>Up Turn Bar</strong> é para a moçada mais desencanada da Barra da Tijuca. E ainda tem o <strong>1140</strong>, gigante clube com cinco pistas de ritmos distintos, em Jacarepaguá.</p>
<p>Já as saunas cariocas também são um grande chamariz para os turistas, além das famosas festas espalhadas no<strong>Cine Ideal</strong>, as pool parties, os cruzeiros gays de um dia pela costa e as já famosas <strong>Bitch</strong> e <strong>X-Demente</strong>. Para escolher entre tantas opções, basta sair de manhã pela praia, que os divulgadores, com seus respectivos flyers, ajudarão.</p>
<p>Um bom momento para visitar a cidade será no segundo final de semana de outubro, quando acontece a Parada do Orgulho GLBT, uma das maiores do país (dia 12/10, às 13h, na praia de Copacabana) e Rio promete ferver de turistas e com animadíssimas festas.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Guia gay básico de Salvador</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2008/09/guia-gay-basico-de-salvador/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 14:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Região Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Boates]]></category>
		<category><![CDATA[Praias]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira dicas para aproveitar ao máximo a capital baiana e anote na agenda: durante o feriado de 7 de setembro a cidade vai ferver ainda mais com festas e agitos do Orgulho Gay (A Parada acontece no dia 09/09, às 10h, no Campo Grande) Na terra dos orixás Costuma-se dizer que ao desembarcar em Salvador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20070802184930-dica-119-salvador.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Confira dicas para aproveitar ao máximo a capital baiana e anote na agenda: durante o feriado de 7 de setembro a cidade vai ferver ainda mais com festas e agitos do Orgulho Gay (A Parada acontece no dia 09/09, às 10h, no Campo Grande)</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><strong><br />
Na terra dos orixás</strong> </span></p>
<p>Costuma-se dizer que ao desembarcar em Salvador e pegar o túnel formado por bambuzais, logo após deixar o aeroporto, um novo mundo espera por você. Salvador tem magia no ar, além, é claro, de uma temperatura caliente e nativos “acesos”. A cidade é extremamente sensual, romântica, mas principalmente hospitaleira, por causa de seus habitantes. Se você ainda não tem onde ficar, indicamos o gayfriendly <strong>Hotel Casa do Amarelindo</strong>.</p>
<p><span id="more-21"></span></p>
<p>Três praias dividem a preferência da cena gay. A mais próxima do centro da cidade é a do <strong>Porto da Barra</strong>, que antecede a da Barra. Trata-se de uma prainha linda, sem ondas, cheia de barcos e com a ilha de Itaparica ao fundo. Tem o pôr-do-sol mais belo de Salvador e seu canto direito é uma festa de sarados e vips. Na grande orla, não deixe de passar pela <strong>Praia dos Artistas</strong>, sempre fervida. Em <strong>Stella Maris</strong> estão as barracas mais “produzidas”, ao som de dance e pop rock. Tente a barraca do charmoso <strong>Gaúcho</strong>.</p>
<p>Durante a tarde, visite o <strong>Pelourinho</strong> e a<strong> Igreja São Francisco</strong>, toda em ouro. Percorra também os museus e outras igrejas. Se quiser, passe o fim de tarde no <strong>Solar do Unhão</strong>, onde fica o <strong>Museu de Arte Moderna</strong>.</p>
<p>O circuito gastrônomico está cada dia mais completo. A novidade é o <strong>Gengibre</strong>, no pier Bahia Marina, e com curadoria gourmet da chef Tatiana Szeles. Coma acarajé com as baianas: <strong>Dinha</strong>, no Rio Vermelho, ou com a <strong>Cira</strong>, em Itapoã. Aliás, o Rio Vermelho possui ótimos restaurantes e points do “babado”, como o <strong>Babalotim</strong>, um bar com direito a pista.</p>
<p>Os mais modernos estão dançando no <strong>Boomerangue</strong>. A boate mais procurada de Salvador é a <strong>Off</strong>, na Barra. Quem quer se divertir com os shows das travestis baianas deve ir ao <strong>Tropical</strong>, na ladeira da Gamboa. Além das diversas saunas, como a <strong>Esgrima</strong>, num prédio de 200 anos, ou a <strong>Persona</strong>, com musculosos baianos, o clube <strong>Queens</strong>, em Barris, faz a linha cruising bar, com cine erótico, cabiens e glory holes. Então, para que esperar pelo carnaval?</p>
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		<title>Recife, do frevo ao fervo</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 04:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Região Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Boates]]></category>
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		<description><![CDATA[Por ser tão antigo e cheio de história, o Recife prende a atenção do visitante logo de cara, muito por seu clima e cultura, mas também pela evidente beleza natural. Já começa pelo nome, que vem sempre precedido do artigo masculino “o”. Sempre mesmo! E disso os pernambucanos fazem questão, afinal, o nome da cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 392px"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080815151549-gtravel131-abre.jpg" alt="Recife - PE" width="382" height="260" /><p class="wp-caption-text">A vibrante cidade pernambucana, a mais antiga capital brasileira, transborda história e cultura e tem uma fervidíssima cena gay </p></div>
<p>Por ser tão antigo e cheio de história, o Recife prende a atenção do visitante logo de cara, muito por seu clima e cultura, mas também pela evidente beleza natural. Já começa pelo nome, que vem sempre precedido do artigo masculino “o”. Sempre mesmo! E disso os pernambucanos fazem questão, afinal, o nome da cidade se refere ao acidente geográfico que se destaca na paisagem da famosa Boa Viagem, o arrecife descrito por portugueses e holandeses, lá no início da colonização do País.</p>
<p><span id="more-56"></span></p>
<p>O que pode parecer mero detalhe para muitos, talvez diga muito sobre o Recife. A cidade tem um pouco desse jeito altivo, meio atrevido até, talvez herança dos tempos em que era muito poderosa. A mais antiga capital brasileira teve também um dos primeiros portos, por onde transitavam toneladas da nossa preciosa cana-de-açúcar. Desse período também vêm os legados cultural, artístico e arquitetônico deixados por índios, portugueses, judeus e holandeses. Na efervescência dessa mistura, criou-se um solo fértil para intelectuais, como os poetas Manuel Bandeira e João Cabral de Melo Neto, o dramaturgo Nelson Rodrigues, o antropólogo Gilberto Freyre, os artistas plásticos Francisco Brennand e Romero Britto, os políticos Frei Caneca e Joaquim Nabuco, os músicos Chico Science, Lenine e Otto. E a lista não pára.</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Praias e mais praias</span></strong> &#8211; A cidade do Recife é o centro de uma grande região metropolitana, que engloba ainda outras cidades como Olinda, Cabo de Santo Agostinho, Itamaracá e Ipojuca, que têm praias imperdíveis como Calhetas, Porto de Galinhas, Muro Alto, Maracaípe, Carneiros e Tamandaré.</p>
<p>Já as praias urbanas de Recife e Olinda, se não têm aquela paisagem semideserta, contam com boa estrutura e conforto. Toda a orla da famosa Boa Viagem, com cerca de sete quilômetros de extensão, por exemplo, tem restaurantes e barzinhos excelentes, perfeitos para matar aquela fominha pós-praia ou ir bebericando noite adentro. Mas difícil é sentir fome na praia, já que as tradicionais barracas e ambulantes vendem todo tipo de guloseima em plena areia, desde os prosaicos espetinhos de peixe e camarão fritos e de queijo coalho, até ovos de codorna, ostras, frutas e sopas de tudo que é coisa, inclusive uma apelidada de Caldinho Viagra. Promissor, não?</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Oh, linda!</span></strong> &#8211; Coladinha ao Recife fica Olinda, cidade de muitos encantos e nome óbvio. Seu centrinho, cheio de ladeiras de paralelepípedos e igrejas do século 16, foi um dos primeiros a serem declarados Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela Unesco.</p>
<p>Com ares de vilarejo, Olinda ainda é pródiga em manifestações culturais, como maracatus, afoxés e frevos que acontecem na rua, a céu aberto, e também em ateliês de arte e artesanato, cujas obras podem ser encontradas em feirinhas e no Mercado da Ribeira. O exemplo mais emblemático desse artesanato são os bonecos gigantes que colorem as ruas durante o Carnaval.</p>
<p>A cidade é tão pequenininha que pode ser conhecida em um dia. Não deixe de subir no Alto da Sé, cujo cansaço é compensado pela vista que oferece do mar e pela Igreja da Sé, de 1537. A Basílica de São Bento, também do século 16, já teve seu altar de quase 15 metros de altura exposto até no Museu Guggenheim, de Nova York. Chiquérrimo!</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Roteiro básico</span></strong> &#8211; Como grande metrópole que é, Recife ainda oferece uma vasta diversidade de restaurantes, bares e centros de compras. Confira algumas boas opções:</p>
<p><strong>Para comer</strong> &#8211; Boas sugestões são as carnes do Spettus, a feijoada do Recife Palace Hotel, a pizza da Tomaselli La Gôndola e o italiano Pomodoro Café. Em Olinda, não perca a delícia e a sofisticação do Oficina do Sabor, restaurante com uma cozinha regional-contemporânea da qual saem pratos à base de jerimum, tapioca, leite de coco, e outros ingredientes bem brasileiros.</p>
<p><strong>Para beber </strong>- Não deixe de conhecer o Biruta Bar e sua privilegiada vista da Praia do Pina, o Boteco, na avenida Boa Viagem, com seus chopes cremosos e salgados apetitosos, a boemia e a boa música do Empório Sertanejo e o clima de paquera do UK Pub. Em Porto de Galinhas, vá ao Fiteiro, boteco jovem e descolado, mas com alma vintage e radiola de ficha.</p>
<p><strong>Para passear </strong>- O catamarã sai do porto, percorre os trechos dos rios Beberibe e Capiberibe, que cortam o centro, e passa por pontes históricas. É imperdível! Outros lugares que merecem ser vistos são o Museu Brennand e suas mais de duas mil esculturas, o cinema da Fundação Joaquim Nabuco e a sinagoga Kahal Zur Israel, a primeira das Américas.</p>
<p><strong>Para comprar</strong> &#8211; Além dos três bons shoppings, há um lugar espetacular: o Paço da Alfândega, que está instalado no prédio onde originalmente funcionava a alfândega pernambucana e que hoje conta com lojas de grifes modernas. É muito bacana conhecer também a Casa de Cultura, um centro de artesanato que fica na antiga prisão, e o Mercado de São José, que teve sua estrutura de aço fabricada na Europa.</p>
<p style="margin:20px;" align="left"><span style="color:#ff6600;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#ffffff;"><strong><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#000000;">Cena GLS é tão democrática quanto os recifenses</span><br />
</span><br />
</strong><span style="font-size:xx-small;color:#000000;"><em> </em></span><br />
<span style="color:#000000;"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080815161437-gtravel131-box1.jpg" alt="" hspace="5" width="200" height="302" align="left" /></span></span></span></span>A cena gay do Recife começa ainda pela manhã na orla da cidade, mas só termina no final da madrugada, quando as diversas casas noturnas espalhadas pelos bairros centrais encerram suas baladas.</p>
<p>O trecho de areia entre o Hotel Savaroni e o Edifício Acaiaca é a área de concentração gay da Praia de Boa Viagem. Sempre de sunga ou biquíni, o povo se encontra ali, aos sábados e domingos de sol, a partir das 10h, e só vai embora ao final da tarde. Dá de tudo nesse pedaço da costa: meninos e meninas, ricos e pobres, sarados e gordinhos.</p>
<p>Mas as atrações do Recife não estão restritas nem aos finais de semana, nem à paquera nas praias. Diariamente, moradores e turistas se encontram &#8211; de banho tomado &#8211; no popular bairro da Boa Vista, ao redor do shopping de mesmo nome, onde estão alguns dos bares gays mais tradicionais da cidade, como o Pithouse e o Mustang.</p>
<p style="margin:20px;" align="left">Já os recifenses modernos preferem se reunir na Galeria Joana D’Arc, localizada no bairro do Pina. Além de lojas de roupas, a galeria reúne bares e restaurantes que, durante a noite, compartilham um jardim com mesinhas onde está a maior concentração de gente alternativa do Recife, principalmente entre quinta-feira e domingo.</p>
<p>Modernos ou não, todos terminam as noites de sexta e sábado em alguma das boates da cidade, como a boate Metrópole, a mais famosa entre recifenses e turistas. A casa, localizada na Boa Vista, conta com concorridos shows de striptease masculino e reúne diversos bares temáticos e pistas de dança animadas por top DJs locais e convidados.</p>
<p>E como outras capitais brasileiras, Recife também tem sua matinê dominical. No MKB (Meu Kaso Bar), também na Boa Vista e que abre às 21h, a multidão se joga na pista ao som eclético, que vai do pagode ao forró, e circula pela dance music radiofônica. A festa é democrática como toda cena GLS recifense, que acorda cedo, mas não tem hora pra acabar.</p>
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		<title>Floripa, a nova capital gay</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 14:34:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Região Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Florianópolis]]></category>
		<category><![CDATA[Praias]]></category>

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		<description><![CDATA[Fervida por natureza, a capital catarinense promete bombar no feriado de 7 de setembro, quando acontece a Parada do Orgulho (no dia 09/09, às 13h, na av. Beira Mar Norte, em frente ao bar Koxixo&#8217;s). Confira nossas dicas sobre Floripa Depois do Rio, Florianópolis é hoje um dos lugares mais procurados pelos gays. Ao cruzar um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20070803133057-dica-119-floripa.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Fervida por natureza, a capital catarinense promete bombar no feriado de 7 de setembro, quando acontece a Parada do Orgulho (no dia 09/09, às 13h, na av. Beira Mar Norte, em frente ao bar Koxixo&#8217;s). Confira nossas dicas sobre Floripa</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span>Depois do Rio, Florianópolis é hoje um dos lugares mais procurados pelos gays. Ao cruzar um de seus símbolos, a ponte Hercílio Luz <em>(foto)</em>, a cidade o recebe cheia de atrações. </span></p>
<p>Pela manhã, a <strong>praia Mole</strong> é o ponto de encontro preferido da turma GLS, principalmente o <strong>Bar do Deca</strong>, que, nas temporadas de fim de ano e no carnaval, fica completamente lotado. Abre durante a temporada de verão e eventualmente nos feriados.</p>
<p><span id="more-24"></span></p>
<p>Depois da praia Mole encontramos a famosa <strong>praia da Galheta</strong>, onde é permitido nudismo. Quando o sol se põe, os meninos costumam ir para a lagoa da Conceição, onde, no <strong>Lagoa´s Café</strong>, o povo se prepara para as baladas. Para os mais discretos, o <strong>calçadão da Beira Mar</strong> é outra opção para uma troca de olhares, de telefones e, quem sabe, algo mais. Para dançar, tem a boate <strong>Concorde </strong>no centro, com duas pistas que vão do flashback até o techno pesado, além de três bares e um espaço lounge. No <strong>Mix Café</strong> rola muita música para dançar e cantar a noite toda. Toda sexta-feira há algum show especial. Já <strong>La Luna Club</strong> é uma opção para os modernos e habitués de after-hours, todos os domingos até o meio-dia.</p>
<p>Com tantos gays na cidade, seria de estranhar não ter alguma sauna. Nas <strong>Thermas Hangar</strong>, “pilotos” de plantão fazem a felicidade de seus freqüentadores. No mesmo bairro, a sauna <strong>Oceano</strong> tem sauna seca e a vapor, bar, sala de vídeo e dark-room. E em Floripa os gays vão às feirinhas de artesanato: a <strong>Feirarte da Beira Mar Norte</strong>, a de<strong>Artesanato da Lagoa da Conceição</strong> e o <strong>Café das Artes</strong>, um casarão no centro da cidade que também costuma apresentar mostras de artes variadas.</p>
<p>Dá para perder?</p>
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		<title>Bonito: beleza pura</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jul 2008 15:17:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Região Centro-Oeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Bonito]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>

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		<description><![CDATA[Com uma natureza estonteante, Bonito é uma das principais cidades brasileiras com ecoturismo. E há três anos um festival dedicado ao público GLBT está levando alegria para dentro&#8230; e para fora da mata Quando um lugar se chama Bonito, de imediato se imagina que algo realmente belo nos aguarda. E o nome não mente, essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20070829150649-gtravel-120-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Com uma natureza estonteante, Bonito é uma das principais cidades brasileiras com ecoturismo. E há três anos um festival dedicado ao público GLBT está levando alegria para dentro&#8230; e para fora da mata</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Quando um lugar se chama <strong>Bonito</strong>, de imediato se imagina que algo realmente belo nos aguarda. E o nome não mente, essa cidade de <strong>Mato Grosso do Sul</strong> atrai uma média de 70 mil turistas por ano devido a sua deslumbrante natureza, tratada como se deve nestes tempos em que o ecossistema está em alerta.</p>
<p>A infra-estrutura para receber seus visitantes é muito boa e diversificada. E, melhor ainda: atualmente, num simples banho de cachoeira ou numa noite típica de luar do sertão, pode rolar, digamos, um bonito romance. E para todos os gostos! A cidade, que produz eventos já consagrados, como o Festival de Inverno e o da América do Sul, realiza, em breve, a terceira versão do <em>Gay Bonito</em>, entre os dias 15 e 18 de novembro.</p>
<p><span id="more-46"></span></p>
<p>A programação desse festival reúne palestras, atividades artísticas, festas, e, claro, a atração principal: os imperdíveis passeios pelos belos recantos naturais com pacotes especiais para os grupos gays. Quer dizer, pode-se tanto aproveitar o evento como aventurar-se por cenários de, literalmente, tirar o fôlego.</p>
<p>“Aqui você encontra lugares incríveis para namorar à vontade na beira dos rios, das cachoeiras ou nos morros. Tanto que abriram um motel aqui, mas logo fechou”, brinca Ronald Rosa, idealizador e diretor do evento. Veterinário, Ronald deixou São Paulo e morou quinze anos na área do Pantanal, trabalhando com o turismo local. A região, próxima de Bonito, propiciou muitas amizades, a ponto de ele se mudar para lá. Foi aí que Ronald criou a ong socioambiental Associação Amigos do Brasil e, em seguida, o festival.</p>
<p>O evento é também uma grande vitória para a comunidade gay bonitense, formada, na maioria, por nativos e donos de pousadas, de bares, guias turísticos e outros profissionais do turismo local. A câmara dos vereadores promulgou, em 2006, uma lei antidiscriminação pela orientação sexual para apoiar o festival, assegurando, assim, todos os direitos da diversidade perante qualquer ato discriminatório. Quer dizer: garotos ou garotas andando de mãos dadas publicamente, por exemplo, está ok!</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829165842-gtravel-120-1p.jpg" alt="" width="179" height="219" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Vista panorâmica do<br />
Balneário Municipal<br />
</span></td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829165925-gtravel-120-2p.jpg" alt="" width="179" height="219" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Os peões bonitenses que<br />
viraram protagonistas do filme<br />
<em>Cowboy Forever</em></span></td>
<td valign="top">
<p align="center"><span style="color:#ffffff;"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829170027-gtravel-120-3p.jpg" alt="" width="179" height="219" /><br />
</strong></span><span style="color:#000000;">Entre os passeios, flutuação<br />
através do Bóia Cross</span><span style="color:#ff0000;">�<br />
</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829170643-gtravel-120-4p.jpg" alt="" width="179" height="219" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Durante o festival, o comércio<br />
adota a bandeira do arco-íris</span></td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829170753-gtravel-120-5p.jpg" alt="" width="179" height="219" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Abismo: um dos passeios<br />
preferidos dos turistas</span></td>
<td>
<p align="center"><span style="color:#ffffff;"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829170841-gtravel-120-6p.jpg" alt="" width="179" height="219" /><br />
</strong></span><span style="color:#000000;">Ferveção na noite: na foto,<br />
o público mix do bar Oca</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>�<br />
<strong><span style="color:#ff0000;">Abismo, serpentes e rapel -</span></strong> Independentemente dos descolados dias do festival, o frisson homo corre livre, leve e solto como as águas dos rios. Pela manhã, o encontro geral é no Balneário Municipal. Gratuito para os habitantes e com taxa de R$ 10 para os turistas, o parque tem um lago onde tanto se pode nadar como experimentar um dos prazeres naturais típicos de Bonito, a flutuação. Graças aos rios limpos e às correntezas fortes, o corpo flutua pelas águas e se depara com dezenas de cardumes pelo caminho. O Balneário ainda oferece quadra de vôlei na areia e uma rica flora – além de morros e moitas nos quais a paquera esquenta.</p>
<p>Até o final da tarde, boa parte dos visitantes passeia pelo circuito do ecoturismo local. O <strong>Abismo Anhumas</strong> oferece uma descida em rapel de uma altura de 82 metros, dentro de uma caverna com lago, onde também se pratica flutuação. Já em <strong>Boca da Onça</strong>, além de rapel, tem a cachoeira mais alta do estado, com 156 metros. Outro belo cenário é o <strong>Bonito Aventura</strong>, uma trilha de 1.800 metros com uma alegre fauna, imponentes árvores nativas e que finaliza num mergulho livre de 2.200 metros no rio Formoso, ótimo para a flutuação. Quem adora animais selvagens tem como obrigação visitar o <strong>Projeto Jibóia</strong>, um verdadeiro festival de cobras e serpentes.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829175251-gtravel-120-7p.jpg" alt="" width="179" height="219" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">A drag bonitense Raicca é proprietária de uma<br />
pousada gay</span></td>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829175433-gtravel-120-8p.jpg" alt="" width="179" height="219" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Ronald Rosa, organizador do festival Gay Bonito</span></td>
<td valign="top">
<p align="center"><span style="color:#ffffff;"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070829175538-gtravel-120-9p.jpg" alt="" width="179" height="219" /><br />
</strong></span><span style="color:#000000;">A pinga do bar Ta Boa é marca tradicional na cidade</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Tá Boa! -</span></strong> De volta a Bonito, ao cair da tarde, o agito se instala nos bares e restaurantes, à espera dos ecoturistas. Tudo acontece em quatro quarteirões. A rua principal é a Cel. Pilad Rebuá, onde se encontram as principais lojas, agências de turismo e bares. Ao lado, na recém-reformada praça da Liberdade, é onde a população se concentra. O bar mais tradicional chama-se, veja só, <strong>Ta Boa</strong>. Que também é marca de pinga, além do principal ponto gay. Demorou para ser respeitado. Quando o turismo se intensificou, há doze anos, os viajantes escolheram o bar, já point do babado, como o melhor. Bastou para os moradores baixarem a bola. “Minha maior briga era mostrar que eu era gay, mas poderia ter um bar de qualidade para todo mundo”, lembra a proprietária, Andréia Fontoura. Outro lugar fervido, na mesma rua, é o Oca. De manhã funciona como restaurante, servindo opções à base de mandioca, e à noite faz baladas com bandas ao vivo.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Brokeback Mountain -</span></strong> No quesito paquera, há um lado bem peculiar de Bonito. Num clima, digamos, bem regionalista, os peões locais não se fazem de rogados diante de um flerte. “Várias vezes eu estava em casa, eles apareciam de cavalo e me convidavam para passear. Aí já viu&#8230;”, conta Ronald, sobre esse comportamento bem comum na cidade e nas regiões pantaneiras vizinhas. “Os gays vão aos bailes tipo risca faca, típicos do povo de “chapéu e fivelão”, ou nos bares de bilhar. Rola muita paquera, com olhares dos peões que ninguém pode imaginar”, acrescenta. A relação dos peões com os gays chegou a inspirar um curta-metragem, produzido pelo canal francês Plus, chamado <strong>Cowboy Forever</strong> e comercializado na Europa e nos EUA. O filme por excelência foi atração da edição 2006 do Gay Bonito, e este ano participa do Festival Mix Brasil de Cinema. Assim, pode-se dizer que nossa versão para <strong>O Segredo de Brokeback Mountain</strong> foi filmada em Bonito. E com final bem mais feliz!</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="237" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><span style="color:#ff0000;"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070830154603-viajando-img-final.jpg" alt="" hspace="3" width="220" height="165" /><br />
</strong></span><span style="color:#000000;">O restaurante Casa do João</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>As informações básicas para curtir Bonito</strong></span></p>
<p><strong></strong><strong>Onde comer<br />
</strong>A pecuária é o maior pólo econômico da região, e, por isso, a comida típica é a carne vermelha, além do arroz-de-carreteiro e da mandioca. O restaurante Santa Esmeralda é totalmente friendly, com comida caseira de primeira, grelhados e peixes da região. O Casa do João também é bem procurado pela fama local dos seus proprietários. Para os boêmios à procura de uma refeição mais rápida, o Gugu Lanches funciona durante as madrugadas.</p>
<p><strong>Informações úteis<br />
</strong>Não existe ônibus intermunicipal. Os bonitenses se locomovem de bicicleta, e os turistas podem usar as vans das agências ou transitar livremente de táxi e moto-táxi. A água cristalina da região é muito concentrada em carbonato de cálcio e magnésio, o que provoca diarréia nas pessoas que não estão acostumadas. Dessa forma, os turistas são orientados a beber apenas água mineral industrializada.</p>
<p><strong>Atrações alternativas<br />
</strong>Bonito tem uma posição geográfica estratégica, e o turista pode esticar sua passagem até o Pantanal, numa viajem maravilhosa de 2 horas, com pequenos animais como tatus ou gambás cruzando a estrada e tucanos voando. A cidade de Ponta Porã faz divisa com o Paraguai, e os mais consumistas aproveitam as opções do tipo Zona Franca para comprar eletrônicos, roupas e cosméticos. Em média, os guias indicam no mínimo uma viajem de uma semana para aproveitar melhor a temporada.</p>
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		<title>Carioquices para todos os públicos</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 14:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Região Sudeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Passeios]]></category>
		<category><![CDATA[Praias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[O melhor do Rio de Janeiro não está nos guias de viagem. Alguns pontos conservam o charme imperial e ainda têm aquele quê de ousadia. Confira como fugir do típico roteiro de turista e encarar os programas bem cariocas Difícil falar sobre sua cidade sem ressaltar exageradamente as qualidades ou acabar vendo pêlo em ovo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20070302122346-gtravel_114_foto_prin.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>O melhor do Rio de Janeiro não está nos guias de viagem. Alguns pontos conservam o charme imperial e ainda têm aquele quê de ousadia. Confira como fugir do típico roteiro de turista e encarar os programas bem cariocas</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Difícil falar sobre sua cidade sem ressaltar exageradamente as qualidades ou acabar vendo pêlo em ovo para criticar algo que só enxerga quem vivencia todo dia o mesmo problema. Mas não tem jeito. É assim. Carioca que é carioca, como eu, pode até aceitar que falem mal de sua terra, mas desde que seja outro conterrâneo, e olhe lá! É uma panelinha natural dos nativos de qualquer destino, certo? Para uns, o bairrismo é mais acentuado. Para outros, não. No caso do Rio é forte, sim, e ponto.</p>
<p><span id="more-39"></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="20"></td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070302124831-gtravel_114_foto_2.jpg" alt="" width="268" height="180" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">A Lagoa Rodrigo de Freitas é um convite para passear de pedalinho</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong> </strong></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">
</td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070302124906-gtravel_114_foto_3.jpg" alt="" width="268" height="180" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">A praia de Ipanema é obrigatória</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Praticamente todos os dias, reportagens são publicadas contando algo bastante violento, mas, mesmo assim, os turistas não param de desembarcar na cidade. Como queremos livrar você de “furadas”, preparamos um roteiro indicando onde e quando ir, quem freqüenta determinado lugar e como se divertir na Cidade Maravilhosa.</p>
<p>Nossa programação é baseada no dia-a-dia dos cariocas que conhecem o lugar como a palma da própria mão e que querem que você curta o que há de melhor neste paraíso.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Dia de luz, festa do sol<br />
</span></strong><br />
A primeira dica é: acostume-se com o ritmo da cidade. Chegar à praia de Ipanema (o agito é mesmo por lá) antes das 14 horas no fim de semana não está com nada. Você encontrará a areia lotada, mas, do povo que realmente interessa, só vai ver meia dúzia de gatos pingados. A noitada ou <em>night</em> (balada é coisa de paulistano) começa tarde e vai até de manhã cedo. Por isso, antes desse horário o pessoal ou está dormindo ou se recuperando da farra com um bom desjejum.</p>
<p>Nesse caso, a dica pré-praia é um <em>brunch</em> no <em>lounge</em> do casarão do Parque Lage, ou, se não quiser ir até lá, experimente tomar um café da manhã no Supermercado Zona Sul, da Rua Gomes Carneiro, próximo à Praça General Osório. Os sucos são sempre frescos e os pães quentinhos.</p>
<p>Depois de bem alimentado, capriche na proteção solar e escolha o <em>point</em> que mais lhe apetece. Toda a orla é bastante democrática e cada posto tem um tipo de galera. O mais tradicional e conhecido (muito freqüentado por gringos) é na altura da Farme de Amoedo, tradicional rua gay de Ipanema. Mas, por conta de alguns ataques de<em>pitboys</em> recalcados e porque nem todo mundo curte o clima de caça, muitos nativos deixaram de tomar sol ali.</p>
<p>De uns tempos para cá, o Coqueirão, uma região da praia com palmeiras bem altas – quase em frente à Rua Joa na Angélica –, virou ponto de encontro GLS, com muita gente linda, bronzeada e bem descolada. Há ainda aqueles que preferem uma certa calmaria e se instalam diante do hotel Arpoador Inn. O melhor é que alguns globais batem cartão ali também.</p>
<p>Escolhido o lugar, relaxe e entre na onda. A praia é a extensão das residências de quem vive no Rio e, por isso, é mais comum do que você imagina fazer novas amizades e paquerar à beira-mar. Em geral o visitante adota uma barraca na areia e um ponto fixo para ficar. Assim, quando encontrar algum conhecido ou amigo por acaso fora da praia, pode marcar: “te vejo lá na barraca do fulano amanhã”. Isso é muito comum, não estranhe. Para melhor se localizar, a maioria usa também os prédios como referência e diz: “estou na barraca do fulano, em frente ao quarto prédio, da direita para a esquerda, da Joana Angélica”. Não é tão complicado quanto parece.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Hora de barbarizar!</span></strong></p>
<p>A tarde cai e o pôr-do-sol escandaloso esbarrando no Morro Dois Irmãos recebe aplausos dos espectadores. Não importa se você tem o privilégio de ver aquele espetáculo todos os dias, sempre é um absurdo de lindo! Por isso, o dia na praia não acaba enquanto o último raio de sol insistir em brilhar. O que rola depois vai depender de como o corpo está.</p>
<p>Alguns partem direto para um barzinho (<em>confira boas opções em Comidinhas e Bebidinhas na próxima página</em>). O Informal é sempre uma opção. O clima que dá nome a casa é real. No balcão são servidos petiscos como tiras de filé mignon com queijo e bolinho de carne-seca – com chope, claro.</p>
<p>Já outros preferem descansar um pouco em casa e recarregar as baterias para a noitada (que sempre promete). Como toda cidade, os clubes e boates do Rio também têm um dia específico com a melhor festa.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Há vida fora da zona sul: rotas alternativas </strong></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center">
</td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070302143234-gtravel_114_foto_6.jpg" alt="" width="268" height="267" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Santa Teresa: opção fora da zona sul</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Embora muitos não saiam da zona sul para praticamente nada, a Lapa, o Centro e Santa Teresa também merecem ser visitados. Áreas tradicionalíssimas da boemia carioca, os bairros hospedam museus, ateliês, brechós e muitos bares e restaurantes para todos os gostos.</p>
<p>Conheça alguns programas para quem quer fugir da praia ou para o caso de São Pedro enviar as tradicionais chuvas de março justamente durante sua visita ao Rio:</p>
<p>• As manhãs do fim de semana podem começar com um passeio na Lagoa Rodrigo de Freitas. O ambiente é ideal para caminhar, dar uma volta de bicicleta ou praticar <em>cooper</em>. Um passeio de pedalinho (em formato de cisne) também é uma ótima opção. Você terá uma visão do Rio à qual normalmente não está habituado.</p>
<p>• No Morro Dois Irmãos há um mirante (com acesso pelo Alto Leblon) de onde se pode avistar as praias da zona sul e o Recreio.</p>
<p>• Depois da praia ou nos dias chuvosos, a Livraria de Travessa é um ponto de encontro. Além de tomar um bom café, você pode conferir eventos como lançamentos de livros e <em>pocket shows</em> musicais.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#c6ebc6">
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" width="95%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#ff0000;"></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="right"><span style="color:#000000;font-size:xx-small;">Foto: Arquivo Pessoal</span>�<br />
<strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070302150643-gtravel_114_foto_7.jpg" alt="" width="240" height="264" /></strong></td>
<td>
<p align="center"><strong> </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>DIÁRIO DE UM CARIOCA<br />
</strong><br />
<span style="color:#000000;">Carioquíssimo, o consultor de moda <strong>Rogério S</strong> dá as manhas de como curtir o que há de bom e de melhor no Rio. Sempre por dentro do mundo fashion e dos programas bacanérrimos, ele sugere um roteiro incrível: </span></p>
<p><strong>Quais são os melhores dias para sair no Rio e a que lugares não podemos deixar de ir?�<br />
</strong>Costumo ir toda terça à festa Maja, que acontece em um clube novo chamado Pista 3. Na quinta ou no domingo, prefiro o 00 (Zero Zero), no Planetário da Gávea.</p>
<p><strong>Dá para comer bem sem gastar muito no Rio?</strong><br />
Quando quero almoço baratinho, penso no Fellini, na Rua General Urquiza, no Leblon, ou no Da Silva, na Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema. Tem ainda o Nankim, na Visconde da Graça, Jardim Botânico. Em frente ao Copacabana Palace abriu um quiosque especial e bem equipado (faz parte do projeto de urbanização da orla para o Pan-Americano), onde fica o Bar do Luiz. Ele é clássico e especializado em comida alemã. Fora da zona sul, tem o Capela, na Lapa. O esquema é mais comidão e pratos bem servidos.</p>
<p><strong>Como você dividiria a freqüência dos espaços na praia?</strong><br />
Para ferveção: Coqueirão. Para pegação: Farme. Para curtir com a família: Arpoador. Para passar o dia inteiro: Reserva, na Barra. Para ficar peladão: Abricó, em Grumari.</p>
<p><strong>E onde encontrar acessórios de moda bem bacanas?</strong><br />
Para comprar óculos vintage incríveis e baratinhos vá à feirinha de antiguidades da Gávea, no domingo. Se quiser caçar quinquilharias de todo o tipo, não deixe de visitar a feira de antiguidades da Praça XV, no Centro, no sábado. Todo primeiro sábado de cada mês acontecem vendas promocionais na Rua do Lavradio, na Lapa. Tem muita coisa maneira por lá. É só “fuçar”.</p>
<p><strong>Como se vestir como um carioca legítimo e não parecer turista?</strong><br />
Para entrar no dress code local a dica é a Galeria River (Rua Francisco Otaviano, 67, Arpoador), entre Copacabana e Ipanema. Lá você encontra todo tipo de bermudas de surfe e surfistas muito saudáveis passeando pelos corredores.</p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Comidinhas e bebidinhas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color:#000000;">• Ponto de boemia e boa gastronomia, o Baixo Gávea possui vários restaurantes que servem grelhados em um esquema meio<em> fast-food</em>. O cardápio dos bares é quase o mesmo, com destaque para o galeto e a lingüiça – acompanhados de chope (sempre!). Nos fins de semana, a disputa por mesas é muito grande. Lá estão os restaurantes Braseiro e Hipódromo. </span></p>
<p>• Um dos melhores <em>couverts</em> é o do restaurante Bazar, em Ipanema. A casa abre do meio-dia às 2 da manhã.</p>
<p>• O chamado Baixo Leblon reúne uma esquina clássica, com as pizzarias Guanabara e Diagonal. Aliás, as casas não fazem apenas pizzas. O Diagonal Grill traz em seu cardápio massas, carnes e aves, e a Guanabara serve também petiscos – embora os pedaços avulsos sejam o melhor acompanhamento para o chope. Muita boemia até altas horas. É bem típico o carioca comer no balcão de fora, mesmo enquanto troca idéia com os amigos.</p>
<p>• A Academia da Cachaça mantém uma das melhores cartas da bebida típica do País. A marca tem duas casas no Rio, uma no Leblon e outra na Barra da Tijuca. Além das “purinhas”, são servidos pratos da culinária brasileira como feijoada e escondidinho e drinques como a caipirinha de lichia.</p>
<p>• Tão tradicional quanto o chope carioca é o bolinho de bacalhau. Um dos mais procurados entre os restaurantes mais novos é o Bacalhau do Rei, na Gávea.</p>
<p>• Entre os restaurantes árabes, o destaque é o Amir, em Copacabana, que serve pratos árabes, libaneses e petiscos marroquinos deliciosos.</p>
<p>• Ainda em Copacabana, a proposta <em>kitsch</em> é levada a sério na decoração do The Copa. O ambiente foi planejado com bancos altos e um piso quadriculado, além dos detalhes em cada canto do bar. As bebidas não poderiam ser tradicionais – há um cuidado com as cores e a decoração de cada drinque. Indicado para pré-noitada e para quem quer conferir o som dos DJs provando um dos sanduíches com nomes de ícones pop.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#ffffcc">
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" width="95%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#ff0000;"><br />
<strong></strong></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070302130707-gtravel_114_foto_4.jpg" alt="" width="268" height="267" /></strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br />
BRUNCH NO PARQUE LAGE</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Localizado em uma das áreas mais privilegiadas do Rio de Janeiro, aos pés do Corcovado e quase beirando a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Parque Lage, no bairro do Jardim Botânico, foi projetado em 1840 pelo paisagista inglês John Tyndale. O projeto original passou por reformulações entre 1920 e 1940, e ganhou um casarão, construído pelo industrial Henrique Lage no lugar da antiga residência de seu pai, Antônio Martins Lage.</p>
<p>Nenhum deles deve ter imaginado que, um dia, o pátio central hospedaria um programa supercarioca: o tradicional <em>brunch</em> nos fins de semana na área da piscina. A freqüência é tão eclética quanto o estilo da construção e inclui desde famílias com crianças a fashionistas. Todos recebidos com a mesma cordialidade. Após a refeição, dê uma caminhada pelos jardins geométricos que, em várias partes, abrem espaço para a floresta, os arbustos e as palmeiras imperiais.</p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>• O ambiente do Miam Miam, em Botafogo, lembra um sala de estar, onde são servidas carnes, massas e pescados. O estilo <em>confort food</em> é um convite a refeições sem pressa, com pratos tradicionais lembrando a culinária caseira. Todos os móveis são antigos e estão à venda, dando ao lugar um ar de antiquário. Um dos destaques é o drinque Ruela, com vodca, limão, grenadine e gengibre.</p>
<p>• A culinária portuguesa do clássico Antiquarius pode ser provada também no Da Silva, com duas casas – uma no Centro e outra em Ipanema. Além dos pratos lusitanos, a casa mantém um espaço para degustação de vinhos e um<em>lounge</em>.</p>
<p>• O Alessandro e Frederico, em Ipanema, é um dos espaços onde se pode tomar café da manhã até um pouco mais tarde. A casa mantém um cardápio de pães, paninis, omeletes, sopas e sanduíches. A pizzaria da franquia, localizada na mesma rua, oferece pizzas especiais e uma grande variedade de antepastos. Destaque para a decoração.</p>
<p>• Bar D’Hotel, localizado no Hotel Marina, no Leblon, é sempre <em>in</em>. Além dos turistas e da vista para a praia, muitos moradores do Rio encontram no espaço um ambiente requintado, com drinques variados.</p>
<p>• A história do Rio de Janeiro foi alimentada por alguns restaurantes, como o Café Lamas, no Flamengo, e o Bar do Luiz, no Centro. Com mais de cem anos de tradição, os espaços receberam personalidades políticas e artísticas em diferentes períodos. Outro ponto em comum é o atendimento. Muitos garçons trabalham há mais de 20 anos nas casas, o que garante uma identificação com o ambiente, os pratos e as famílias que as freqüentam.</p>
<p>• Quiosque na Lagoa Rodrigo de Freitas (próximo ao pedalinho), o Palaphytas tem um ar indiano e é um espaço indicado para drinques, como exóticas caipirinhas servidas à luz de velas.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;"><br />
A fome bateu na praia?</span></strong></p>
<p>O clássico Biscoito Globo é quase exclusivo do Rio de Janeiro. Trata-se de um biscoito de polvilho doce ou salgado que costuma ser consumido com mate gelado no galão. Na areia também é típico comer o queijo coalho na brasa e o açaí das barracas e dos quiosques.</p>
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		<title>Dois em um: Natal e Pipa</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2008/03/dois-em-um-natal-e-pipa/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 14:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Região Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[Passeios]]></category>
		<category><![CDATA[Praias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Norte]]></category>

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		<description><![CDATA[Combinar num mesmo roteiro a capital do Rio Grande do Norte e o famoso vilarejo é ideal para quem quer desfrutar ao máximo as belezas da região Fotos: SETUR RN A ensolarada e tranqüila capital potiguar Apesar de ser a capital do Rio Grande do Norte, Natal é uma das cidades mais sossegadas de todo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Combinar num mesmo roteiro a capital do Rio Grande do Norte e o famoso vilarejo é ideal para quem quer desfrutar ao máximo as belezas da região </strong></p>
<p><strong></strong><span style="color:#ff0000;"><strong></strong></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="218" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#000000;font-size:xx-small;"><em>Fotos: SETUR RN</em></span><br />
<strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080310114423-dicas126-1.jpg" alt="" width="208" height="198" /></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>A ensolarada e tranqüila capital potiguar<br />
</strong><br />
Apesar de ser a capital do Rio Grande do Norte, Natal é uma das cidades mais sossegadas de todo o Nordeste. Sol não falta: são 300 dias por ano. Dunas, águas claras e praias que agradam até os mais exigentes.  A Ponta Negra, que na verdade é o nome de um bairro, é o principal ponto de badalação. É nesse local que está, sem sombra de dúvidas, o maior cartão postal da cidade: o <strong>Morro do Careca</strong>.</p>
<p><span id="more-35"></span></p>
<p>Já a Via Costeira é outro ponto de encontro. Em seus dez quilômetros estão reunidos os grandes resorts e também o Parque das Dunas, uma reserva com mais de 1100 hectares. Andar de buggy requer um coração forte. Alguns paredões de areia chegam a quase 70 metros de altura. Os bugueiros descem, completamente despreocupados, essas verdadeiras montanhas-russas a 70 quilômetros por hora. E vá sempre com um guia. Muitas das dunas são móveis e, da noite pro dia, o caminho muda. Pedir “com emoção” ou “sem emoção” também resolve se você não for muito acostumado a grandes aventuras. Os passeios duram de uma hora a um dia todo. Depende muito do que você tem intenção de conhecer.</p>
<p>É interessante sempre reservar o passeio no dia anterior. Além de visitar as dunas e se banhar nas águas claras, é possível fazer <strong>passeios de dromedário</strong>. Os animais foram trazidos da África e recebem tratamento especial para se adaptarem às diferenças climáticas do Nordeste. Mas, prepare-se, o cheiro dos bichões não é dos melhores. Quanto ao charme urbano, não deixe de passar pela parte histórica da cidade, que inclui o belíssimo forte dos Reis Magos.</p>
<p>E se tiver sorte, vai cruzar na rua com a cidadã mais famosa da cidade, a top model <strong>Fernanda Tavares</strong>.</p>
<p><strong></strong></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="211" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080310115737-dicas126-2b.jpg" alt="" width="201" height="239" align="left" /></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>O badalado vilarejo de Pipa</strong></p>
<p><strong></strong>A praia da Pipa, a apenas 80 quilômetros de Natal, é a esticada ideal para quem visita a capital potiguar. O local, localizado no município de Tibau do Sul, tem grandes falésias e águas quentinhas. O vilarejo é pequeno no tamanho, mas grande no movimento e na beleza. As falésias começaram a receber turistas há cerca de 20 anos.</p>
<p>Pipa ganhou fama internacional desde que virou notícia da revista norte-americana Time. Desde então, o local ganhou infra-estrutura de gente grande, sem perder a simplicidade. Ao lado de restaurantes franceses, por exemplo, você encontra facilmente pratos feitos por pescadores. A praia da Pipa é a principal, mas, na região, estão também a do Amor, point de surfistas, a das Minas, a do Moleque, do Curral, entre outras. A região tem águas mornas e ótimas ondas. Surfistas estão sempre passeando por ali.</p>
<p>Não deixe de ir até o mirante da Baía dos Golfinhos, que vão até ali atrás de cardumes de peixes. Se der sorte ainda consegue ver tranqüilas tartarugas marinhas. À noite a agitação do dia continua nos bares do vilarejo. Os ritmos são os mais variados: vão do blues ao rock. Os principais bares ficam na avenida central. Música eletrônica também não falta. Discotecas embalam os mais animados até o sol nascer.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Recife e João Pessoa, dobradinha perfeita</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2008/01/recife-e-joao-pessoa-dobradinha-perfeita/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 14:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Região Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Boates]]></category>
		<category><![CDATA[João Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Naturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Olinda]]></category>
		<category><![CDATA[Praias]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://turismogls.wordpress.com/?p=29</guid>
		<description><![CDATA[Capitais nordestinas se ligam em apenas uma hora e têm ótimos roteiros GLBT Que tal fazer uma dobradinha de capitais nordestinas? Conhecer João Pessoa, na Paraíba, e Recife, em Pernambuco, que ficam a apenas 120 quilômetros uma da outra. Uma só viagem é ideal para quem quer pegar boas praias e aproveitar a badalação nordestina [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20071204172129-dicas123-recife-e-joao.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Capitais nordestinas se ligam em apenas uma hora e têm ótimos roteiros GLBT</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span><br />
Que tal fazer uma dobradinha de capitais nordestinas? Conhecer João Pessoa, na Paraíba, e Recife, em Pernambuco, que ficam a apenas 120 quilômetros uma da outra. Uma só viagem é ideal para quem quer pegar boas praias e aproveitar a badalação nordestina durante o verão. </span></p>
<p>Recife é conhecida como a Veneza brasileira por ser marcada por tantas pontes. A praia mais movimentada, e também a mais urbana, é a de Boa Viagem. Não faltam bons pedaços de areia para relaxar – e paquerar. À noite, a cidade se transforma. Bares, restaurantes e casas noturnas ficam lotados. O Bairro do Recife, ou Recife Antigo, é uma ótima pedida.</p>
<p><span id="more-29"></span></p>
<p>Dê também um pulinho em Olinda, a alegre e belíssima cidade pernambucana que fica “colada” na capital. Não existe diversidade de praias, mas os ateliês, a arquitetura secular e os ótimos restaurantes enfeitiçam o visitante.</p>
<p>Já João Pessoa é uma capital com jeitão de interior. Calma e segura, tem muitas belezas naturais. Não perca a paisagem da orla da cidade, vista da <strong>Ponta do Seixas</strong>. É lá que está o <strong>Farol do Cabo Branco</strong>, o ponto mais oriental do país. O pôr-do-sol na praia do Jacaré é um espetáculo. Quando entardece, a maioria dos bares toca o clássico Bolero, de Ravel. Inesquecível!</p>
<p>Entre as praias, para quem quer mais sossego, o litoral sul é a melhor alternativa. Visite, por exemplo, Tabatinga, Coqueirinho e <strong>Tambaba, a praia naturista</strong>.</p>
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