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	<title>Turismo GLS &#187; Roteiros Internacionais</title>
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	<description>Roteiros de Viagem para o Público GLS</description>
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		<title>Sidney, Tão longe, Tão perto</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Dec 2008 20:51:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiros Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Sidney]]></category>

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Bela como o Rio de Janeiro e gay-friendly como São Francisco, a maior cidade da Austrália tem praias e piscinas onde a diversidade sexual dá o tom, mais de dez bairros gays e uma vida noturna de dar inveja 




Maior cidade da Austrália, Sydney tem vários motivos para sua comunidade LGBT se orgulhar. Afinal, são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img id="imgMat" src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081127113229-gtravel135-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Bela como o Rio de Janeiro e gay-friendly como São Francisco, a maior cidade da Austrália tem praias e piscinas onde a diversidade sexual dá o tom, mais de dez bairros gays e uma vida noturna de dar inveja </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span id="MT_bt_texto_multitext_1" style="display: block;">Maior cidade da Austrália, Sydney tem vários motivos para sua comunidade LGBT se orgulhar. Afinal, são mais de dez distritos, dentro da área urbana, onde a diversidade sexual dá o tom. A começar pela Oxford Street, que, de tanta fama, se tornou um dos principais pontos turísticos da cidade.</span></p>
<p><span id="more-74"></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size: xx-small;"><em>Foto: Hamilton Lund / Divulgação</em></span><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081127154239-gtravel135-aerea.jpg" alt="" hspace="5" width="250" height="271" align="right" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">A área residencial na região da Bondi Beach<br />
é uma das preferidas de gays e lésbicas</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Acostumados a comparações, os australianos costumam dizer que Sydney é tão GLS quanto São Francisco. Será? Além da infinidade de bairros gays, a cidade também é sede do maior carnaval gay do planeta – o Mardi Gras –, que, em 2008, chegou a seu 30º aniversário e promete ainda mais atrações para a próxima edição, que acontece em março de 2009 (veja box ao lado). Outra comparação comum entre os locais – chamados Sydneysiders – é afirmar que, no quesito belezas naturais, a única metrópole no planeta a sua altura é o Rio de Janeiro. O relevo das duas cidades é incomparável, afinal, a rival australiana também é beira-mar, mas situa-se em uma baía recortada por suaves escarpas onde o clima subtropical oferece uma paisagem distinta da carioca. A perspectiva de Sydney a partir do oceano, porém, é tão singular quanto a do Rio de Janeiro. Planejada, a cidade é um exemplo de preservação ambiental e sabe tirar proveito – sem destruir – de cada parcela de céu, terra e água que tem disponível. Dois dos melhores locais para observar essa combinação única são a Harbour Bridge, uma ponte que cruza a entrada do porto, e a Opera House, construída no centro da baía e principal símbolo arquitetônico de Sydney.</p>
<p>Mas se os visuais que se tem da cidade a partir do oceano são singulares, a vista que se tem da metrópole, a partir do topo da Sydney Tower, é de tirar o fôlego. Com 305 metros de altura, a torre é a maior edificação da cidade e oferece 360 graus de vista para o inesquecível conjunto que define a cidade: belas construções, muito verde, mar azul e um céu quase sempre sem nuvens. Dali, também é possível entender um pouco da geografia gay da metrópole.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="left"><em><span style="font-size: xx-small;">Foto: Divulgação</span></em><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20081127155712-gtravel135-newcastle.jpg" alt="" width="280" height="200" /></td>
<td valign="top">
<p align="right"><span style="font-size: xx-small;"><em>Foto: James Pipino / Divulgação</em></span><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20081127160324-gtravel135-surf.jpg" alt="" width="280" height="200" /></td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center">(à esq.) Australianos sabem conjugar beleza e despojamento, geralmente vistos em filmes<br />
gays como <em>Nas Ondas de New Castle. </em>(à dir.) Surfistas marcam presença na ultra gay Bondi Beach</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Bairros gays </span></strong>- A Oxford Street, que divide os bairros de Darlinghurst e Surry Hill, é o centro da cultura gay de Sydney desde a década de 1960. Ali estão os cafés e lojas onde durante o dia a bandeira do arco-íris flameja livremente. E onde durante a noite, clubes e bares fervilham. Nos últimos dez anos, porém, a famosa rua perdeu o clima de gueto, acolhendo cada vez mais simpatizantes. E a comunidade se expandiu para outras regiões. Um exemplo dessa expansão são os redutos de Potts Point e Elizabeth Bay, que reúnem os adeptos da cultura das label e pool parties. Há uma explicação para essa concentração de festas ao ar livre: além de estar ao lado de Kings Cross, principal bairro boêmio de Sydney, as duas vizinhanças têm a melhor vista para a zona portuária da cidade australiana.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#cfa0b3">
<p style="margin: 20px;" align="left"><span style="color: #ff6600;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ffffff;"><span style="color: #000000; font-size: xx-small;"><em></em></span></span></span></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="left"><em><span style="font-size: xx-small;"> Foto: Ann-Marie Calilhanna</span></em><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20081127162032-gtravel135-mardigras.jpg" alt="" hspace="5" width="271" height="214" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="font-size: small;"><br />
</span></strong><strong><span style="font-size: small;">MARDI GRAS: MUITO ALÉM DE UM CARNAVAL GLS</span></strong></p>
<p>Imagine um festival nos moldes do Carnaval brasileiro, mas organizado por gays e lésbicas e destinado para celebração e diversão da comunidade. Esse evento existe: recebe o nome de Mardi Gras e acontece há mais de 30 anos durante o verão, em Sydney.</p>
<p>Principal manifestação pública de rua da Austrália e um dos mais concorridos eventos do calendário LGBT mundial, o Mardi Gras é mais do que um carnaval ou uma parada gay. É um festival que dura quase um mês e inclui mais de 100 eventos sociais, esportivos e artísticos.</p>
<p>Em 2009, o Mardi Gras chega à sua 31ª edição com o tema Nations United (Nações Unidas). Começa no dia 15 de fevereiro e segue até o dia 28, quando acontece a Harbour Party, com público previsto de mais de cinco mil pessoas em uma área do porto em frente à Opera House. Chega a seu auge no dia 7 de março, quando acontece o desfile de rua Mardi Gras Parade. E termina com a Mardi Gras Party, festa que deve reunir mais de 20 mil pessoas entre os dias 7 e 8.  “Gostaríamos de ver visitantes de todas as partes desfilando em nossa Parada e exibindo bandeiras e cores de suas nações. E adoraríamos ver brasileiros participando e nos ajudando a produzir um documento em favor dos direitos globais da comunidade LGBT”, convida Damien Eames, organizador do Mardi Gras. O calendário completo do festival estará disponível a partir de 10 de dezembro, no site oficial <a href="http://www.mardigras.org.au/" target="_blank"><strong>www.mardigras.org.au</strong></a>.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ao norte da Oxford Street está Paddington, bairro dos gays endinheirados de Sydney. A poucos passos da praia, sua cobiçada orla reúne uma colorida miscelânea de antigos casarões em estilo vitoriano, todos com janelões e terraços voltados para o mar. Ali perto, mas do lado do interior, está outro bairro imperdível: Leichhardt. E não é à toa que a vizinhança ocupada originalmente por imigrantes da Itália é conhecida como Dykeheart: as lésbicas dominam a área e convivem em perfeita harmonia com a comunidade italiana, suas cantinas e suas cafeterias.</p>
<p>As meninas, aliás, também são responsáveis pelo clima friendly de outro dos principais redutos GLS da cidade: Newtown. Elas foram as primeiras a ocupar o imenso subúrbio de grandes sobrados com jardins bem cuidados. Os rapazes, porém, descobriram também as vantagens de viver de maneira tão bucólica, e, atualmente, o bairro rivaliza com Darlinghurst e Surry Hill pelo título de centro gay da cidade. Não longe dali está Erskinville, outro núcleo com jeitão de condomínio, mas com predominância homossexual. De volta à área central, há o bairro de Redfern, que até bem pouco tempo era um dos mais perigosos e insalubres da cidade. Mas, por conta de sua localização privilegiada combinada aos baixos aluguéis, foi adotado há alguns anos por artistas, o que tornou a região uma das mais gays e descoladas da metrópole, com muitas galerias, ateliês e cafés.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#ffcc00">
<p style="margin: 20px;" align="left">
<table style="width: 220px; height: 327px;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="220" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><em><span style="font-size: xx-small;"> Foto:Tony Yeates / Divulgação </span></em><br />
<span style="font-size: small;"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20081127170400-gtravel135-noite.jpg" alt="" hspace="5" width="191" height="297" /></strong></span><br />
O movimento noturno é intenso<br />
na região da Oxford Street</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="font-size: small;">NOITE ECLÉTICA<br />
</span><br />
</strong>Além da ferveção praiana, Sydney oferece uma infinidade de opções de diversão noturna como bares e restaurantes, boates e pubs. Oxford Street é o centro da cena gay local, mas outras áreas de Darlinghurst, bem como Paddington e Newtown, reúnem muitos points GLS da cidade.</p>
<p>Se você pretende começar sua noite em um local realmente fervido e hype, então você tem duas opções: o Slide (Oxford Street, 41) e o bar do Bank Hotel (King Street,324 &#8211; Newtown). Buscando um tradicional bar de lésbicas? Então vá ao The Sly Fox (Enmore Road, 199 &#8211; Enmore). Se prefere uma noitada com shows de drags e muita afetação, então o bar Stonewall (Oxford Street, 175) é boa opção de destino. E se a noite já está terminando e você não sabe para onde ir, então o The Colombian (Oxford Street, esq. Crown Street) pode ser a sua salvação.</p>
<p>Há muitos clubes na cidade, mas os mais recomendáveis são o The Midnight Shift (Oxford Street, 85), um ícone com mais de 25 anos de existência, e o Arq (Flinders Street, 16 &#8211; Taylor Square), onde invariavelmente todos tiram as camisas ou camisetas em algum momento da noite.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Clima de resort </span></strong>- E existem as praias de Sydney. Se há um quesito, aliás, em que a cidade se assemelha realmente ao Rio de Janeiro é a mistura de vida urbana com clima de resort. A diferença é que Sydney tem mais de 37 praias, a maioria com núcleos onde a comunidade gay confraterniza nos dias de calor. Próximas ao vitoriano bairro de Paddington, estão as duas faixas da orla onde a freqüência de gays e lésbicas é predominante. Uma delas é North Bondi, a mais famosa da cidade, com muita azaração durante o dia e constante clima de competição das mais belas sungas e biquínis. A outra é Tamarama, também conhecida como Glamarama, onde o flerte é mais descarado, rolando desde o fim da tarde até a hora em que o último aventureiro desejar.</p>
<p>Outras faixas onde gays e lésbicas predominam são Obelisk e Lady Jane. A diferença, porém, é que elas são freqüentadas pelos adeptos do naturismo, ou seja, por aqueles que preferem rolar totalmente nus na areia, antes de mergulhar no mar (também sem roupa de banho). Mas já que a idéia de rolar na areia não agrada a todos, Sydney também se abre para o lazer aquático em clubes públicos com piscinas, onde a freqüência gay também é notável. A maior e mais tradicional delas é a Andrew “Boy” Charlton, mas é da North Sydney Olympic Pool que se tem a vista mais estonteante da Harbour Bridge e da Opera House. E existe a Redleaf Pool, situada sobre uma colina à beira-mar e rodeada por arbustos cuidadosamente cuidados e repletos de nichos onde os mais animados se reúnem para piqueniques.</p>
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		<item>
		<title>Toda diversidade de Punta del Este</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 05:50:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiros Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Naturismo]]></category>
		<category><![CDATA[Praias]]></category>
		<category><![CDATA[Punta del Este]]></category>
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A hospitalidade e as lindas paisagens fazem do balneário uruguaio um dos destinos mais badalados do Atlântico Sul &#8211; e muito procurado por turistas gays e lésbicas, pelo clima gay-friendly que reina na cidade





Esqueça o ideal brasileiro de paraíso e descubra Punta del Este, no Uruguai, balneário consagrado há décadas como sinônimo de luxo entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081007151557-gtravel133-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>A hospitalidade e as lindas paisagens fazem do balneário uruguaio um dos destinos mais badalados do Atlântico Sul &#8211; e muito procurado por turistas gays e lésbicas, pelo clima gay-friendly que reina na cidade</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span>Esqueça o ideal brasileiro de paraíso e descubra Punta del Este, no Uruguai, balneário consagrado há décadas como sinônimo de luxo entre os habitantes do Cone Sul, inclusive gays e lésbicas. Repleta de pompa e glamour e com uma natureza espetacular, onde a vegetação rasteira e as suaves colinas compõem uma paisagem que, de tão delicada, impressiona até o mais tropical dos viajantes, a cidade preserva um padrão de hospitalidade internacional. Inclua-se aí uma dose extra de tolerância, especialmente com a comunidade gay, que se sente à vontade em bares, baladas e nas areias de La Barra e da Praia Chihuahua, e se tem uma visão do cenário paradisíaco que o aguarda.</span></p>
<p><span id="more-69"></span></p>
<p>Não há uma época do ano ideal para conhecer Punta del Este – ou apenas Punta, como é conhecida entre seus freqüentadores. Se o verão tem a vantagem dos longos períodos de sol e das altas temperaturas, o inverno é marcado por uma dose a mais de sofisticação. O balneário foi planejado, desde sua criação, no início do século 20, para que o viajante aproveitasse a viagem sob qualquer circunstância. Se estiver calor, você pode ir à praia ou simplesmente refestelar-se nas espreguiçadeiras dos bares à beira-mar (a maioria <em>gay-friendly</em>) da região. Se estiver frio, pode se jogar em algum cassino. E sob qualquer condição meteorológica, pode fazer compras, provar a gastronomia local e apreciar a impecável arquitetura de seus edifícios e mansões sem muros ou grades, sempre com jardins bem cuidados.</p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081007155152-gtravel133-1.jpg" alt="" width="280" height="170" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081007155233-gtravel133-2.jpg" alt="" width="280" height="170" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">Visão panorâmica da Praia Mansa, cuja orla<br />
é muito procurada para prática de esportes</td>
<td>
<p align="center">Região central de Punta: movimento<br />
(e ferveção) durante o dia e a noite</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Explorando o litoral de Punta</span></strong> &#8211; Para quem vai para lá desde Montevidéu, por terra, a suave elevação de Punta Ballena marca o encontro da estrada com a costa e a chegada à área urbana de Punta del Este. Do alto da colina, ao lado da Casa Pueblo, descortina-se uma das mais belas perspectivas do litoral uruguaio. É impossível esquecer o contraste entre o céu, o mar e o continente. Ao final da península, justamente no trecho de terra que mais avança sobre o mar, vê-se a silhueta dos edifícios da área central. Do alto da colina, observa-se também que o litoral de Punta pode receber muitos apelidos, mas é dividido em apenas duas praias: Mansa e Brava. Cada uma segue sua vocação. A Praia Mansa começa em Punta Ballena e termina no centro da cidade. Voltada para o estuário do Rio da Prata, essa faixa de areia colorida e mar tranqüilo é o lugar predileto de famílias e de jovens casais que passeiam, desde cedo, com carrinhos de bebê e crianças pequenas. Não se engane, porém, com essa aura de aparente caretice: o calçadão urbanizado da orla é ideal para a prática de esportes. E, entre uma flexão e outra, os atletas entregam-se à paquera. De dia ou de noite, nas proximidades dos arbustos, sempre é possível conhecer alguém por ali. A Praia Brava, por outro lado, tem ondas fortes e nenhum calçadão. O ambiente mais despojado e desabitado faz dela o ponto de encontro dos mais jovens. Sua extensão vai desde o centro de Punta até o descolado núcleo comercial de La Barra, onde está a maioria dos bares e restaurantes em que o clima gay-friendly predomina.</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Chihuahua sem pudores</span></strong> &#8211; Esqueça os pudores se você pretende conhecer a Praia Chihuahua, trecho de areia com a maior concentração de gays e lésbicas de Punta del Este. O point mais GLS do balneário é também a única praia onde se pratica naturismo no Uruguai. Ninguém é obrigado a ficar sem roupa de banho por ali. Mas não se surpreenda se, rodeado por um clima semelhante ao dos picos gays do litoral brasileiro, você se deparar com um casal de idosos ou um grupo de crianças correndo exatamente como vieram ao mundo. Identificada por uma discreta placa na beira da estrada principal de Punta, a entrada da Chihuahua está entre Punta Ballena e o aeroporto, cerca de seis quilômetros a oeste do centro comercial da cidade. Como é rodeada por uma reserva florestal com lagoas e vegetação nativa, é também um bom lugar para relaxar. A infra-estrutura local restringe-se a um quiosque, com lanchonete e posto de salva-vidas, ao redor do qual acontece todo o agito. Mas se você quiser caminhar um pouco na beira do mar ou atrás das dunas e da mata, não se preocupe! Logo você descobrirá que, além de extremamente seguro, o Uruguai é um ótimo país para conhecer pessoas e interagir.</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Noite quente o ano todo</span></strong> &#8211; Quem gosta de diversão noturna tem também opções em Punta durante qualquer época do ano. O Mercury (Garlero, 1045), por exemplo, é a única balada assumidamente gay da cidade, mas funciona todos os dias do ano, da 1h da madrugada até às 6h da manhã. Localizado na principal rua de comércio do centro da cidade, é um lugar pequeno que se restringe a uma pista de dança ao redor de um bar. Mas o agito pode ser tão intenso que seus donos reservam um espaço adjacente, o Crab Bar, para as noites em que não sobra espaço. Tanto no Mercury quanto em outras tantas incríveis baladas, logo se percebe que Punta atrai gente de todas as partes do mundo. Nesse caldeirão, porém, paulistas e gaúchos ainda compõem a maioria dos freqüentadores, ao lado de portenhos e, claro, uruguaios. Além da saudável mistura de sotaques, a convivência <em>à moda Mercosul</em> propicia uma densidade de gente bonita acima da média de outras bandas do planeta. Punta, contudo, é um lugar tão exclusivo que não se rende a segregações. Preservando a natureza, respeitando regras básicas de convívio e, sobretudo, tendo dinheiro para aproveitar a viagem, qualquer pessoa se sente acolhida lá.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#ffcc00">
<p align="left"><span style="color:#ff6600;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#ffffff;"><span style="color:#000000;font-size:xx-small;"><em></em></span></span></span></span></p>
<table border="0" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2"><em><span style="font-size:xx-small;">Fotos: Ministério de Turismo e Esportes do Uruguai</span></em></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081007183251-gtravel133-3.jpg" alt="" hspace="5" width="253" height="165" /><br />
Casa Pueblo: arquitetura, arte e pôr-do-sol</td>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081007183232-gtravel133-4.jpg" alt="" hspace="5" width="253" height="165" /><br />
Parrillada, o churrasco à moda uruguaia</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="font-size:small;"><br />
Parrillada, conversa e chimarrão</span></strong><br />
Fazer uma refeição é um caminho fácil para conhecer pessoas no Uruguai. Tanto no almoço quanto no jantar, além da comida, o hábito local inclui horas a mais de conversa e chimarrão. Em Punta, não é diferente: a cada ano, surgem restaurantes e bares descolados onde, mesmo que ninguém erga a bandeira do arco-íris, é quase certo que gays e lésbicas marcam presença. Confira alguns:</p>
<p><strong>•</strong> No Marismo, entre La Barra e José Ignácio, mesas de madeira ficam dispostas sob uma cabana e na areia da praia. Iluminado por velas e lampiões, o lugar é ótimo para comer e bebericar drinques exóticos entre o fim do dia e o início da noite.<br />
<strong><br />
•</strong> O chá da tarde no spa Las Cumbres, em Punta Ballena, reserva a melhor vista para o pôr-do-sol do litoral uruguaio. Fica ao lado da Casa Pueblo, residência de autêntica arquitetura mediterrânea onde o artista plástico Carlos Páez Vilaró vive e mantém suas obras em exposição. Como morou em São Paulo durante muitos anos, ele fala português e terá prazer em lhe apresentar o acervo.<br />
<strong><br />
•</strong> Experimente a parrillada, versão local do churrasco em que diferentes cortes são servidos à mesa sobre um réchaud. Há uma série de restaurantes especializados no centro de Punta, como o El Palenque.<br />
<strong><br />
•</strong> Também no centro, à beira da marina, bares clássicos como o Soho e o Moby Dick são uma ótima pedida para conhecer o jet set local, sem perder de vista os belos <em>hermanos </em>da região.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Cancún para bailar e se apaixonar</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2008/09/cancun-para-bailar-e-se-apaixonar/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Sep 2008 13:06:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiros Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Cancún]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulho]]></category>
		<category><![CDATA[México]]></category>
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Areia branquinha, mar azul-turquesa e muitas atrações: a paradisíaca cidade da península mexicana ainda tem monumentos da cultura maia e um circuito noturno caliente como seu povo





Ela é animada, ensolarada e belíssima. Localizada na ponta sul do Golfo do México, Cancún especializou-se de tal forma no turismo, que hoje é praticamente uma “cidade-resort”. A cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext" style="display:block;">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080206122505-gtravel125-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Areia branquinha, mar azul-turquesa e muitas atrações: a paradisíaca cidade da península mexicana ainda tem monumentos da cultura maia e um circuito noturno caliente como seu povo</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span style="display:block;">Ela é animada, ensolarada e belíssima. Localizada na ponta sul do Golfo do México, Cancún especializou-se de tal forma no turismo, que hoje é praticamente uma “cidade-resort”. A cidade nasceu assim: em meados da década de 70, o governo mexicano abriu os olhos para o potencial turístico do que era, até então, uma vila de pescadores. E resolveu investir, chamando hoteleiros e fazendo mídia. Hoje, os mais de 20 quilômetros de praia estão quase todos ocupados por grandes complexos hoteleiros que, em sua maioria, oferecem a boa proposta do gênero “custo-benefício” pelo sistema conhecido como all-inclusive. Com ele, as refeições e bebidas já estão embutidas no valor do pacote, sendo que o turista pode se servir à vontade durante sua estadia. A idéia é satisfazer as expectativas dos hóspedes e fazê-los relaxar completamente, afinal, quem viaja para o paraíso não quer ter preocupação nem deixar descontrolar suas despesas.</span></p>
<p><span id="more-11"></span></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Lagoas</span></strong> &#8211; Cancún é o lugar perfeito para relaxar. Esticar o corpo em uma espreguiçadeira, sob o sol escaldante e sobre a areia branca e fininha, nos dá muita vontade de viver assim para sempre. Quando abrimos os olhos e encaramos aquele mar turquesa, aí então é que começamos a fazer planos de não voltar mais para casa. Nessa hora, peça outro drinque, renove o protetor solar, pare de pensar no futuro e lembre-se só de aproveitar as férias. Mas, além desse descanso absoluto, há muito o que se fazer também. Cancún tem condições perfeitas para todos os esportes náuticos. O mar encontra-se com um conjunto de cinco lagoas, formando um cenário incrível. Prepare-se então para mergulhar, com cilindro ou snorkel, praticar esqui-aquático, velejar e até fazer um safári na água.Você vai ter material para muitos filmes e inúmeras fotos. <strong>Mas atenção</strong>: não pegue conchas, areia da praia, ou qualquer outra coisa da natureza, porque as leis mexicanas proíbem. E se preferir ação em terra firme, aprenda ou jogue golfe, esporte que tem certa tradição na jovem cidade e que pode ser praticado com muito charme entre ruínas maias, no campo de Pok ta Pok.</p>
<p><strong><span style="font-size:xx-small;"><br />
</span></strong></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20080206125723-gtravel125-7.jpg" alt="" width="185" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">El Castillo: pirâmide que<br />
guarda um mistério</span></td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><span style="color:#000000;"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20080206125718-gtravel125-6.jpg" alt="" width="185" height="220" /><br />
O Ultra Lounge é recomendado<br />
para quem quer balada</span></td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20080206125716-gtravel125-5.jpg" alt="" width="185" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Bar Azucar oferece o melhor<br />
dos ritmos latinos</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Milenar</span></strong> &#8211; Na península mexicana de Yucatán, onde está Cancún, a história do México é também uma das atrações. A região foi o berço da cultura Maia – civilização que se destacou por inúmeros avanços em diversas áreas do conhecimento humano, como agricultura, astronomia e matemática. Foram os Maias que criaram, por exemplo, o número “0”, tão importante para os cálculos. Os vestígios dos milenares Maias estão por toda parte, embora os monumentos e templos herdados deles estejam escondidos entre as florestas tropicais. A apenas cinco quilômetros de Cancún, está El Meco, o sítio arqueológico onde fica El Castillo, ou O Castelo; trata-se de uma pirâmide que se acredita ter sido um centro comercial maia. Já El Rey, um conjunto de monumentos que hoje servem de abrigo a um grande número de iguanas, fica em plena zona hoteleira, entre as lagoas e o mar. Existem outros sítios arqueológicos, mas um pouco mais distantes de Cancún. Quem quiser se aventurar mais pelo mundo dos Maias, existem pacotes especiais para esses lugares.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20080206125724-gtravel125-4.jpg" alt="" width="279" height="186" /></strong><br />
O conjunto de monumentos de El Rey</td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20080206125709-gtravel125-3.jpg" alt="" width="279" height="186" /><br />
Nos campos Pok ta Pok também<br />
há lugar para o golfe</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Ceviche</span></strong> &#8211; Há muito que se fazer na península mexicana depois que o sol se põe. E não se esqueça: estamos no México, terra latina também caliente de alegria e paixões, como se conhece do cinema ou da música. Assim, a brisa morna do mar caribenho encoraja seus visitantes e nativos a irem para a rua. Comece com um jantarzinho e surpreenda-se com a variedade de sabores oferecidos em Cancún, muito além dos tacos e guacamoles. Além da mesa tipicamente mexicana, aliás, uma das cozinhas étnicas mais apreciadas pelo mundo, a cidade-balneária oferece também sabores de outros países. Mas aproveite para conhecer um pouco mais da gastronomia do país e os pratos que conquistaram o mundo, como o Ceviche, hoje muito na moda e sempre com base de peixe e frutos do mar, mais cebola, coentro, tomate, abacate e chilli, muito chilli. Aliás, se você não gosta de pimenta, seja cuidadoso. Os mexicanos adoram e põem (pimenta) em tudo! Pergunte sempre ou peça para moderarem em seus pedidos, se for possível.</p>
<p>Depois de um bom jantar, hora de bailar. Se quiser continuar no clima da cidade, vá ao Bar Azucar, que, desde 1991, vem se aperfeiçoando em ritmos caribenhos como salsa, merengue, cumbia e cha-cha-cha. Para uma balada mais urbana, escolha a La Boom, que fica próximo da zona hoteleira, ou o Daddy’O (<a href="http://www.dadyo.com.mx/" target="_blank">www.dadyo.com.mx</a>), que, às sextas-feiras, faz uma festa com músicas dos anos 80 e 90, dessas bem conhecidas por todos. Se jogue também na Ultra Lounge (<a href="http://www.ultralounge.com/" target="_blank">www.ultralounge.com</a>), ou Ultra Club, um lugar com a proposta mais intimista e exclusiva. E assim é Cancún: da história aos frenéticos ritmos, de um mar de azul único a hotéis paradisíacos, a vida passa dia a dia cheia de atrações. Como não querer mais?</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#e4e4e4">
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" width="95%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<table style="width: 319px; height: 227px;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="319" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20080206131751-gtravel125-8.jpg" alt="" width="300" height="200" /><br />
A agitada temporada GLBT agita ainda mais o resort</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">A melhor semana da sua vida</span></strong></p>
<p><strong> </strong>Evento gay em Club Med local tem tudo incluso, até os esportes náuticos<br />
<span style="font-size:xx-small;"><em>(Por Joana Santana)</em></span></p>
<p>Em 1991, uma empresa de eventos GLS teve uma simples – mas grande – idéia: sediar uma semana gay no Club Med Playa Blanca, no México. Esses primeiros sete coloridos dias tiveram apenas 300 felizes testemunhas. Mas hoje a história é bem diferente. Entre as estadias em resorts e os cruzeiros promovidos pela Atlantis Events, cerca de 20.000 visitantes por ano passam as melhores férias de suas vidas. Esse ano, entre 26 de abril e 3 de maio, é a vez do Club Med Cancun sediar a Semana Gay e virar o Club Atlantis Cancun, com tudo de bom que isso significa. Para começar, a temporada é regida pelo sistema all-inclusive, que vai incluir não só no valor do pacote todas as refeições e drinques ilimitados, como também o acesso a todo equipamento esportivo!</p>
<p>E mais: o resort fica em uma área protegida, que é uma das mais lindas de Cancún, e conta com três praias privativas. Além disso, tem um complexo aquático com piscinas incríveis, bares e lounges, academia, yoga, e todo tipo de esportes náuticos. E, para melhorar o que já era ótimo, o Club Med Cancun acabou de passar por uma renovação na qual foram investidos 25 milhões de dólares.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20080206142241-gtravel125-9.jpg" alt="" width="279" height="186" /></strong><br />
O hotel possui três prais privadas</td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20080206142349-gtravel125-10.jpg" alt="" width="279" height="186" /><br />
O leque de atividades esportivas<br />
começa na piscina</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">As principais dicas para conhecer Cancún</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Como ir<br />
</span></strong><br />
O pacote inclui 07 noites de hospedagem no Club Med Cancun com regime all inclusive. O Club Atlantis Cancun é uma semana criada exclusivamente ao público gay no Club Med de Cancún. A programação inclui desde atividades na praia até festas com top DJs americanos. A partir de US$ 1.199,00</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;"><br />
Informações e outras atrações<br />
</span></strong><br />
• Cancún fica na costa do Estado de Quintana Roo. É a região mais visitada do México, um país de 105 milhões de habitantes e berço de culturas ancestrais como a Maia e a Asteca.</p>
<p>• O balneário de hotéis luxuosos diante de um mar azul-turquesa está a duas horas de vôo da capital, Cidade do México, e atrai multidões de norte-americanos, sobretudo de novembro a março, a alta temporada. E atrai cerca de 3 milhões de turistas por ano.</p>
<table style="height: 198px;" border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="316" align="right">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="left"><strong><span style="color:#000000;"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20080206143433-gtravel125-11.jpg" alt="" width="300" height="186" /></span></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>• Parte da cidade foi cuidadosamente construída para receber turistas. Exemplo: toneladas de areia branca e milhares de palmeiras foram injetadas na orla de 20 km da famosa “Zona Hotelera”. Mangues foram aterrados, jardins e canteiros erguidos e vias foram impecavelmente pavimentadas.</p>
<p>• A cidade tem sol o ano todo. Para quem quer mais sossego e sol moderado, entre novembro e o início de dezembro, o balneário não está lotado e as temperaturas não são muito altas. Maio e junho também são meses bons.</p>
<p>• O país pede visto de entrada. Todas as informações estão no site <a href="http://www.mexico.org.br/" target="_blank">www.mexico.org.br</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Grécia: um sonho de viagem</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2008/09/grecia-um-sonho-de-viagem/</link>
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		<pubDate>Fri, 12 Sep 2008 13:04:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiros Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Grécia]]></category>
		<category><![CDATA[Mikonos]]></category>
		<category><![CDATA[Praias]]></category>
		<category><![CDATA[Roma]]></category>

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Além das paisagens paradisíacas, é emocionante conhecer o berço da civilização ocidental: Atenas. Já em Mikonos o que não falta é ferveção





Casinhas caiadas de branco, incrustadas nas pedras e banhadas por um mar muito, muito azul. Tudo isso banhado pelo sol forte, pleno e ardido. Conhecer ruínas milenares e navegar por entre as belíssimas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext" style="display:block;">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080303165107-gtravel126-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Além das paisagens paradisíacas, é emocionante conhecer o berço da civilização ocidental: Atenas. Já em Mikonos o que não falta é ferveção</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span style="display:block;">Casinhas caiadas de branco, incrustadas nas pedras e banhadas por um mar muito, muito azul. Tudo isso banhado pelo sol forte, pleno e ardido. Conhecer ruínas milenares e navegar por entre as belíssimas e históricas ilhas. O clima é bem quente no verão e o inverno é suave. Junte-se a isso um povo muito alegre, orgulhoso, festeiro e bastante hospitaleiro. Por essas e por outras, não há quem não sonhe em viajar para a Grécia; e quem já foi, sonha em voltar. Afinal, foi lá que o mundo civilizado começou sua epopéia: as artes, a filosofia, a política e as olimpíadas. Todos esses pilares que formam a nossa sociedade ocidental nasceram na Grécia há muito tempo.</span></p>
<p><span id="more-9"></span></p>
<p>Por volta do século V, durante o período conhecido como Clássico, vivia-se no país um ambiente de muita cultura e liberdade. A visão dos gregos sobre a homossexualidade era, inclusive, muito mais moderna do que a de muitas sociedades atuais. Hoje, é claro, o cenário é muito diferente daquele em que Sócrates arrastava suas chinelas de couro. A capital Atenas, por exemplo, é uma grande metrópole com tudo o que uma cidade cosmopolita tem de ter. Principalmente, desde 2004, quando foram feitas reformas e melhorias de estrutura para que voltasse a sediar uma edição dos Jogos Olímpicos. Mas a atmosfera de democracia e liberdade ainda reina no país mediterrâneo.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080303174504-gtravel126-1.jpg" alt="" width="185" height="190" /><br />
Templo de Zeus: um dos<br />
monumentos ainda presentes<br />
da era da Grécia Antiga</td>
<td valign="top">
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080303174508-gtravel126-3.jpg" alt="" width="185" height="190" /><br />
O vigor e a nobreza da<br />
guarda do país</td>
<td valign="top">
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080303174506-gtravel126-2.jpg" alt="" width="185" height="190" /><br />
Detalhe da sacada de uma<br />
das edificações que se<br />
encontram na Acrópole</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">APENAS ATENAS </span></strong>- A capital grega é um verdadeiro museu a céu aberto –  mais do que Roma. O que já era de se esperar, afinal, essa cidade nasceu por volta do ano 5000 a.C. Mas nem tudo são ruínas. Do alto da Acrópole, pode-se enxergar bem a mistura do novo e do antigo. Essas características fazem de Atenas uma das cidades mais interessantes da Europa. Três linhas de metrô cortam a cidade. Não são muito grandes, já que cada vez que se cava um túnel encontra-se um novo sítio arqueológico. Mas ajuda no trajeto entre os principais pontos históricos, além de ligar o aeroporto ao porto, de onde saem os passeios pelas ilhas. E por cerca de 3 euros compra-se um bilhete que dá direito a usar qualquer transporte público por um período de 24 horas. Pegando o ônibus da linha A2 ou A3, por exemplo, chega-se a Glyfada, um bairro glamouroso e descolado na costa ateniense. Depois de visitar atrativos turísticos obrigatórios, como o Partenon, a Ágora, o Templo de Zeus, o monte Likavitos e o Museu Arqueológico Nacional, você terá fome. E aproveite, porque na Grécia toda a comida é mediterrânea! Conheça o Azul, que é pequeno, mas anda concorridíssimo, e o Cookou Food, que também é moderno e atrai a clientela jovem. Ou tente os mais tradicionais, como o Plátanos ou o Rodakio, tavernas que promovem uma viagem no tempo. E, para provar um autêntico carneiro grego, vá ao To Steki Tou Ilia, onde as costeletas são assadas no limão e degustadas com as mãos.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gmagazine/20080304120557-gtravel126-7.jpg" alt="" width="140" height="150" /><br />
Um dia nas praias de Mikonos pode virar<br />
numa festa que dura o<br />
dia inteiro</td>
<td valign="top">
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gmagazine/20080304115754-gtravel126-6.jpg" alt="" width="140" height="150" /><br />
Noite em Atenas: shows<br />
e clubes para todos os<br />
estilos</td>
<td valign="top">
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gmagazine/20080304115737-gtravel126-5.jpg" alt="" width="140" height="150" /><br />
O Parthenon é um dos<br />
símbolos fortes da era<br />
clássica e também um<br />
dos mais belos</td>
<td valign="top">
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gmagazine/20080304115720-gtravel126-4.jpg" alt="" width="140" height="150" /><br />
Vista da capital grega,<br />
onde se fundem história<br />
e seu novo urbanismo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Depois, volte ao hotel apenas para um banho e saia para a rua. Os atenienses vivem ao ar livre e, tanto de dia quanto à noite, as estreitas vias estão sempre cheias. E na cidade há clubes e shows para todos os estilos. Hospedar-se também não será uma tarefa difícil, já que Atenas tem diversos hotéis friendly, como Acropolis Select, Golden City, Adrian, Le Mirage, President e vários outros.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">MIKONOS FERVE</span></strong> &#8211; Praias de areia dourada e mar azul intenso. Paraíso idílico, perfeito para relax e tranqüilidade, certo? Bem, em parte. A natureza de <strong>Mikonos</strong> é, realmente, exuberante – e tudo o que se pode querer de uma ilha grega. Agora, se estiver à procura de calmaria, escolha outra das mais de 2 mil ilhas para ficar. Porque aqui a balada não tem hora para terminar. Mikonos é eclética, democrática, livre e pagã. É a celebração dos excessos e das diferenças, onde velhinhos coexistem com ravers e ninguém sequer ameaça lançar um olhar de reprovação. Na areia, hippies e megaempresários dividem um lugar ao sol, assim como mochileiros, celebridades e quem mais vier. E a qualquer momento uma festa pode começar, bem ali do seu lado. Basta que alguém decida aumentar o volume do som. Rapidamente alguém começará a dançar, quiçá em cima da mesa, e pronto! Assim nasce mais uma festa na ilha.</p>
<p>As praias de Paradise e Super Paradise são as que têm maior vocação baladeira. Elas começam a bombar a partir das 15h, quando as pessoas que se jogaram na noite anterior conseguem acordar. Coma e beba qualquer coisa, dê um revigorante mergulho e esteja pronto para mais uma festa. E não se esqueça: você está no Olimpo, você está na Grécia, presente dos deuses!</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gmagazine/20080304123348-gtravel126-9.jpg" alt="" width="185" height="190" /><br />
Os famosos moinhos que<br />
marcam a belíssima paisagem.<br />
Lembra da novela?</td>
<td valign="top">
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gmagazine/20080304121746-gtravel126-8.jpg" alt="" width="185" height="190" /><br />
O mix de turmas no agito<br />
da festa Super Paradise Beach</td>
<td valign="top">
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gmagazine/20080304121749-gtravel126-10.jpg" alt="" width="185" height="190" /><br />
A charmosa Little Venice, um<br />
dos points mais encantadores<br />
da ilha</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ushuaia, explorando a cidade do fim do mundo</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Sep 2008 14:59:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiros Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Ushuaia]]></category>

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		<description><![CDATA[







A capital da Terra do Fogo, na Argentina: destino para explorar a natureza, esquiar e curtir badalados resorts, cassinos, lojas e museus






Ushuaia é um município argentino de nome curioso e apelidos mais pitorescos ainda. A começar pela região da qual é capital, chamada Terra do Fogo, passando pela alcunha de “cidade mais austral do mundo” [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext" style="display:block;">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080724114617-ushuaia-abre2.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>A capital da Terra do Fogo, na Argentina: destino para explorar a natureza, esquiar e curtir badalados resorts, cassinos, lojas e museus</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span style="display:block;"><strong><br />
</strong>Ushuaia é um município argentino de nome curioso e apelidos mais pitorescos ainda. A começar pela região da qual é capital, chamada Terra do Fogo, passando pela alcunha de “cidade mais austral do mundo” e, mais diretamente, “cidade do fim do mundo”. Nomes sugestivos para um lugar de paisagens realmente peculiares e inspiradoras. Em tradução livre do yámana, língua dos habitantes nativos, Ushuaia significa “baía que mira o poente”. Possivelmente, refere-se à baía Lapataia, que fica de frente para o Canal de Beagle e representa o limite do território, ao sul. Ao norte, a fronteira é o Estreito de Magalhães. Entre uma ponta e outra, montanhas, glaciares, bosques, vales, lagos e, é claro, o mar. Atrativos que fazem da região um lugar perfeito para os turistas que, munidos de câmera fotográfica e disposição para a caminhada, gostam de explorar a natureza.</span></p>
<p><span id="more-5"></span></p>
<p><strong><span style="font-size:xx-small;"> </span></strong></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="568">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123741-ushuaia-1-1.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123719-ushuaia-1-2.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123704-ushuaia-1-3.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123647-ushuaia-2-1.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123605-ushuaia-2-2.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123547-ushuaia-2-3.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123530-ushuaia-3-1.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123513-ushuaia-3-2.jpg" alt="" /></td>
<td><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722123455-ushuaia-3-3.jpg" alt="" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Nesse cenário que poucas pessoas conhecem, os viajantes são transportados no tempo e se sentem como se pertencessem à outra época e estivessem entre os primeiros a pisar ali. Para as pessoas que não têm tanto o perfil explorador, Ushuaia é também uma gostosa cidadezinha à beira-mar, com uma excelente infra-estrutura turística. Hotéis, resorts, cassinos, lojas, museus e restaurantes garantem uma estadia agitada, cheia de coisas para se fazer – só descansa quem quiser! A gastronomia regional oferece principalmente cordeiro e frutos do mar em geral, entre os quais se destaca o caranguejo gigante, chamado de centolla. Também conta pontos a hospitalidade da população local, sempre disposta a agradar os visitantes.</p>
<table style="height: 559px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="256" align="left">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#95b5df">
<p style="margin:20px;"><span style="color:#ff6600;"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722141036-ushuaia-pordosol.jpg" alt="" width="220" height="147" /></strong></span></p>
<p><strong></strong><span style="color:#ff0000;"><strong><span style="color:#ffffff;"><em><span style="font-size:x-small;">O COMEÇO DO FIM DO MUNDO<br />
</span><br />
</em></span></strong></span><span style="color:#000000;"><em>O primeiro homem branco a pisar na região foi o espanhol Fernão de Magalhães, em uma expedição pelo sul da América, em 1520. Da caravela em que estava, o explorador via muitas fogueiras em terra – usadas pelos nativos para aplacar o frio –, e decidiu batizar aquele território de Terra do Fogo. Acabou também dando seu nome ao pequeno braço de mar que separa a ilha do continente, o Estreito de Magalhães.</em></span></p>
<p><em>Séculos mais tarde, outra expedição à região entraria para a história. Em 1831, o navio inglês HMS Beagle levou à região um jovem então pouco conhecido, um naturalista de apenas 22 anos. O jovem era o pesquisador Charles Darwin que, com base em muitas das observações que fez na Terra do Fogo, escreveu A Origem das Espécies, um dos mais completos tratados científicos da humanidade.</em></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Os passeios por bosques e lagos, as caminhadas pelas montanhas, a incursão pelo Parque Nacional da Terra do Fogo, as cavalgadas e a observação de aves e leões marinhos sempre estiveram no cardápio das atrações de verão da Patagônia. Mas foi a partir da inauguração da estação de esqui de Cerro Castor, em 1999, que Ushuaia estreou com maestria como destino de inverno.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Cerro Castor</span></strong> &#8211; Quando se pensa em Ushuaia – a cidade mais austral do mundo, última parada antes da Antártida –, imagina-se logo que o clima deve ser insuportavelmente frio, com temperaturas registrando muitos graus abaixo de zero. Um brasileiro é capaz de tremer só de pensar em estar cercado daquelas geleiras imensas. Mas, felizmente, não é nada disso. O termômetro varia entre 5°C positivos e 5°C negativos, em média. O fato de estar cercada de montanhas também ajuda, porque assim a região fica livre dos ventos. Essa pequena amplitude térmica acaba favorecendo um item de fundamental importância no sucesso da estação de esqui: a qualidade da neve.</p>
<p>São 24 pistas com queda orientada para o sul, distribuídas em 600 hectares, e com 800 metros de desnível. A maioria delas segue as especificações da Federação Internacional de Esqui e recebe atletas de inverno de diversos países, que vêm treinar na América do Sul quando é verão na Europa.</p>
<p>Mas não são só os profissionais que têm vez em Ushuaia. Se você nunca esquiou, pode ir se preparando para dar os primeiros passos calçados com um par de esquis. O Cerro Castor tem pistas de vários níveis de dificuldade, incluindo o de iniciantes, e oferece ainda uma excelente escola de esqui e snowboard, com aulas coletivas e particulares.</p>
<p>Para incentivar ainda mais os esquiadores de primeira viagem, os meios de elevação até o topo da montanha são de última geração: teleféricos grandes, fechados e para várias pessoas, transportes considerados o que há de mais seguro e moderno nessa área. Dentro da estação de esqui há ainda caminhadas pelos bosques, para as quais se usa nos pés uma espécie de raquetes próprias para neves, passeios de trenó puxados por cães e aluguel de snowmobile. E a infra-estrutura do centro de esqui oferece também quatro restaurantes para quando bater a fome, ou para dar uma descansadinha entre uma descida e outra.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#95b5df">
<p style="margin:20px;" align="left"><span style="color:#ff6600;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#ffffff;"><strong><span style="font-size:x-small;">TOP 5: PROGRAMAS IMPERDÍVEIS EM USHUAIA<br />
</span><br />
</strong><span style="font-size:xx-small;color:#000000;"> Foto: Facundo Santana Instituto Fueguino de Turismo </span><br />
<span style="color:#000000;"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080724124519-ushuaia-parque2.jpg" alt="" hspace="5" width="235" height="150" align="left" /></span></span></span></span></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">Parque Nacional da Terra do Fogo<br />
</span></strong>Lagos, rios, trilhas, bosques, montanhas, a Baía de Lapataia, leões marinhos, castores, condores e outros pássaros. Tudo isso pode ser visto nos 63 mil hectares do Parque Nacional da Terra do Fogo.</p>
<p style="margin:20px;" align="right"><span style="font-size:xx-small;">Foto: www.cerrocastor.com<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722154103-ushuaia-cerro.jpg" alt="" hspace="5" align="right" /></span></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">Cerro Castor</span></strong><br />
Diversos motivos fazem desta estação de esqui argentina uma das melhores do continente: quantidade e qualidade de neve e de pistas, infra-estrutura de equipamentos, hoteleira e gastronômica, excelentes e, é claro, a exclusividade de se estar no fim do mundo.</p>
<p style="margin:20px;" align="left"><span style="font-size:xx-small;"> Foto: Facundo Santana Instituto Fueguino de Turismo </span><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080724124554-ushuaia-trem2.jpg" alt="" hspace="5" width="235" height="150" align="left" /></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">Trem do Fim do Mundo</span></strong><br />
Réplica perfeita do trem que levava os presos da cadeia até o Parque Nacional para buscar lenha. Pelo caminho, belas paisagens de vales e montanhas.</p>
<p style="margin:20px;" align="right"><span style="font-size:xx-small;">Foto: </span><span style="font-size:xx-small;">www.interpatagonia.com </span><br />
<img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080722153957-ushuaia-museu.jpg" alt="" hspace="5" align="right" /><br />
<strong><span style="color:#ffffff;">Museu do Fim do Mundo e Museu Marítimo</span></strong><br />
Visitar o Museu do Fim do Mundo é fundamental para quem quer saber mais sobre a Terra do Fogo e sobre a cultura dos índios nativos que ali viviam. Já o Museu Marítimo funciona no prédio que abrigava o antigo presídio da região, que teve grande importância na história local. Depois que deixou de ser presídio, o prédio serviu à Marinha Nacional até virar o museu que é hoje.</p>
<p style="margin:20px;" align="left"><span style="font-size:xx-small;"> Foto: www.cerrocastor.com</span><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080724124536-ushuaia-beagle2.jpg" alt="" hspace="5" width="235" height="150" align="left" /></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;">Canal de Beagle</span></strong><br />
Desse porto, que é o fim do fim do mundo, partem diversos passeios de barco, um mais interessante que o outro. É também onde os navios a caminho da Antártida param para abastecer.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cape Town, cidade dos sonhos</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Sep 2007 15:09:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiros Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Boates]]></category>
		<category><![CDATA[Cape Town]]></category>
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		<category><![CDATA[Surf]]></category>

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		<description><![CDATA[







A imponente Table Mountain: megabeleza natural que simboliza a cidade





Mesclando natureza, entretenimento e diversidade, a capital legislativa da África do Sul é a meca GLS do continente

Por muito tempo, a África do Sul esteve presente diariamente nos noticiários com cenas de violência e racismo. Hoje, o país respira aliviado, pois a vida passou a ser mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20071004165325-gtravel121-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>A imponente Table Mountain: megabeleza natural que simboliza a cidade</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div><strong>Mesclando natureza, entretenimento e diversidade, a capital legislativa da África do Sul é a meca GLS do continente<br />
</strong></div>
<div><strong><span style="font-weight:normal;">Por muito tempo, a África do Sul esteve presente diariamente nos noticiários com cenas de violência e racismo. Hoje, o país respira aliviado, pois a vida passou a ser mais justa. Capital da província sul-africana de Western Cape, Cape Town, na tradução a <strong>Cidade do Cabo</strong>, também sofreu com o apartheid, política de segregação racial, até 1994, mas passou por uma total reviravolta. Foi a primeira no mundo a garantir, em constituição, o direito à livre orientação sexual. Desde então, <strong>Cape Town</strong> passou a receber ainda mais turistas homo e se tornou a mais importante bandeira <strong>gay-friendly</strong> na África do Sul. </span></strong></div>
<p><span id="more-44"></span></p>
<p>Além da ferveção, <strong>Cape Town </strong>é um destino de belos recantos naturais, ótimas praias e boa infra-estrutura para compras e entretenimento. A associação chamada <em>Pink Route</em>, por exemplo, reúne hotéis, bares, restaurantes e casas noturnas e não deixa nada a dever a outros famosos destinos GLS do mundo. Entre as montanhas e o mar, encontra-se uma cidade encantadora e aconchegante, com influência cultural herdada da Holanda e da Inglaterra e temperada pelo clima africano.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Primeiro passeio -</span></strong> Comece a descobrir a cidade por Victoria &amp; Alfred Waterfront, um porto completamente revitalizado, que hoje abriga charmosos restaurantes à beira mar. O píer lembra a atmosfera de Puerto Madero, em Buenos Aires, onde galpões reúnem restaurantes e bares charmosos às margens do rio. Victoria &amp; Alfred, contudo, oferece mais opções de lazer. Depois de circular pelas galerias e se deparar com peças das grifes mais badaladas do mundo &#8211; a preços melhores que os do Brasil &#8211; aproveite e tome um drinque, curtindo o pôr-do-sol em algum dos bares do deck. Mas sempre peça guarda-sol! Além de proteger os olhos, eles evitam os detritos dos muitos pássaros que sobrevoam a área.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Foto: South Africa Tourism</span></td>
<td colspan="2">
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;">Foto: Divulgação</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071004174435-gtravel121-pier.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Píer do V&amp;A Waterfont: bom lugar<br />
também para compras</span></td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071004174529-gtravel121-camps.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Camps Bay é a praia da badalação e do luxo</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">O roteiro das praias &#8211; </span></strong> Agora é a vez de desbravar Cape Town por seu belo litoral. Pegue a Victoria Road e siga, passando por Sea Point, na direção de Camps Bay, com clima de balneário de luxo. Pouco antes de Camps Bay, na pequena baía de Clifton, fica a 3rd Beach, a praia mais gay da <strong>Cidade do Cabo</strong>. E, logo à frente, fica a Sandy Beach, específica para nudistas. Essa praia é também ponto de partida de muitos passeios de barco, como os que levam até Robben Island, a ilha onde fica o presídio que encarcerou Nelson Mandela por mais de duas décadas, hoje desativado. Essa excursão – bacana para quem curte a história dos lugares que visita – é guiada pelos próprios ex-detentos. Chegamos a Camps Bay. Ali, vêem-se gente bonita, corpos sarados e bronzeados e “carrões” passeando pela orla, no melhor estilo Beverly Hills. Os bares e restaurantes da área são ótimos, mas o Café Caprice é garantia de garotos bonitos e de diversão. Até o fechamento desta matéria, o bar passava por uma reforma. Se ainda estiver em obras, vá ao Ignite – outra boa opção.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Foto: South Africa Tourism</span></td>
<td colspan="2">
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;">Foto: Guga Rahner</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071010163639-gtravel121-cabo.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">O histórico Cabo da Boa Esperança</span></td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071010163846-gtravel121-colina.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">A colina dos Twelve Apostles é para quem<br />
procura aventuras radicais</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">História e tubarões -</span></strong> Um lindo passeio é ir ao Cabo da Boa Esperança. É emocionante! Era conhecido como Cabo das Tormentas, que assombrou os portugueses da era das Grandes Descobertas. Leva-se um pouco mais de tempo, mas o caminho vale a pena. Do trajeto de cerca de 60 km da Chapman’s Road até a montanha de Cape Point – de onde se vê o Cabo – tem-se uma linda vista: belas casas de veraneio, mirantes excelentes para se fazer um piquenique e as praias mais lindas da África do Sul. Mas para quem gosta mesmo de aventuras marítimas, há o passeio até Hermanus, para observar baleias. Elas migram para lá em maio e só vão embora em novembro. Já Boulders Beach é conhecida como a praia dos pingüins e, Gansbaai, por sua vez, é o lugar onde até mergulhar ao lado de tubarões brancos é possível!</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Foto: Divulgação</span></td>
<td colspan="2">
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;">Foto: Guga Rahner</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20071004175300-gtravel121-sandy.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">A praia de nudismo Sandy Bay</span></td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20071004175346-gtravel121-tablevista.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">A Table Mountain pode ser vista de quase<br />
todos os lugares de Cape Town</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Olhando de cima -</span></strong> Um dos maiores símbolos de Cape Town é a Table Mountain, nome muito apropriado para a montanha em formato de mesa, com mais de 300 metros de altura. Subir ao topo dela depende, necessariamente, das condições do tempo. Se o céu está nublado, fica impossível. Para se chegar ao alto da montanha, pode-se escolher entre ir a pé pela trilha ou pegar um bondinho. Do mirante, tem-se uma vista inesquecível de toda a cidade. Outros montes e colinas, como Signal Hill e Twelve Apostles, oferecem atividades ao ar livre. É o caso da Lion’s Head, que fica entre Sea Point e a baía de Clifton, e é procurada por praticantes de paraglide, vôo em um aeroplano com asas semelhantes a um pára-quedas. Se você não pratica, experimente ir ao La Med, restaurante que fica no Glen Country Club, com vista para o campo de pouso e que, de quebra, oferece pizzas incríveis.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="8" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#f0ffd2"><span style="color:#ff0000;"></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#000000;font-size:xx-small;"> Foto: Sacha Park</span></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20071004180841-gtravel121-marinheiro.jpg" alt="" hspace="4" width="282" height="220" /><br />
</strong><span style="color:#000000;">Grupo de &#8220;marinheiros&#8221; na Festa à Fantasia de 2006</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p></span><span style="color:#ff0000;"><strong><br />
Superbalada!</strong><br />
</span>Em 22 de dezembro deste ano, um sábado, acontece a 14ª edição da festa à fantasia MCQP – sigla para <em>Mother City Queer Projects</em>, algo como <em>Projetos Gays da Cidade-Mãe</em>. O evento é a principal festa gay de Cape Town e a data da festa não foi escolhida por acaso: é o dia do solstício de verão, o dia mais longo da estação. O tema deste ano ainda é uma surpresa dos organizadores, mas o que eles fazem questão de deixar claro é que a versão 2007 vai se estender um pouco mais. O Festival MCQP será aberto com um jantar beneficente e seguirá por uma semana com uma série de eventos, até o encerramento com a grande Festa à Fantasia.  Conheça o site do festival:<a href="http://www.mcqp.co.za/" target="_blank">http://www.mcqp.co.za/</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071011115541-gtravel121-pri2_p1.jpg" alt="" width="126" height="156" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Fachada de um<br />
albergue GLS</span></td>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071011115639-gtravel121-pri2_p2.jpg" alt="" width="126" height="156" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Gogo-boy na<br />
boate Cruz</span></td>
<td valign="top">
<p align="center"><span style="color:#ffffff;"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071011115723-gtravel121-pri2_p3.jpg" alt="" width="126" height="156" /></strong><br />
</span><span style="color:#000000;">Imagem do site<br />
do club Bronx</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Hora da ferveção -</strong> A noite chega e o circuito gay de <strong>Cape Town</strong> está de prontidão. O antigo Red Light District, zona do baixo meretrício, hoje é o De Waterkant Village, uma alegre, animada e colorida Boystown que concentra restaurantes, bares, lojinhas e até uma lavanderia GLS.</p>
<p>O Café Manhattan atrai a ala gay mais conservadora e tem uma filial em Sea Point. O Bronx Action Bar é o mais tradicional do país e tem como atração seus lindos bartenders. E entre o De Waterkant e o Green Point, no Junction Café, acontece a Lush, animadíssima festa de meninas.</p>
<p>A área do De Waterkant fica pertíssimo de outro pedaço da cidade, o Green Point, que, por ter o mesmo grau de agito, chega a ser difícil distinguir em qual dos dois você está. Em Green Point, dê início à noite no bar Cubana, que bomba de terça a sábado, até por volta da meia-noite. Depois estique na Cruz, a boate mais fervida de Cape Town.</p>
<p>No dia seguinte, você ainda pode experimentar o Glasshouse, um salão de beleza para meninos, e, se gostar de saunas, vá à Hothouse. Para as meninas, o lugar é o Beulah Bar &amp; Lounge, que abre também de terça a sábado.</p>
<p>Enfim, <strong>Cape Town </strong>é um símbolo onde a diversidade e a natureza predominam. Um paraíso raro em nossos tempos.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Foto: South Africa Tourism</span></td>
<td colspan="2">
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;">Foto: Guga Rahner</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071010171423-gtravel121-capevista.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Vista aérea do perímetro urbano de Cape Town</span></td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071010171611-gtravel121-placas.jpg" alt="" width="282" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Placas no caminho de Cape Point indicam a<br />
distância entre outras famosas cidades mundiais</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>As principais dicas para conhecer Cape Town</strong></span></p>
<p><strong></strong><a href="//gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071011132311-gtravel121-map_g.jpg','','resizable=no,location=no,menubar=no,scrollbars=no,status=no,toolbar=no,fullscreen=no,dependent=no,width=625,height=445,left=250,top=100'))"></a></p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071011121257-gtravel121-map_p.jpg" alt="" hspace="5" vspace="5" width="337" height="250" align="right" /></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Informações úteis<br />
</strong><br />
• Possui cerca de 3,2 milhões de habitantes.</p>
<p>• Está entre as seis cidades mais bonitas do planeta, segundo o Guiness Book.</p>
<p>• A língua local é o africâner, dialeto africano, mas fala-se muito o inglês. O português chega a ser falado pela imigração vinda de Angola, Cabo Verde e Moçambique.</p>
<p>• De dezembro a março, a temperatura fica entre 15ºC e 35ºC. No inverno, entre 0ºC e 20ºC. Se tiver coragem para um mergulho, prepare-se: para os brasileiros, a temperatura das águas é insuportável de tão gelada.</p>
<p>• O visto é tirado na hora da imigração e tem validade por três meses. É necessário tomar a vacina da febre amarela.</p>
<p>• A moeda é o rand. Na média, um real vale 3 rands.</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;">Fotos: Divulgação </span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071011121425-gtravel121-animals.jpg" alt="" hspace="5" width="226" height="224" align="right" /></strong></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Outras atrações</strong></p>
<p>A Rota do vinho, com várias opções de visitação, é uma das mais procuradas, ao lado da Rota Jardim, que passa pelos distritos produtores de flores. E, embora seja no outro extremo do país, na província de Northern Cape, os safáris no Kruger Park são o sonho de quase todo mundo que vai à Cape Town. Além dos animais mais comuns, como girafas, zebras, antílopes e babuínos, os chamados “big five” – grupo dos cinco maiores mamíferos da savana: leões, leopardos, elefantes, rinocerontes e búfalos, podem estar na sua frente. Nas redondezas do Kruger, reservas particulares com resorts luxuosíssimos são a maneira mais glamourosa de se conhecer a África. Assim, você pode bancar o Tarzan sem deixar de ser fino.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>São Francisco &#8211; deixe seu coração por lá</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2007/08/sao-francisco-deixe-seu-coracao-por-la/</link>
		<comments>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2007/08/sao-francisco-deixe-seu-coracao-por-la/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Aug 2007 15:25:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Roteiros Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Parada Gay]]></category>
		<category><![CDATA[São Francisco]]></category>

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Compacta e cheia de vitalidade, a meca gay do planeta traduz seu charme e sedução nas dezenas de cafés, bares e restaurantes. Some-se a isso uma vida cultural pulsante e muita festa. O resultado é pura diversão!





Centro da contracultura nos anos 50 e um dos points hippies mais fortes do mundo na década de 60,  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20070430152323-viajando-116-img1.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Compacta e cheia de vitalidade, a meca gay do planeta traduz seu charme e sedução nas dezenas de cafés, bares e restaurantes. Some-se a isso uma vida cultural pulsante e muita festa. O resultado é pura diversão!</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Centro da contracultura nos anos 50 e um dos points hippies mais fortes do mundo na década de 60,  a charmosa <strong>São Francisco</strong> experimentou uma nova onda pouco antes do início dos anos 70: a vida gay.</p>
<p><span id="more-48"></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="20"></td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501124339-viajando-116-img2.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Castro: homens de mãos dadas</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong> </strong></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">
</td>
<td>
<p align="center"><strong><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501124446-viajando-116-img9.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong></strong><br />
<span style="color:#000000;">O Golden Gate Park</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Desde então, o movimento não parou. Hoje em dia, São Francisco possui mais homossexuais que qualquer outro lugar dos Estados Unidos. Estima-se que um entre cada cinco homens com mais de 15 anos que vive por ali seja gay.</p>
<p>O título de meca GLS não é por acaso. Foi lá, durante a <strong>Freedom Day Parade</strong>, em 1978, a primeira vez que o arco-íris foi usado como símbolo do movimento gay. Quase 30 anos depois, em fevereiro de 2004, outro marco importante: a cidade foi a primeira nos Estados Unidos a autorizar legalmente o casamento homossexual. A Suprema Corte da Califórnia invalidaria a autorização, mas de nada adiantaria. A partir daí, São Francisco dava sinais de um lugar onde o respeito pelas diferenças de gosto e opção fazem parte da vida real. Habitantes e turistas convivem em plena harmonia. Um território perfeito para vivenciar uma vida gay livre de olhares escandalizados ou gestos preconceituosos. Como toda ação gera uma reação, a cada ano a cidade atrai mais e mais visitantes em busca de um pacote superatraente que inclui variedade de pontos turísticos, clima ameno em torno dos 10ºC o ano todo e uma cordialidade verdadeira.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Pernas pra que te quero<br />
</span></strong><br />
Nada de preguiça. Quem quiser realmente entrar na rotina de um habitante de San Fran, como é chamada carinhosamente a cidade pelos moradores, deve esquecer o carro. O negócio é bater perna e usar os dois meios de transportes característicos: o bonde, um dos símbolos da cidade, e a bicicleta, que também pode ser alugada. Preparamos um roteiro com sugestões de programas para dois dias. Mesmo sem segui-lo cem por cento, ele o levará para conhecer San Fran de cabo a rabo, com direito a lugares que serviram de palco para filmes de cinema e séries de TV.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Primeiro dia</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Comece o dia visitando <strong>Chinatown</strong>, uma das colônias chinesas mais antigas dos Estados Unidos. Há registros de 1848 como o ano de início da imigração, que mantinha os moradores como trabalhadores das estradas de ferro. Aliás, foi na Califórnia – e para os trabalhadores – que surgiu, alguns anos depois, a primeira calça jeans. A região é um dos principais centros de compras da cidade, além de boas casas de especiarias e alimentos exóticos. Nas ruas, as luminárias de dragão, os anúncios de néon e os telhados coloridos garantem a movimentação do local. Alguns cafés reúnem artistas, marinheiros, prostitutas e poetas. Vale conhecer o Tien Hau Temple e a Grant Avenue, com seus famosos antiquários e armazéns.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501115701-viajando-116-img4.jpg" alt="" width="179" height="219" /><br />
Delícias no Orphan Andy´s</td>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501115756-viajando-116-img5.jpg" alt="" width="178" height="219" /><br />
Fachada do Teatro Castro</td>
<td><span style="color:#ffffff;">.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Siga agora no sentido North Beach, onde está a tradicional <em>delicatessen</em> Molinari’s, que oferece uma espécie de bufê de guloseimas para viagem. O endereço preferido para o consumo desses quitutes é o Washington Park, onde muitos aproveitam para fazer um piquenique. A atração da tarde em North Beach são os cafés. As casas apresentam livrarias e shows de jazz, mantendo o charme da boêmia <em>beatnik</em> da década de 50. O Vesúvio é uma das opções e deve ser visitado sem pressa. Próximo a esse café está a parada do ônibus 39, principal acesso ao Telegraffic Hill e ao Coit Tower. A torre é uma grande homenagem aos bombeiros de São Francisco. São mais de 80 metros de uma construção em estilo <em>art déco</em> concluída em 1937. Dali, você terá uma vista deliciosa da cidade e poderá entender cada canto de SF do alto, incluindo a vista para a Golden Gate, a Pirâmide do Transamérica – arranha-céu preparado para resistir a terremotos –, e a Lombard Street, rua em ziguezague que fica em uma colina muito visitada por turistas.</p>
<p>O passeio de Cable Car é bem característico. O bondinho passeia por vilas no estilo vitoriano e pelos principais pontos turísticos. O bilhete custa 2 dólares (guarde-o, pois ele vale por três horas e pode ser</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="20"></td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501141516-viajando-116-img6.jpg" alt="" width="224" height="256" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">O famoso bondinho da cidade</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>reutilizado) e o trajeto dura cerca de uma hora. A noite chegou. Nada como uma paradinha no hotel para um descanso providencial, certo? Errado. Em San Fran, jantares e baladas começam mais cedo do que no Brasil. Por isso, se o corpo não segurar a onda, opte por fazer a sesta no começo da tarde e se prepare para a gandaia.</p>
<p>Um bom horário para jantar é entre as 20 e 22 horas. Depois disso, a maioria dos restaurantes e bares fecha a cozinha. Nesse caso, vá ao Orphan Andy’s, um pequeno bar com ótimas opções de pratos e lanches, na esquina das Ruas Castro e Market, quase em frente à bandeira do arco-íris. É um dos poucos que funcionam 24 horas. O bairro de Castro reúne as principais casas gays <em>(confira as dicas na próxima página)</em>. Fique atento, pois em toda SF só é permitida a venda de bebidas alcoólicas até as 2 horas da manhã. Depois disso, nada de drinques. Veja a programação de filmes e espetáculos do Teatro Castro, além da decoração clássica e imponente do local. Antes ou depois das apresentações, o ponto mais concorrido é o jardim do Jardinere, com alta culinária francesa e espaço para drinques no balcão ao som de jazz.</p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#ff0000;">Segundo dia<br />
</span></strong><br />
Localizado no distrito cultural de <strong>Yerba Buena Gardens</strong>, o <strong>San Francisco Museum of Modern Art </strong>tem a mais abrangente coleção de arte moderna e contemporânea da costa oeste. Inclui artistas da Pop Art, pintores californianos e nomes como Matisse, Salvador Dalí, Max Ernst, Frida Kahlo e Diego Riviera. Um dos mais lindos e contemporâneos museus do mundo, custou cerca de 60 milhões de dólares aos cofres públicos e muita polêmica por ser considerado deficitário. Fique atento, pois o espaço não abre às quartas-feiras. </span></span></span></p>
<p>Depois, faça um passeio no <strong>Yerba Buena Gardens</strong>, compras no Museum Store ou um <em>brunch</em> no Caffe Museo. Aproveite que está muito perto do distrito financeiro e dê um pulo no Embarcadero, espaço totalmente reconstruído depois de um terremoto, em 1989. São seis quadras repletas de praças, lojas, restaurantes e cinemas. Prepare-se para as vitrines da <strong>Gucci, Tiffany, Niketown, Macy’s e Armani</strong>. A Union Square, importante roteiro da moda, fica entre as Ruas Geary, Poweel, Stockton e Post. Devaneios controlados, hora de visitar a região portuária, que faz do Armazém Lulu um destaque na culinária de pescados. Seguindo o clima marítimo, o Fisherman´s Wharf é uma região de compras de pescado e exposições de animais empalhados. Nos fins de semana, fica lotado de turistas que visitam o Aquário de SF, entre outros lugares. É do Fisherman’s Wharf que saem as balsas para Alcatraz, a cadeia desativada que já foi tema de vários filmes e abrigou o mafioso <strong>Al Capone</strong>.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501131052-viajando-116-img7.jpg" alt="" width="154" height="209" /><br />
A monumental Coit Tower</td>
<td></td>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501131129-viajando-116-img10.jpg" alt="" width="230" height="209" /><br />
Vista do ex-presídio de Alcatraz</td>
<td></td>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501133440-viajando-116-img8.jpg" alt="" width="180" height="209" /><br />
O ziguezague da Lombard Street</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Hoje, Alcatraz é um museu visitado por 1,2 milhão de pessoas por ano. É melhor reservar a visita à ilha com pelo menos duas semanas de antecedência. O passeio custa 15 dólares. O <em>tour</em> é narrado por ex-presidiários e guardas e dura cerca de uma hora.</p>
<p>O símbolo da cidade é a ponte Golden Gate. Ela é uma das estruturas mais reconhecidas por engenheiros e arquitetos de todo o mundo. Terminada em 1937, foi  por muitos anos a maior ponte do mundo. Chegue ao seu ponto de observação antes das 17 horas, para aproveitar a luminosidade. Depois disso, os flashes não dão conta de boas imagens.</p>
<p>Um jantar inesquecível em São Francisco acontece na <strong>Cliff House</strong>. A construção de 1909, que abriga hoje o restaurante, está na sua terceira versão. A “Casa do Penhasco” tem estilo neoclássico e mantém um menu requintado, literalmente à beira do penhasco, com uma das melhores vistas de São Francisco. Depois disso, é hora de começar a noite. Para garantir a diversão, siga para o Castro e aproveite para conhecer alguns dos bares daquela região. É sempre um bom ponto de partida para algo mais.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><br />
<strong>Você sabia?</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color:#000000;">• São Francisco sediou o encontro que criou a Organização das Nações Unidas (ONU) em 1945. </span></p>
<p>• Desde 2004, uma lei municipal proíbe o fumo em qualquer espaço público dentro dos limites da cidade.</p>
<p>• Antes da corrida do ouro, em 1848, menos de 50 pessoas viviam em São Francisco.</p>
<p>• A maioria das casas noturnas fecha às 2 horas, mesmo horário de encerramento de venda de bebidas alcoólicas. Nos fins de semana há clubes que permanecem abertos até as 6 horas da manhã – principalmente na região do South of Market. O melhor destes é o The End-Up, com um ambiente eclético e espaço ao ar livre para fumantes.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#ffcc99">
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" width="95%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#ff0000;"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501113332-viajando-116-img3.jpg" alt="" hspace="8" vspace="5" width="160" height="222" align="left" />FERVEÇÃO PARA TODOS<br />
</span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;">O ator Alistair Kenworthy, do elenco do musical <em>The Rock Horror Show</em>, sabe tudo sobre o trepidante roteiro gay da cidade. De um point de nudismo na área da Golden Gate até um <em>club</em> freqüentado por quem adora homens negros, Alec, como os amigos o chamam, mostra toda a ferveção da cidade:</p>
<p><strong>São Francisco é uma das principais referências gays entre as cidades do mundo. Você concorda com isso?<br />
</strong>Sim, a cidade é famosa nesse sentido e eu concordo. São Francisco tem se mantido, por muitos anos, como referência para homens e mulheres gays. Os anos 60 e 70 presenciaram uma mudança enorme na opinião pública, e a comunidade GLS de todo o mundo passou a ver SF como um lugar de liberdade e igualdade. Era – e ainda é – um destino para ser visitado se você é gay. A receptividade e o caráter sem preconceitos de todos fazem daqui um lugar amável.</p>
<p><strong>Quais os seus programas preferidos em SF? O que há de melhor para fazer de manhã, durante a tarde e à noite?</strong><br />
Para a manhã, sugiro um café com <em>croissant </em>ou <em>muffins </em>em um dos muitos cafés da vizinhança. Prestar atenção nos belos meninos que passam na calçada, apreciando um bom café, é uma das melhores coisas a fazer. A programação da tarde depende do tempo. A Ocean Beach reúne um público misto, também composto por famílias. Próximo à Golden Gate Beach há espaço para nudismo, com paquera na areia – que pode chegar a algo mais sério por ali mesmo. Outro passeio inclui os belos jardins do Golden Gate Park, onde está o Young Museum. As noites obviamente são no Castro! Há bares para todos os gostos no bairro. O Twin Peaks também é conhecido como “caixão de vidro”, pois é por lá que os homens mais velhos circulam. O The Cafe é um bar com pista variada. Gays e lésbicas dançando juntos ao som de ritmos diferentes a cada dia. O The Bar on Castro é o mais moderno e agrada principalmente aos mais jovens. Daddies é um <em>leather bar</em>, com os freqüentadores abusando no couro. O The Pendulum está sempre em renovação. É freqüentado sobretudo por negros – ou por quem quer conhecê-los. The Badlands é o ponto de encontro de jovens que requebram sem camisa durante todo o fim de semana. No início da noite, é muito cheio. Para os mais aventureiros, há vários bares na região do South Market. Lá estão os ursos, <em>dark rooms</em> e muita gente uniformizada.</p>
<p><strong>Qual o seu lugar favorito para comer?</strong><br />
Gosto do restaurante Home, na Market Street. No fim da noite temos o Orphan Andy’s e o café Bagdag.</p>
<p><strong>Pela diversidade de atrações, Castro é o melhor lugar para os gays se hospedarem em São Francisco?<br />
</strong>Nas redondezas do Castro há relativamente poucos espaços para hospedagem. Vale procurar na região central, cujo acesso ao Castro, de táxi, leva cerca de dez minutos e custa 10 dólares.</p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Bariloche a mil graus!</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2007 16:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Roteiros Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Turismo de Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Aventuras]]></category>
		<category><![CDATA[Bariloche]]></category>
		<category><![CDATA[Patagônia]]></category>

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A cidade argentina &#8211; uma das principais portas de entrada para a Patagônia &#8211; tem um complexo de boas montanhas para esquiar e charme em seus passeios






Talvez não seja tão difícil assim encontrar um lugar que combine cenário romântico, grande dose de adrenalina e vida noturna agitada, além de boa comida e boa bebida. San [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20070705151136-bariloche_img-prin.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>A cidade argentina &#8211; uma das principais portas de entrada para a Patagônia &#8211; tem um complexo de boas montanhas para esquiar e charme em seus passeios</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span><br />
Talvez não seja tão difícil assim encontrar um lugar que combine cenário romântico, grande dose de adrenalina e vida noturna agitada, além de boa comida e boa bebida. <strong>San Carlos de Bariloche</strong> – ou simplesmente <strong>Bariloche</strong> –, na <strong>Patagônia</strong>, concentra tudo isso e, de quebra, ainda oferece uma paisagem cheia de belos “chicos argentinos”.</span></p>
<p><span id="more-52"></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="20"></td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070705160335-bariloche_img-7.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Passeio de catamarã no<br />
lago Nahuel Huapi</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong> </strong></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<p align="center"><strong><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070705163326-bariloche_img-3.jpg" alt="" /></strong></strong><br />
<span style="color:#000000;">Além dos esportes de neve, alguns lagos oferecem caiaques</span></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
<td>
<p align="center"><strong><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070705163509-bariloche_img-2.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong></strong><br />
<span style="color:#000000;">Teleférico que leva à estação<br />
Cerro Catedral </span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Por ser tão rica e variada, a cidade é imperdível tanto para quem vai com o namorado quanto para quem vai com os amigos. E como se tudo isso não bastasse, entre junho e agosto práticos vôos charter partem de São Paulo e vão direto a Bariloche. Mas a temporada de esqui dura um pouquinho mais e vai até o início de outubro. A cidade é um paraíso para o esqui e o snowboard, mas não deixa na mão aqueles que não querem nada com os esportes de inverno. Por exemplo, um dos passeios clássicos é o <strong>Circuito Chico</strong>, que segue pelas margens dos lagos Nahuel Huapi e Moreno, principalmente pela vista que se tem ao subir o Cerro Campanário de teleférico. A imagem é arrebatadora. Outra boa pedida são os vários circuitos de barco pelos lagos da região com paisagens cercadas pelas imponentes montanhas nevadas e ladeadas por encantadores bosques de pinheiros. Se for para escolher, um dos mais incríveis é o que atravessa os lagos andinos partindo de um catamarã que sai de Puerto Pañuelo. Durante o trajeto você vai parar em vários portos para trocar de barco e de lago. E ainda é possível dormir uma noite na vila ecológica de Peulla, que consiste tão-somente em um hotel encravado em plena <strong>Cordilheira dos Andes</strong>. Pura aventura!</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Onde esquiar</span></strong> &#8211; As montanhas são muitas, e para chegar à base de cada uma delas há linhas regulares de ônibus que partem do centro de Bariloche. Chegando ao pé da montanha, você pega um teleférico e, de lá do alto, desce de novo, de preferência sobre um par de esquis ou numa prancha de snowboard. Mas se você for do tipo bem aventureiro, pode subir alguns dos chamados cerros (montanhas com infra-estrutura turística) a pé. Existem várias alternativas, de acordo com o grau de habilidade nos esportes de neve e com o perfil de cada estação. O Cerro Catedral é uma das estações mais completas. A infra conta com restaurantes, bares, hotéis para vários bolsos, boas lojas e até creches. Para os esportes, conta com incríveis 100 quilômetros de ladeiras de neve perfeita. São mais de cinqüenta pistas, de diferentes níveis, para você se esbaldar e sentir aquele delicioso ventinho no rosto com gosto de liberdade. A mais alta das montanhas de neve eterna de Bariloche é o <strong>Cerro Tronador</strong>, com três picos e mais de 3.500 metros de altitude. O nome sugestivo é inspirado no barulho que se ouve quando grandes blocos de gelo desmoronam. A natureza selvagem da montanha é impressionante, mas às vezes também é responsável por fechar o acesso ao Tronador no auge do inverno. Iniciantes se encaixam melhor no Cerro Otto, com opções para quem  pratica muito pouco ou quase nada de esqui. É lá que fica a inusitada <strong>Confeitaria Giratoria</strong>, um restaurante que fica girando e, portanto, oferece uma vista privilegiada em 360 graus. Em <strong>Piedras Blancas</strong>, uma espécie de centro em plena estação, é possível andar de snowmobile (aquele tipo de moto própria para neve), ser puxado de trenó por huskies siberianos, e ainda praticar o “esqui-bunda”, em que se desce a ladeira sentado e apostando corrida. Diversão garantida!  Ainda que você não queira esquiar, não deixe de ir às montanhas, nem que seja para brincar de se enterrar na neve. Nós que moramos em um país tropical não podemos deixar passar essa oportunidade: alugue roupas, botas térmicas e impermeáveis, que saem baratinho e são a única maneira de não passar frio, mesmo quando se está na cidade.�<br />
<strong></strong></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070705163916-bariloche_img-4.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">A gastronomia típica – e deliciosa – da região da Patagônia</span></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td><strong></strong></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070705163953-bariloche_img-8.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Rua Mitre, a principal<br />
para as compras</span></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Onde se divertir</span></strong> &#8211; Poucos lugares em Bariloche são declarada ou especificamente GLS, mas na cidade toda acaba valendo o mesmo clima amistoso que é regra em Buenos Aires. Um desses lugares é a <strong>Hosteria Del Prado</strong>, um charmosíssimo hotel “bed and breakfast” em estilo alpino, que se orgulha de ser o primeiro estabelecimento oficialmente gay-friendly da cidade. E o charme dessa clássica estação de inverno, tão perto dos brasileiros, vale a visita. Ainda mais que no inverno comer e beber, principalmente em frente a uma lareira, é delicioso. Em Bariloche você pode levar esse prazer às últimas conseqüências. Além das tão famosas carnes argentinas, lá existem excelentes vinhos produzidos em Mendoza, região vizinha, e cervejas artesanais incríveis, cujas fábricas você pode visitar. E a sobremesa não fica atrás! Chocolates e geléias com sabor local de dar água na boca.</p>
<p><span>Se você nunca ouviu falar em rosa mosqueta, em Bariloche vai tirar o atraso. A planta nativa dá uma frutinha vermelha da qual são feitos chás, geléias e cosméticos, e segundo os barilochenses (sim, é estranho, mas é isso mesmo) faz bem para tudo: de dor de amor até unha encravada. Não dá para dizer se é verdade, mas mal não vai fazer. No quesito compras, Bariloche prima pelos artigos argentinos, hoje com ótimos preços e boa qualidade. A rua Mitre concentra o comércio da cidade, dividido entre artigos de lã, de couro e equipamentos. O artesanato com forte sotaque indígena local também recebeu influência suíça. Procurando na feirinha que fica na esquina das ruas Moreno e Villegas, você pode garimpar alguma peça bacana para a sua casa. A vida noturna em Bariloche é tão animada quanto diversa, e por isso é bom escolher bem o programa. Os clubes noturnos costumam receber apenas a galera teen. Portanto, se você não for adolescente é capaz de se aborrecer. O melhor é ficar com os restaurantes e pubs, como o Pilgrim e o Wilkenny, que geralmente oferecem showzinhos intimistas. E dá para testar a sorte no Worest, o cassino que fica ao lado do Hotel Panamericano. Em suas noites no cassino, esqueça o look casual tipo jeans e tênis. Capriche, e boa sorte!</span></p>
<p><em><strong><span style="color:#ff6600;">INFORMAÇÕES ÚTEIS</span></strong></em></p>
<p><span style="color:#ff6600;"><em><strong>O que levar:</strong></em></span><em><strong></strong> O único documento exigido aos brasileiros em todo o território argentino é o RG original, e você só precisará usá-lo em bancos e casas de câmbio. Mas prepare-se para usar bastante “cash”, já que poucos lugares em Bariloche aceitam cartão. </em></p>
<p><em><strong><span style="color:#ff6600;">Onde comer:</span></strong> Não deixe de conhecer o restaurante Boliche de Alberto, que não tem boliche, mas tem ótima e farta comida a preços honestos. Outro pecadinho gastronômico imperdível é a loja de chocolates Mamuschka: quando você provar as bolinhas de chocolate recheadas com doce de leite saberá do que estamos falando. </em></p>
<p><em><strong><span style="color:#ff6600;">Encarando a montanha:</span></strong> Se você vai ver a neve pela primeira vez, não se esqueça de colocar na mala itens fundamentais para a sobrevivência no gelo:<br />
- gorro;<br />
- protetor labial;<br />
- protetor solar com fator de proteção 30, no mínimo;<br />
- creme hidratante;<br />
- óculos escuros (dê preferência aos de plástico, pois os de metal costumam congelar);<br />
- luvas;<br />
- meias grossas e longas.</em></p>
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