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	<title>Turismo GLS &#187; Featured Articles</title>
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	<description>Roteiros de Viagem para o Público GLS</description>
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		<title>Calendário de eventos GLS de 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Nov 2010 03:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Parada Gay]]></category>

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		<description><![CDATA[18 a 22/08 Juiz de Fora (MG): 13º Rainbow Fest. Mais informações na seção de eventos do site da ABGLT. 20/08 Itapetinga (BA): 1ª Parada GLBT de Itapetinga. Mais informações no site do Instituto Adé Diversidade. 22/08 Nova Friburgo (RJ): 6ª Parada do Orgulho GLBT de Nova Friburgo. Campos (RJ): 4ª Parada do Orgulho GLBT [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_170" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/wp-content/uploads/2010/11/parada-gay.jpg"><img class="size-medium wp-image-170" title="Parada Gay" src="http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/wp-content/uploads/2010/11/parada-gay-300x193.jpg" alt="Parada Gay" width="300" height="193" /></a><p class="wp-caption-text">Parada Gay</p></div>
<p><strong>18 a 22/08<br />
</strong>Juiz de Fora (MG): 13º Rainbow Fest.<br />
Mais informações na <a href="http://www.abglt.org.br/port/paradas2010.php" target="_blank">seção de eventos do site da ABGLT</a>.</p>
<p><strong>20/08</strong><br />
Itapetinga (BA): 1ª Parada GLBT de Itapetinga.<br />
Mais informações no <a href="http://www.institutoadediversidade.com.br/" target="_blank">site do Instituto Adé Diversidade</a>.</p>
<p><strong>22/08<br />
</strong>Nova Friburgo (RJ): 6ª Parada do Orgulho GLBT de Nova Friburgo.<br />
Campos (RJ): 4ª Parada do Orgulho GLBT de Campos.<br />
Mais informações na <a href="http://www.abglt.org.br/port/paradas2010.php" target="_blank">seção de eventos do site da ABGLT</a>.</p>
<p><strong>27 a 31/08</strong><br />
Fortaleza (CE): 4º For Rainbow &#8211; Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual.<br />
Mais informações no <a href="http://www.forrainbow.com.br/" target="_blank">site oficial do evento</a>.</p>
<p><strong>29/08<br />
</strong>Curitiba (PR): Parada GLBT de Curitiba.<br />
Mais informações no <a href="http://www.paradadadiversidade.org.br/" target="_blank">site oficial do evento</a>.<br />
Rio de Janeiro (RJ): 2ª Caminhada da Visibilidade Lésbica (Copacabana).<br />
Mais informações na <a href="http://www.abglt.org.br/port/paradas2010.php" target="_blank">seção de eventos do site da ABGLT</a>.</p>
<p><strong>01 a 07/09</strong><br />
Cabo Frio (RJ): 7º Cabo Free &#8211; Encontro de Cultura GLBT de Cabo Frio.<br />
Mais informações através do email <a href="mailto:grupocabofree@hotmail.com">grupocabofree@hotmail.com</a> ou na <a href="http://www.abglt.org.br/port/paradas2010.php" target="_blank">seção de eventos do site da ABGLT</a>.</p>
<p><strong>05/09</strong><br />
Goiânia (GO): XIV Parada do Orgulho GLBT de Goiânia.<br />
Mais informações no <a href="http://www.paradagoias.blogspot.com/" target="_blank">blog do evento</a>.</p>
<p><strong>07/09<br />
</strong>Santo André (SP): 1º ABC Gay Folia da Cidade de Santo André.<br />
Mais informações no <a href="http://www.paradaabcsp.org.br/" target="_blank">site oficial do evento</a>.</p>
<p><strong>12/09<br />
</strong>Belém (PA): 9ª Parada GLBT de Belém.<br />
Mais informações na <a href="http://www.abglt.org.br/port/paradas2010.php" target="_blank">seção de eventos do site da ABGLT</a>.<br />
Salvador (BA): 9ª Parada Gay de Salvador.<br />
Mais informações no <a href="http://www.ggb.org.br/" target="_blank">site oficial do Grupo Gay da Bahia</a>.</p>
<p><strong>19/09</strong><br />
Uberaba (MG): 5ª Parada do Orgulho e Respeito GLBT de Uberaba.<br />
Mais informações na <a href="http://www.abglt.org.br/port/paradas2010.php" target="_blank">seção de eventos do site da ABGLT</a>.<br />
<strong><br />
26/09<br />
</strong>Arraial do Cabo (RJ): 1ª Parada GLBT de Arraial do Cabo.<br />
Mais informações na <a href="http://www.abglt.org.br/port/paradas2010.php" target="_blank">seção de eventos do site da ABGLT</a>.<br />
<strong><br />
24/10<br />
</strong>Caxias do Sul (RS): VII Parada Livre de Caxias do Sul (concentração: praça Dante Alighieri a partir das 14h).<br />
Mais informações através do email <a href="mailto:studio54cxs@yahoo.com.br">studio54cxs@yahoo.com.br</a> ou na <a href="http://www.abglt.org.br/port/paradas2010.php" target="_blank">seção de eventos do site da ABGLT</a>.</p>
<p><strong>26/11<br />
</strong>Natal (RN): V Congresso da Associação Brasileira de Estudos de Homocultura – ABEH.<br />
Mais informações no <a href="http://www.cchla.ufrn.br/abeh/" target="_blank">site oficial do evento</a>.</p>
<p><strong>05/12</strong><br />
Ipixuna (PA): II Parada GLBT de Ipixuna.<br />
Mais informações na <a href="http://www.abglt.org.br/port/paradas2010.php" target="_blank">seção de eventos do site da ABGLT</a>.</p>
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		<item>
		<title>Bahia de todos os sexos</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 20:41:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Região Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>

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		<description><![CDATA[Cheia de charme e transbordando alegria, Salvador possui um encanto particular aos turistas gays e lésbicas: a harmoniosa convivência entre as diferenças Basta uma visita a Salvador para entender por que a cultura da Bahia exerce tanta influência sobre o resto do Brasil. A cidade deixou de ser a capital do país em 1763, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img id="imgMat" src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081106121518-gtravel134-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Cheia de charme e transbordando alegria, Salvador possui um encanto particular aos turistas gays e lésbicas: a harmoniosa convivência entre as diferenças </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span id="MT_bt_texto_multitext_1" style="display: block;">Basta uma visita a Salvador para entender por que a cultura da Bahia exerce tanta influência sobre o resto do Brasil. A cidade deixou de ser a capital do país em 1763, mas o comportamento liberal do povo baiano continua envolvendo os forasteiros, que levam para casa muitas das lições aprendidas. Além de seduzir os viajantes, a cidade sabe como poucas misturar história e cultura singulares com dezenas de quilômetros de praias democráticas. Viajantes gays e lésbicas têm um componente a mais na singular experiência de visitar Salvador: sexo é um assunto tão corriqueiro para o soteropolitano que é bastante natural se confundir a respeito da sexualidade de alguns e quase impossível não acabar se apaixonando, mesmo que de maneira leve, pela ginga baiana. Ou por algum morador da cidade&#8230;</span></p>
<p><span id="more-71"></span>É por essas e outras que os baianos e as baianas insistem &#8211; e conseguem &#8211; provar aos demais brasileiros (e também ao resto do mundo) como é mais saudável, além de mais gostosa, a convivência entre diferentes sexos, raças e credos. Miscigenação e pluralidade que são a essência da famosa “baianidade”.</p>
<p>E o melhor lugar para entender como se dá o sensual e mestiço sincretismo de Salvador é onde tudo começou: a área central, desde sempre dividida entre a Cidade Baixa, no nível do mar, e a Cidade Alta, implantada no alto dos morros que contornam a orla. Programe a expedição para um dia de semana (quando o movimento de pessoas é maior) e procure não ostentar objetos de valor (há um certo risco sempre presente, tanto de dia quanto à noite, de algum inconveniente. E prevenir é sempre a melhor alternativa). De preferência, opte por começar o passeio pelo Mercado Modelo. O centro de compras reúne muitos dos cheiros e das cores que marcam a cultura baiana. O coentro e o cominho são onipresentes, mas a infinidade de farinhas, como a de mandioca, impressiona. Também estão lá os ingredientes de pratos típicos como o vatapá, o caruru e o acarajé. O bolinho, aliás, é preparado pelas típicas baianas em esquinas de toda a cidade.</p>
<p>Atrás do Mercado Modelo está o Elevador Lacerda, que liga a parte baixa do centro de Salvador à Cidade Alta. O ascensor proporciona uma estonteante vista panorâmica do contorno da Baía de Todos os Santos e da dramática luminosidade do céu da cidade. Ao chegar ao topo, siga direto pela Rua Chile até a Praça da Sé. E sorria: você chegou ao badalado Pelourinho, conjunto de igrejas e casas dos séculos 16, 17 e 18 que compõem o mais charmoso circuito de lojas, pousadas e restaurantes da cidade. Caminhe pelas vielas, visite as principais igrejas e entre nas lojinhas de artesanato. Só não se deixe enganar por propostas inusitadas, muitas vezes de cunho sexual, dos vendedores ambulantes da famigerada fitinha do Senhor do Bonfim e outras lembrancinhas. Pode acreditar: ofertas estranhas e suspeitas podem ser tão comuns em Salvador como a música axé, o candomblé ou a capoeira.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110105821-gtravel134-01.jpg" alt="" width="280" height="200" /><br />
O Pelourinho é o cenário ideal para entrar no clima de cultura e história de Salvador</td>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110105800-gtravel134-02.jpg" alt="" width="280" height="200" /><br />
Além de reservar vistas inesquecíveis, o Elevador Lacerda une a Cidade Baixa à Cidade Alta</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110105742-gtravel134-03.jpg" alt="" width="280" height="200" /><br />
A Praia do Porto da Barra reúne LGBT,<br />
modernos e hippies desde a década de 60</td>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110105728-gtravel134-04.jpg" alt="" width="280" height="200" /><br />
O Mercado Modelo é bom ponto de partida<br />
para um passeio pelo centro da cidade</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Baianidade gay nagô</span></strong> &#8211; Se do lado da Baía de Todos os Santos a cidade esbanja história e cultura, do lado do oceano ela se espraia por dezenas de quilômetros de praias que agradam a todos que vivem ou estão de passagem pela cidade. O divisor literal das águas soteropolitanas é o bairro da Barra, com o Farol que delimita o fim da área central da cidade e da baía. É ali que está a simpática praia do Porto da Barra, disputada por gays, lésbicas, bi, trans, modernos e hippies durante as tardes de sábado e em todos os dias de verão. A ferveção descolada acontece, aliás, desde os anos 60, quando Gil e Caetano, Gal e Bethânia davam pinta por lá. Mas as dezenas de quilômetros de praias de mar aberto da capital baiana reservam muitas outras surpresas, tanto em suas águas mornas e limpas quanto na areia batida, ideais para a prática dos esportes, do lazer e da paquera. A Barraca do Gaúcho Tchê Biruta é um dos points mais modernos da orla e fica do outro lado da cidade, no extremo norte da orla, precisamente na praia de Stella Maris. Sua elevada concentração de gente bonita justifica a visita, apesar da distância. A Praia dos Artistas, por sua vez, é o caldeirão assumidamente gay do litoral soteropolitano. Poucos metros defronte ao Esporte Clube Bahia, há um bolsão de estacionamento de onde se avistam as bandeiras do arco-íris esvoaçando entre a avenida e a praia. Sábado e domingo são os dias mais movimentados nos quiosques GLS da praia. O fervo, porém, também acontece durante a semana, sobretudo no período entre o Ano Novo e o Carnaval. A barraca pioneira da região é a Aruba, centro do basfond praiano com shows de drags e muita “caçação” depois do pôr-do-sol. A barraca República reúne um povo que mantém a compostura durante o dia, mas ferve ao som de música eletrônica a partir do final da tarde. E a cabana Bahamas é o lugar de quem procura um pouco mais de sossego e um cardápio com opções variadas. Comida e bebida, aliás, não faltam por toda orla soteropolitana. Além da cerveja gelada e do queijo coalho tostado –  iguaria que cruzou fronteiras e conquistou o Centro-Sul –  nas barracas encontram-se pratos típicos nordestinos como os caldinhos, os escondidinhos e as muitas espécies de crustáceos do litoral da região. Portanto, não se preocupe em levar mantimentos e, tampouco, guarda-sóis para a praia – no nordeste, quem garante o conforto são os quiosques, cujos funcionários oferecem mesas e cadeiras aos clientes, além de abrigo para o sol inclemente.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td bgcolor="#ffcc00">
<p style="margin: 20px;" align="left"><span style="color: #ff6600;"><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #ffffff;"><span style="color: #000000; font-size: xx-small;"><em></em></span></span></span></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2"><em><span style="font-size: xx-small;">Fotos: Wellington / Divulgação</span></em></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110112412-gtravel134-06.jpg" alt="" hspace="5" width="253" height="165" /><br />
Boate <strong>Off Club</strong>: domínio da cena<br />
eletrônica soteropolitana</td>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20081110112429-gtravel134-05.jpg" alt="" hspace="5" width="253" height="165" /><br />
Bar <strong>Marquês</strong> é a dica pra quem quer<br />
começar a noite num bar mais confortável</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="font-size: small;"><br />
CENA DOCE BÁRBARA</span></strong></p>
<p>Um dos points mais fervidos da noite é o Beco da Off, nome dado à Rua Dias D’Ávila porque é no imóvel de número 33 da travessa que está a Off Club, boate que há cinco anos domina a cena eletrônica soteropolitana. A via de apenas um quarteirão concentra bares e creperias que funcionam a partir das 20h como chill in do clube cujas portas abrem às 23h30 das sextas-feiras e dos sábados. Homens e mulheres ficam nas mesinhas da calçada e aproveitam para apreciar a vista para o mar, já que a viela começa no trecho oceânico da praia da Barra. O vento marítimo é constante e serve de refresco para o calor da multidão, especialmente no Carnaval, quando o movimento acontece 24 horas.</p>
<p>Já entre as opções soteropolitanas, para quem prefere começar a noite em um bar mais confortável, uma boa dica é o Marquês (Rua Marquês de Caravelas, 148), também na Barra. É ali que o povo mais moderno e arrumado, mas não menos descontraído, se reúne antes da balada.</p>
<p>Outras ruas que têm tradição na noite gay de Salvador são o Beco dos Artistas e a Carlos Gomes, ambas nas proximidades da Praça Dois de Julho, no Campo Grande. Mas fique atento, com grande parte dos habitués composta por um público GLS jovem, o movimento nos bares de ambos os logradouros costuma começar cedo e terminar cedo também, antes da meia-noite.</p>
<p>O Beco dos Artistas, particularmente, faz parte da história da noite de Salvador. Seus bares eram o ponto de encontro do povo da contracultura, doces bárbaros ou novos baianos, que circulavam pelo Teatro Castro Alves (ali do lado) nos idos das décadas de 60 e 70. O espírito libertário talvez não esteja mais lá, mas o charme de seus bares ainda justifica uma visita.</p>
<p>E na Carlos Gomes, o fervo continua madrugada adentro no clube Caverna, na altura do número 616. Todo decorado com carpetes e espelhos, o lugar é um clássico soteropolitano quando o assunto é show de transformistas. Outra tradição soteropolitana é a Tropical News, no simbólico número 24 da Rua Nilton Prado, 24 (Gamboa de Cima), boate com mais de 30 anos que dedica sua programação ao ecletismo musical e às performances de drags e travestis.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<title>Rio de Janeiro, verdadeiro paraíso tropical gay</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2008/09/rio-de-janeiro-verdadeiro-paraiso-tropical-gay/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 14:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Região Sudeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Boates]]></category>
		<category><![CDATA[Praias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>

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		<description><![CDATA[A praia de Copacabana, uma das preferidas entre os turistas gays A Cidade Maravilhosa é uma das mais paradisíacas e afrodisíacas do mundo, e para quem quer se jogar existem opções 24 horas por dia. As praias de Ipanema e Copacabana (foto) recebem o maior número de gays (pelo menos assumidos) da cidade, e na maioria turistas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20070803134349-dica-119-rio.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>A praia de Copacabana, uma das preferidas entre os turistas gays</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p><span>A Cidade Maravilhosa é uma das mais paradisíacas e afrodisíacas do mundo, e para quem quer se jogar existem opções 24 horas por dia. As praias de Ipanema e Copacabana <em>(foto)</em> recebem o maior número de gays (pelo menos assumidos) da cidade, e na maioria turistas. </span></p>
<p>Pela manhã, a concentração fica no <strong>Posto 9</strong>, em frente à rua <strong>Farme de Amoedo</strong>. É ali que os garotos mais belos e sarados da cidade - e dos mais diversos lugares do planeta - deixam todo mundo louco. Mesmo as mulheres reconhecem que até as tatuagens dos garotos da Farme são as mais bacanas. Imagine o resto! Existem também barracas famosas como a <strong>Raimbow</strong>, em frente ao hotel Copacabana Palace, que costuma reunir, nas areias, os “ursos” cariocas. Vale também ir ao <strong>Quiosque 22</strong>, na lagoa Rodrigo de Freitas.</p>
<p><span id="more-26"></span></p>
<p>Entre a praia e a balada, o povo fica nos bares da Farme, e, para comer, lá na rua existem inúmeras opções, como o bar <strong>Bofetada</strong>. Virando na Barão da Torre, vale um almoço no <strong>Natural</strong>, onde os garotos comem delícias vegetarianas ainda de sunga.</p>
<p>À tarde, visite os pontos turísticos e históricos do centro, respire o ar puro do belíssimo <strong>Jardim Botânico</strong> ou banque o fashion andando pela ruas de Ipanema.</p>
<p>Para dançar, a boate mais tradicional é <strong>Le Boy</strong>, que ainda é sauna e academia, mas que agora recebe como sua maior concorrente uma filial da paulista <strong>The Week</strong>. E ainda existem opções como <strong>Galeria Café</strong> e <strong>The Copa</strong> <strong>Bar</strong>, também no eixo Copa-Ipanema, fazendo a linha mais intimista.</p>
<p>A <strong>Fosfobox</strong> e o <strong>Dama de Ferro</strong> atraem os modernos, assim como as terças quase insanas do pequeno <strong>La Cueva</strong>. Sem dúvida, a melhor música e o lugar mais underground do Rio. Do outro lado da cidade, <strong>Up Turn Bar</strong> é para a moçada mais desencanada da Barra da Tijuca. E ainda tem o <strong>1140</strong>, gigante clube com cinco pistas de ritmos distintos, em Jacarepaguá.</p>
<p>Já as saunas cariocas também são um grande chamariz para os turistas, além das famosas festas espalhadas no<strong>Cine Ideal</strong>, as pool parties, os cruzeiros gays de um dia pela costa e as já famosas <strong>Bitch</strong> e <strong>X-Demente</strong>. Para escolher entre tantas opções, basta sair de manhã pela praia, que os divulgadores, com seus respectivos flyers, ajudarão.</p>
<p>Um bom momento para visitar a cidade será no segundo final de semana de outubro, quando acontece a Parada do Orgulho GLBT, uma das maiores do país (dia 12/10, às 13h, na praia de Copacabana) e Rio promete ferver de turistas e com animadíssimas festas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Guia gay básico de Salvador</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2008 14:32:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Região Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Boates]]></category>
		<category><![CDATA[Praias]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador]]></category>

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		<description><![CDATA[Confira dicas para aproveitar ao máximo a capital baiana e anote na agenda: durante o feriado de 7 de setembro a cidade vai ferver ainda mais com festas e agitos do Orgulho Gay (A Parada acontece no dia 09/09, às 10h, no Campo Grande) Na terra dos orixás Costuma-se dizer que ao desembarcar em Salvador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20070802184930-dica-119-salvador.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Confira dicas para aproveitar ao máximo a capital baiana e anote na agenda: durante o feriado de 7 de setembro a cidade vai ferver ainda mais com festas e agitos do Orgulho Gay (A Parada acontece no dia 09/09, às 10h, no Campo Grande)</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span><strong><br />
Na terra dos orixás</strong> </span></p>
<p>Costuma-se dizer que ao desembarcar em Salvador e pegar o túnel formado por bambuzais, logo após deixar o aeroporto, um novo mundo espera por você. Salvador tem magia no ar, além, é claro, de uma temperatura caliente e nativos “acesos”. A cidade é extremamente sensual, romântica, mas principalmente hospitaleira, por causa de seus habitantes. Se você ainda não tem onde ficar, indicamos o gayfriendly <strong>Hotel Casa do Amarelindo</strong>.</p>
<p><span id="more-21"></span></p>
<p>Três praias dividem a preferência da cena gay. A mais próxima do centro da cidade é a do <strong>Porto da Barra</strong>, que antecede a da Barra. Trata-se de uma prainha linda, sem ondas, cheia de barcos e com a ilha de Itaparica ao fundo. Tem o pôr-do-sol mais belo de Salvador e seu canto direito é uma festa de sarados e vips. Na grande orla, não deixe de passar pela <strong>Praia dos Artistas</strong>, sempre fervida. Em <strong>Stella Maris</strong> estão as barracas mais “produzidas”, ao som de dance e pop rock. Tente a barraca do charmoso <strong>Gaúcho</strong>.</p>
<p>Durante a tarde, visite o <strong>Pelourinho</strong> e a<strong> Igreja São Francisco</strong>, toda em ouro. Percorra também os museus e outras igrejas. Se quiser, passe o fim de tarde no <strong>Solar do Unhão</strong>, onde fica o <strong>Museu de Arte Moderna</strong>.</p>
<p>O circuito gastrônomico está cada dia mais completo. A novidade é o <strong>Gengibre</strong>, no pier Bahia Marina, e com curadoria gourmet da chef Tatiana Szeles. Coma acarajé com as baianas: <strong>Dinha</strong>, no Rio Vermelho, ou com a <strong>Cira</strong>, em Itapoã. Aliás, o Rio Vermelho possui ótimos restaurantes e points do “babado”, como o <strong>Babalotim</strong>, um bar com direito a pista.</p>
<p>Os mais modernos estão dançando no <strong>Boomerangue</strong>. A boate mais procurada de Salvador é a <strong>Off</strong>, na Barra. Quem quer se divertir com os shows das travestis baianas deve ir ao <strong>Tropical</strong>, na ladeira da Gamboa. Além das diversas saunas, como a <strong>Esgrima</strong>, num prédio de 200 anos, ou a <strong>Persona</strong>, com musculosos baianos, o clube <strong>Queens</strong>, em Barris, faz a linha cruising bar, com cine erótico, cabiens e glory holes. Então, para que esperar pelo carnaval?</p>
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		<title>Recife, do frevo ao fervo</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2008 04:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por ser tão antigo e cheio de história, o Recife prende a atenção do visitante logo de cara, muito por seu clima e cultura, mas também pela evidente beleza natural. Já começa pelo nome, que vem sempre precedido do artigo masculino “o”. Sempre mesmo! E disso os pernambucanos fazem questão, afinal, o nome da cidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignnone" style="width: 392px"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080815151549-gtravel131-abre.jpg" alt="Recife - PE" width="382" height="260" /><p class="wp-caption-text">A vibrante cidade pernambucana, a mais antiga capital brasileira, transborda história e cultura e tem uma fervidíssima cena gay </p></div>
<p>Por ser tão antigo e cheio de história, o Recife prende a atenção do visitante logo de cara, muito por seu clima e cultura, mas também pela evidente beleza natural. Já começa pelo nome, que vem sempre precedido do artigo masculino “o”. Sempre mesmo! E disso os pernambucanos fazem questão, afinal, o nome da cidade se refere ao acidente geográfico que se destaca na paisagem da famosa Boa Viagem, o arrecife descrito por portugueses e holandeses, lá no início da colonização do País.</p>
<p><span id="more-56"></span></p>
<p>O que pode parecer mero detalhe para muitos, talvez diga muito sobre o Recife. A cidade tem um pouco desse jeito altivo, meio atrevido até, talvez herança dos tempos em que era muito poderosa. A mais antiga capital brasileira teve também um dos primeiros portos, por onde transitavam toneladas da nossa preciosa cana-de-açúcar. Desse período também vêm os legados cultural, artístico e arquitetônico deixados por índios, portugueses, judeus e holandeses. Na efervescência dessa mistura, criou-se um solo fértil para intelectuais, como os poetas Manuel Bandeira e João Cabral de Melo Neto, o dramaturgo Nelson Rodrigues, o antropólogo Gilberto Freyre, os artistas plásticos Francisco Brennand e Romero Britto, os políticos Frei Caneca e Joaquim Nabuco, os músicos Chico Science, Lenine e Otto. E a lista não pára.</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Praias e mais praias</span></strong> &#8211; A cidade do Recife é o centro de uma grande região metropolitana, que engloba ainda outras cidades como Olinda, Cabo de Santo Agostinho, Itamaracá e Ipojuca, que têm praias imperdíveis como Calhetas, Porto de Galinhas, Muro Alto, Maracaípe, Carneiros e Tamandaré.</p>
<p>Já as praias urbanas de Recife e Olinda, se não têm aquela paisagem semideserta, contam com boa estrutura e conforto. Toda a orla da famosa Boa Viagem, com cerca de sete quilômetros de extensão, por exemplo, tem restaurantes e barzinhos excelentes, perfeitos para matar aquela fominha pós-praia ou ir bebericando noite adentro. Mas difícil é sentir fome na praia, já que as tradicionais barracas e ambulantes vendem todo tipo de guloseima em plena areia, desde os prosaicos espetinhos de peixe e camarão fritos e de queijo coalho, até ovos de codorna, ostras, frutas e sopas de tudo que é coisa, inclusive uma apelidada de Caldinho Viagra. Promissor, não?</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Oh, linda!</span></strong> &#8211; Coladinha ao Recife fica Olinda, cidade de muitos encantos e nome óbvio. Seu centrinho, cheio de ladeiras de paralelepípedos e igrejas do século 16, foi um dos primeiros a serem declarados Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade pela Unesco.</p>
<p>Com ares de vilarejo, Olinda ainda é pródiga em manifestações culturais, como maracatus, afoxés e frevos que acontecem na rua, a céu aberto, e também em ateliês de arte e artesanato, cujas obras podem ser encontradas em feirinhas e no Mercado da Ribeira. O exemplo mais emblemático desse artesanato são os bonecos gigantes que colorem as ruas durante o Carnaval.</p>
<p>A cidade é tão pequenininha que pode ser conhecida em um dia. Não deixe de subir no Alto da Sé, cujo cansaço é compensado pela vista que oferece do mar e pela Igreja da Sé, de 1537. A Basílica de São Bento, também do século 16, já teve seu altar de quase 15 metros de altura exposto até no Museu Guggenheim, de Nova York. Chiquérrimo!</p>
<p><strong><span style="color:#ff6600;">Roteiro básico</span></strong> &#8211; Como grande metrópole que é, Recife ainda oferece uma vasta diversidade de restaurantes, bares e centros de compras. Confira algumas boas opções:</p>
<p><strong>Para comer</strong> &#8211; Boas sugestões são as carnes do Spettus, a feijoada do Recife Palace Hotel, a pizza da Tomaselli La Gôndola e o italiano Pomodoro Café. Em Olinda, não perca a delícia e a sofisticação do Oficina do Sabor, restaurante com uma cozinha regional-contemporânea da qual saem pratos à base de jerimum, tapioca, leite de coco, e outros ingredientes bem brasileiros.</p>
<p><strong>Para beber </strong>- Não deixe de conhecer o Biruta Bar e sua privilegiada vista da Praia do Pina, o Boteco, na avenida Boa Viagem, com seus chopes cremosos e salgados apetitosos, a boemia e a boa música do Empório Sertanejo e o clima de paquera do UK Pub. Em Porto de Galinhas, vá ao Fiteiro, boteco jovem e descolado, mas com alma vintage e radiola de ficha.</p>
<p><strong>Para passear </strong>- O catamarã sai do porto, percorre os trechos dos rios Beberibe e Capiberibe, que cortam o centro, e passa por pontes históricas. É imperdível! Outros lugares que merecem ser vistos são o Museu Brennand e suas mais de duas mil esculturas, o cinema da Fundação Joaquim Nabuco e a sinagoga Kahal Zur Israel, a primeira das Américas.</p>
<p><strong>Para comprar</strong> &#8211; Além dos três bons shoppings, há um lugar espetacular: o Paço da Alfândega, que está instalado no prédio onde originalmente funcionava a alfândega pernambucana e que hoje conta com lojas de grifes modernas. É muito bacana conhecer também a Casa de Cultura, um centro de artesanato que fica na antiga prisão, e o Mercado de São José, que teve sua estrutura de aço fabricada na Europa.</p>
<p style="margin:20px;" align="left"><span style="color:#ff6600;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#ffffff;"><strong><span style="font-size:x-small;"><span style="color:#000000;">Cena GLS é tão democrática quanto os recifenses</span><br />
</span><br />
</strong><span style="font-size:xx-small;color:#000000;"><em> </em></span><br />
<span style="color:#000000;"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20080815161437-gtravel131-box1.jpg" alt="" hspace="5" width="200" height="302" align="left" /></span></span></span></span>A cena gay do Recife começa ainda pela manhã na orla da cidade, mas só termina no final da madrugada, quando as diversas casas noturnas espalhadas pelos bairros centrais encerram suas baladas.</p>
<p>O trecho de areia entre o Hotel Savaroni e o Edifício Acaiaca é a área de concentração gay da Praia de Boa Viagem. Sempre de sunga ou biquíni, o povo se encontra ali, aos sábados e domingos de sol, a partir das 10h, e só vai embora ao final da tarde. Dá de tudo nesse pedaço da costa: meninos e meninas, ricos e pobres, sarados e gordinhos.</p>
<p>Mas as atrações do Recife não estão restritas nem aos finais de semana, nem à paquera nas praias. Diariamente, moradores e turistas se encontram &#8211; de banho tomado &#8211; no popular bairro da Boa Vista, ao redor do shopping de mesmo nome, onde estão alguns dos bares gays mais tradicionais da cidade, como o Pithouse e o Mustang.</p>
<p style="margin:20px;" align="left">Já os recifenses modernos preferem se reunir na Galeria Joana D’Arc, localizada no bairro do Pina. Além de lojas de roupas, a galeria reúne bares e restaurantes que, durante a noite, compartilham um jardim com mesinhas onde está a maior concentração de gente alternativa do Recife, principalmente entre quinta-feira e domingo.</p>
<p>Modernos ou não, todos terminam as noites de sexta e sábado em alguma das boates da cidade, como a boate Metrópole, a mais famosa entre recifenses e turistas. A casa, localizada na Boa Vista, conta com concorridos shows de striptease masculino e reúne diversos bares temáticos e pistas de dança animadas por top DJs locais e convidados.</p>
<p>E como outras capitais brasileiras, Recife também tem sua matinê dominical. No MKB (Meu Kaso Bar), também na Boa Vista e que abre às 21h, a multidão se joga na pista ao som eclético, que vai do pagode ao forró, e circula pela dance music radiofônica. A festa é democrática como toda cena GLS recifense, que acorda cedo, mas não tem hora pra acabar.</p>
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		<title>Carioquices para todos os públicos</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 14:57:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Região Sudeste]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Passeios]]></category>
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		<description><![CDATA[O melhor do Rio de Janeiro não está nos guias de viagem. Alguns pontos conservam o charme imperial e ainda têm aquele quê de ousadia. Confira como fugir do típico roteiro de turista e encarar os programas bem cariocas Difícil falar sobre sua cidade sem ressaltar exageradamente as qualidades ou acabar vendo pêlo em ovo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20070302122346-gtravel_114_foto_prin.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>O melhor do Rio de Janeiro não está nos guias de viagem. Alguns pontos conservam o charme imperial e ainda têm aquele quê de ousadia. Confira como fugir do típico roteiro de turista e encarar os programas bem cariocas</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Difícil falar sobre sua cidade sem ressaltar exageradamente as qualidades ou acabar vendo pêlo em ovo para criticar algo que só enxerga quem vivencia todo dia o mesmo problema. Mas não tem jeito. É assim. Carioca que é carioca, como eu, pode até aceitar que falem mal de sua terra, mas desde que seja outro conterrâneo, e olhe lá! É uma panelinha natural dos nativos de qualquer destino, certo? Para uns, o bairrismo é mais acentuado. Para outros, não. No caso do Rio é forte, sim, e ponto.</p>
<p><span id="more-39"></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="20"></td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070302124831-gtravel_114_foto_2.jpg" alt="" width="268" height="180" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">A Lagoa Rodrigo de Freitas é um convite para passear de pedalinho</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong> </strong></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">
</td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070302124906-gtravel_114_foto_3.jpg" alt="" width="268" height="180" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">A praia de Ipanema é obrigatória</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Praticamente todos os dias, reportagens são publicadas contando algo bastante violento, mas, mesmo assim, os turistas não param de desembarcar na cidade. Como queremos livrar você de “furadas”, preparamos um roteiro indicando onde e quando ir, quem freqüenta determinado lugar e como se divertir na Cidade Maravilhosa.</p>
<p>Nossa programação é baseada no dia-a-dia dos cariocas que conhecem o lugar como a palma da própria mão e que querem que você curta o que há de melhor neste paraíso.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Dia de luz, festa do sol<br />
</span></strong><br />
A primeira dica é: acostume-se com o ritmo da cidade. Chegar à praia de Ipanema (o agito é mesmo por lá) antes das 14 horas no fim de semana não está com nada. Você encontrará a areia lotada, mas, do povo que realmente interessa, só vai ver meia dúzia de gatos pingados. A noitada ou <em>night</em> (balada é coisa de paulistano) começa tarde e vai até de manhã cedo. Por isso, antes desse horário o pessoal ou está dormindo ou se recuperando da farra com um bom desjejum.</p>
<p>Nesse caso, a dica pré-praia é um <em>brunch</em> no <em>lounge</em> do casarão do Parque Lage, ou, se não quiser ir até lá, experimente tomar um café da manhã no Supermercado Zona Sul, da Rua Gomes Carneiro, próximo à Praça General Osório. Os sucos são sempre frescos e os pães quentinhos.</p>
<p>Depois de bem alimentado, capriche na proteção solar e escolha o <em>point</em> que mais lhe apetece. Toda a orla é bastante democrática e cada posto tem um tipo de galera. O mais tradicional e conhecido (muito freqüentado por gringos) é na altura da Farme de Amoedo, tradicional rua gay de Ipanema. Mas, por conta de alguns ataques de<em>pitboys</em> recalcados e porque nem todo mundo curte o clima de caça, muitos nativos deixaram de tomar sol ali.</p>
<p>De uns tempos para cá, o Coqueirão, uma região da praia com palmeiras bem altas – quase em frente à Rua Joa na Angélica –, virou ponto de encontro GLS, com muita gente linda, bronzeada e bem descolada. Há ainda aqueles que preferem uma certa calmaria e se instalam diante do hotel Arpoador Inn. O melhor é que alguns globais batem cartão ali também.</p>
<p>Escolhido o lugar, relaxe e entre na onda. A praia é a extensão das residências de quem vive no Rio e, por isso, é mais comum do que você imagina fazer novas amizades e paquerar à beira-mar. Em geral o visitante adota uma barraca na areia e um ponto fixo para ficar. Assim, quando encontrar algum conhecido ou amigo por acaso fora da praia, pode marcar: “te vejo lá na barraca do fulano amanhã”. Isso é muito comum, não estranhe. Para melhor se localizar, a maioria usa também os prédios como referência e diz: “estou na barraca do fulano, em frente ao quarto prédio, da direita para a esquerda, da Joana Angélica”. Não é tão complicado quanto parece.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Hora de barbarizar!</span></strong></p>
<p>A tarde cai e o pôr-do-sol escandaloso esbarrando no Morro Dois Irmãos recebe aplausos dos espectadores. Não importa se você tem o privilégio de ver aquele espetáculo todos os dias, sempre é um absurdo de lindo! Por isso, o dia na praia não acaba enquanto o último raio de sol insistir em brilhar. O que rola depois vai depender de como o corpo está.</p>
<p>Alguns partem direto para um barzinho (<em>confira boas opções em Comidinhas e Bebidinhas na próxima página</em>). O Informal é sempre uma opção. O clima que dá nome a casa é real. No balcão são servidos petiscos como tiras de filé mignon com queijo e bolinho de carne-seca – com chope, claro.</p>
<p>Já outros preferem descansar um pouco em casa e recarregar as baterias para a noitada (que sempre promete). Como toda cidade, os clubes e boates do Rio também têm um dia específico com a melhor festa.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong>Há vida fora da zona sul: rotas alternativas </strong></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center">
</td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070302143234-gtravel_114_foto_6.jpg" alt="" width="268" height="267" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Santa Teresa: opção fora da zona sul</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Embora muitos não saiam da zona sul para praticamente nada, a Lapa, o Centro e Santa Teresa também merecem ser visitados. Áreas tradicionalíssimas da boemia carioca, os bairros hospedam museus, ateliês, brechós e muitos bares e restaurantes para todos os gostos.</p>
<p>Conheça alguns programas para quem quer fugir da praia ou para o caso de São Pedro enviar as tradicionais chuvas de março justamente durante sua visita ao Rio:</p>
<p>• As manhãs do fim de semana podem começar com um passeio na Lagoa Rodrigo de Freitas. O ambiente é ideal para caminhar, dar uma volta de bicicleta ou praticar <em>cooper</em>. Um passeio de pedalinho (em formato de cisne) também é uma ótima opção. Você terá uma visão do Rio à qual normalmente não está habituado.</p>
<p>• No Morro Dois Irmãos há um mirante (com acesso pelo Alto Leblon) de onde se pode avistar as praias da zona sul e o Recreio.</p>
<p>• Depois da praia ou nos dias chuvosos, a Livraria de Travessa é um ponto de encontro. Além de tomar um bom café, você pode conferir eventos como lançamentos de livros e <em>pocket shows</em> musicais.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#c6ebc6">
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" width="95%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#ff0000;"></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="right"><span style="color:#000000;font-size:xx-small;">Foto: Arquivo Pessoal</span>�<br />
<strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070302150643-gtravel_114_foto_7.jpg" alt="" width="240" height="264" /></strong></td>
<td>
<p align="center"><strong> </strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>DIÁRIO DE UM CARIOCA<br />
</strong><br />
<span style="color:#000000;">Carioquíssimo, o consultor de moda <strong>Rogério S</strong> dá as manhas de como curtir o que há de bom e de melhor no Rio. Sempre por dentro do mundo fashion e dos programas bacanérrimos, ele sugere um roteiro incrível: </span></p>
<p><strong>Quais são os melhores dias para sair no Rio e a que lugares não podemos deixar de ir?�<br />
</strong>Costumo ir toda terça à festa Maja, que acontece em um clube novo chamado Pista 3. Na quinta ou no domingo, prefiro o 00 (Zero Zero), no Planetário da Gávea.</p>
<p><strong>Dá para comer bem sem gastar muito no Rio?</strong><br />
Quando quero almoço baratinho, penso no Fellini, na Rua General Urquiza, no Leblon, ou no Da Silva, na Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema. Tem ainda o Nankim, na Visconde da Graça, Jardim Botânico. Em frente ao Copacabana Palace abriu um quiosque especial e bem equipado (faz parte do projeto de urbanização da orla para o Pan-Americano), onde fica o Bar do Luiz. Ele é clássico e especializado em comida alemã. Fora da zona sul, tem o Capela, na Lapa. O esquema é mais comidão e pratos bem servidos.</p>
<p><strong>Como você dividiria a freqüência dos espaços na praia?</strong><br />
Para ferveção: Coqueirão. Para pegação: Farme. Para curtir com a família: Arpoador. Para passar o dia inteiro: Reserva, na Barra. Para ficar peladão: Abricó, em Grumari.</p>
<p><strong>E onde encontrar acessórios de moda bem bacanas?</strong><br />
Para comprar óculos vintage incríveis e baratinhos vá à feirinha de antiguidades da Gávea, no domingo. Se quiser caçar quinquilharias de todo o tipo, não deixe de visitar a feira de antiguidades da Praça XV, no Centro, no sábado. Todo primeiro sábado de cada mês acontecem vendas promocionais na Rua do Lavradio, na Lapa. Tem muita coisa maneira por lá. É só “fuçar”.</p>
<p><strong>Como se vestir como um carioca legítimo e não parecer turista?</strong><br />
Para entrar no dress code local a dica é a Galeria River (Rua Francisco Otaviano, 67, Arpoador), entre Copacabana e Ipanema. Lá você encontra todo tipo de bermudas de surfe e surfistas muito saudáveis passeando pelos corredores.</p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Comidinhas e bebidinhas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color:#000000;">• Ponto de boemia e boa gastronomia, o Baixo Gávea possui vários restaurantes que servem grelhados em um esquema meio<em> fast-food</em>. O cardápio dos bares é quase o mesmo, com destaque para o galeto e a lingüiça – acompanhados de chope (sempre!). Nos fins de semana, a disputa por mesas é muito grande. Lá estão os restaurantes Braseiro e Hipódromo. </span></p>
<p>• Um dos melhores <em>couverts</em> é o do restaurante Bazar, em Ipanema. A casa abre do meio-dia às 2 da manhã.</p>
<p>• O chamado Baixo Leblon reúne uma esquina clássica, com as pizzarias Guanabara e Diagonal. Aliás, as casas não fazem apenas pizzas. O Diagonal Grill traz em seu cardápio massas, carnes e aves, e a Guanabara serve também petiscos – embora os pedaços avulsos sejam o melhor acompanhamento para o chope. Muita boemia até altas horas. É bem típico o carioca comer no balcão de fora, mesmo enquanto troca idéia com os amigos.</p>
<p>• A Academia da Cachaça mantém uma das melhores cartas da bebida típica do País. A marca tem duas casas no Rio, uma no Leblon e outra na Barra da Tijuca. Além das “purinhas”, são servidos pratos da culinária brasileira como feijoada e escondidinho e drinques como a caipirinha de lichia.</p>
<p>• Tão tradicional quanto o chope carioca é o bolinho de bacalhau. Um dos mais procurados entre os restaurantes mais novos é o Bacalhau do Rei, na Gávea.</p>
<p>• Entre os restaurantes árabes, o destaque é o Amir, em Copacabana, que serve pratos árabes, libaneses e petiscos marroquinos deliciosos.</p>
<p>• Ainda em Copacabana, a proposta <em>kitsch</em> é levada a sério na decoração do The Copa. O ambiente foi planejado com bancos altos e um piso quadriculado, além dos detalhes em cada canto do bar. As bebidas não poderiam ser tradicionais – há um cuidado com as cores e a decoração de cada drinque. Indicado para pré-noitada e para quem quer conferir o som dos DJs provando um dos sanduíches com nomes de ícones pop.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#ffffcc">
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" width="95%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="color:#ff0000;"><br />
<strong></strong></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070302130707-gtravel_114_foto_4.jpg" alt="" width="268" height="267" /></strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong></strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><br />
BRUNCH NO PARQUE LAGE</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Localizado em uma das áreas mais privilegiadas do Rio de Janeiro, aos pés do Corcovado e quase beirando a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Parque Lage, no bairro do Jardim Botânico, foi projetado em 1840 pelo paisagista inglês John Tyndale. O projeto original passou por reformulações entre 1920 e 1940, e ganhou um casarão, construído pelo industrial Henrique Lage no lugar da antiga residência de seu pai, Antônio Martins Lage.</p>
<p>Nenhum deles deve ter imaginado que, um dia, o pátio central hospedaria um programa supercarioca: o tradicional <em>brunch</em> nos fins de semana na área da piscina. A freqüência é tão eclética quanto o estilo da construção e inclui desde famílias com crianças a fashionistas. Todos recebidos com a mesma cordialidade. Após a refeição, dê uma caminhada pelos jardins geométricos que, em várias partes, abrem espaço para a floresta, os arbustos e as palmeiras imperiais.</p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>• O ambiente do Miam Miam, em Botafogo, lembra um sala de estar, onde são servidas carnes, massas e pescados. O estilo <em>confort food</em> é um convite a refeições sem pressa, com pratos tradicionais lembrando a culinária caseira. Todos os móveis são antigos e estão à venda, dando ao lugar um ar de antiquário. Um dos destaques é o drinque Ruela, com vodca, limão, grenadine e gengibre.</p>
<p>• A culinária portuguesa do clássico Antiquarius pode ser provada também no Da Silva, com duas casas – uma no Centro e outra em Ipanema. Além dos pratos lusitanos, a casa mantém um espaço para degustação de vinhos e um<em>lounge</em>.</p>
<p>• O Alessandro e Frederico, em Ipanema, é um dos espaços onde se pode tomar café da manhã até um pouco mais tarde. A casa mantém um cardápio de pães, paninis, omeletes, sopas e sanduíches. A pizzaria da franquia, localizada na mesma rua, oferece pizzas especiais e uma grande variedade de antepastos. Destaque para a decoração.</p>
<p>• Bar D’Hotel, localizado no Hotel Marina, no Leblon, é sempre <em>in</em>. Além dos turistas e da vista para a praia, muitos moradores do Rio encontram no espaço um ambiente requintado, com drinques variados.</p>
<p>• A história do Rio de Janeiro foi alimentada por alguns restaurantes, como o Café Lamas, no Flamengo, e o Bar do Luiz, no Centro. Com mais de cem anos de tradição, os espaços receberam personalidades políticas e artísticas em diferentes períodos. Outro ponto em comum é o atendimento. Muitos garçons trabalham há mais de 20 anos nas casas, o que garante uma identificação com o ambiente, os pratos e as famílias que as freqüentam.</p>
<p>• Quiosque na Lagoa Rodrigo de Freitas (próximo ao pedalinho), o Palaphytas tem um ar indiano e é um espaço indicado para drinques, como exóticas caipirinhas servidas à luz de velas.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;"><br />
A fome bateu na praia?</span></strong></p>
<p>O clássico Biscoito Globo é quase exclusivo do Rio de Janeiro. Trata-se de um biscoito de polvilho doce ou salgado que costuma ser consumido com mate gelado no galão. Na areia também é típico comer o queijo coalho na brasa e o açaí das barracas e dos quiosques.</p>
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		<title>Bendita Floripa!</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Nov 2007 15:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Região Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Nacionais]]></category>
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		<category><![CDATA[Réveillon]]></category>
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		<description><![CDATA[A bela capital, hoje um dos destinos mais descolados da cena GLBT, se prepara para um grande verão e para o Réveillon. Programe-se e saiba como aproveitar antes, durante e depois, esse tesouro no sul do Brasil A bela capital, hoje um dos destinos mais descolados da cena GLBT, se prepara para um grande verão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20071030151559-gtravel122-abre.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>A bela capital, hoje um dos destinos mais descolados da cena GLBT, se prepara para um grande verão e para o Réveillon. Programe-se e saiba como aproveitar antes, durante e depois, esse tesouro no sul do Brasil</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>A bela capital, hoje um dos destinos mais descolados da cena GLBT, se prepara para um grande verão e para o Réveillon. Programe-se e saiba como aproveitar antes, durante e depois, esse tesouro no sul do Brasil.<br />
<em></em><br />
Dezembro vai chegando&#8230; e <strong>Florianópolis </strong>cada vez mais bombando! Essa deslumbrante cidade, carinhosamente apelidada de Floripa, é hoje um dos destinos mais procurados por gays. Razões não faltam, inclusive se pensarmos no Réveillon. Imagine um lugar onde a aterrissagem já proporciona uma das vistas mais belas do país! Isso já faz parte de sua chegada. Agora vale saber que Floripa é uma cidade muito bem dividida – e bem animada. Pode-se circular por dois cenários totalmente diferentes: o urbano e o natural. Esse é seu charme básico. De um lado, a cidade em si, bem metropolitana, no continente. Seu símbolo é a ponte Hercílio Luz – inaugurada em 1926 e bem parecida com a famosa Golden Gate, de São Francisco, e que leva a outros destinos como Blumenau, Camboriú e Joinville.</p>
<p><span id="more-42"></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Foto: Divulgação / Iolita Cunha</span></td>
<td colspan="2">
<p align="left"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-size:xx-small;">Foto: Divulgação / Qlitoral</span></span></p>
</td>
<td colspan="2">
<p align="left"><span style="font-size:xx-small;">Foto: Divulgação</span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071030163351-gtravel122-1.jpg" alt="" width="185" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Lagoa da Conceição, onde a<br />
noite vários bares fervem</span></td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><span style="color:#000000;"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071030164159-gtravel122-3.jpg" alt="" width="185" height="220" /><br />
Na praia de Joaquina, vale deslizar nas areias comas pranchas sandboards</span></td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071030163542-gtravel122-2.jpg" alt="" width="185" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Avenida Beira Mar Norte:<br />
caminho para se fazer a pé</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Depois, a ilha de Santa Catarina, com 42 ótimas praias, uma grande lagoa, centenas de homens lindos e points tanto para surfe como para nudismo. O modelo Paulo Zulu, por exemplo, mora por lá – e mais mulher e filhos. Para onde quer que você olhe, dá de cara com um belo nativo. A mistura de imigrantes italianos, alemães e açorianos resultou em um povo de traços fortes, mas delicados ao mesmo tempo. Quem resiste?</p>
<p>Hoje, a capital catarinense conta com uma excelente estrutura para receber turistas em geral e os gays, em particular. À rede de bares, restaurantes, clubes, hotéis e programação <em>gay-friendly</em>, somam-se as belezas naturais abundantes na ilha. E no Réveillon, o clima de confraternização toma conta das praias, das ruas e da noite. Acontecem festas para todas as tribos. Até o espetáculo da queima de fogos é caprichado e a aglomeração nas ruas é menos claustrofóbica do que a carioca.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Foto: Florianópolis / C&amp;VB</span></td>
<td colspan="2"><span style="font-size:xx-small;"></p>
<p align="left"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-size:xx-small;">Foto: Divulgação / Epa Machado</span></span></span></span></p>
<p></span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071105145300-gtravel122-mercado.jpg" alt="" width="279" height="186" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Mercado Público, prédio tradicional da cidade </span></td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071105145538-gtravel122-artesanato.jpg" alt="" width="279" height="186" /><br />
A cerâmica é um dos destaques do rico artesanato</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Antes do champanhe</span></strong> &#8211; A programação de fim de ano começa bem antes do Réveillon propriamente dito. Quando vai chegando dezembro e o sol cada dia mais forte, Floripa já começa a ferver. As hordas de turistas vão tomando conta da cidade. E a turma gay começa a armar seu circuito.</p>
<p>Festas pré-virada acontecem todos os dias e a melhor maneira de se inteirar sobre o itinerário da balada é freqüentando a Praia Mole. Esse pedaço de areia no leste da ilha, entre as praias da Galheta e Joaquina, é um dos mais badalados da cidade. Principalmente o canto do quiosque do Deca, que fica no canto norte, e que, a partir das 10h da manhã, vira point de clientes belos e descolados. O som é alto e atiça turistas e nativos para drinques, papos e paqueras. Com a ferveção, o serviço do bar pode ficar meio lento. Banque o baladeiro pós-graduado: faça amizade com os garçons, capriche na gorjeta no primeiro e último dias e assim garanta reserva de mesa para as próximas ocasiões. Depois de tomar uma ducha na própria barraca, perto das 14h, o Deca está no auge. Você já deve saber de duas ou três baladas. E assim se passam os dias, antes e depois do 31 de dezembro. Um verão perfeito com praia, sol e belos homens!</p>
<p>No dia da virada, depois de assistir aos fogos à beira-mar, é hora de escolher a festa. As mais animadas costumam acontecer nos clubs como o Concorde, o Mix Café, o El Divino ou o The Pub. As pistas de dança são verdadeiros celeiros de gente bonita, e o som vai desde o eletrônico fino até a drag music rasgada. E, se tiver pique, você ainda pode emendar uma praia depois das after-hours.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Foto: Divulgação / Marcus Quint</span></td>
<td colspan="2"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-size:xx-small;"></p>
<p align="left"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-size:xx-small;">Foto: Divulgação / Qlitoral</span></span></p>
<p></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071105145715-gtravel122-reveillon.jpg" alt="" width="279" height="186" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Réveillon na Beira Mar: </span><span style="color:#000000;">festa cresce a cada ano</span></td>
<td colspan="2" valign="top"><span style="color:#000000;"></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071105145807-gtravel122-mole.jpg" alt="" width="279" height="186" /><br />
Praia Mole: uma das mais procuradas e onde se<br />
descobrem as boas festas</span></p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Tirando a roupa</span></strong> &#8211; Uma vez em Floripa, aproveite para conhecer o belo litoral. Próximas à Mole, por exemplo, estão Galheta e Joaquina, cada uma com sua vocação. Galheta é a praia do <strong>nudismo</strong>, e que, talvez por ser tão próxima do bar do Deca, também atrai bastante o público gay. Na areia, a paquera é discreta. Mas a trilha que leva até lá é babado puro! Já Joaquina é a praia do surf e uma das mais belas da ilha. As de Brava, Canasvieiras e Jurerê são também ótimas opções para se revezar ao longo do litoral. E não deixe de subir no Morro da Cruz. Lá do alto do mirante, vê-se uma bela paisagem da ilha, que rende lindas fotos.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Deliciosamente urbana</span></strong> &#8211; A ferveção em Floripa é forte, mas não é o único atrativo da cidade. Aproveite também o aspecto metropolitano. À noite, passeie sem pressa pela Avenida Beira Mar e sinta a brisa fresca que vem do oceano. Ou caminhe pela Barra da Lagoa da Conceição, avenida cheia de bares e restaurantes gostosos. Entre eles, o Bistrô Isadora Duncan, que tem clima intimista e decoração caprichada.</p>
<p>Ainda na região da Lagoa, outro programa bacana é a feira de artesanato que acontece todos os domingos. O lugar lota, principalmente ao cair da tarde, e lá se encontram belas bijuterias, objetos de decoração e suvenires. No centro, o Floribar Café Lounge é perfeito para jantar, bebericar e jogar conversa fora. O ambiente colorido e moderno é o cenário ideal para uma noite descontraída, mas menos fervida. Se você gosta de saunas, conheça as termas Hangar e Oceano.</p>
<p>Toda essa magia tem feito de Floripa um destino que cativou uma legião de turistas fiéis. Com seu povo, na verdade, uma estonteante miscigenação bronzeada, sua belíssima costa litorânea e a infraestrutra urbana de boa qualidade de vida, é a prova de que nosso país tem cenários irresistíveis. E gays sabem aproveitar esses paraísos como ninguém. Então, é para começar o ano de 2008 muito bem!</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-size:xx-small;">Foto: www.mixcafe.com.br</span></td>
<td colspan="2"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-size:xx-small;"></p>
<p align="left"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-size:xx-small;">Foto: Gustavo Ranieri / G Online</span></span></span></span></p>
<p></span></span></td>
<td colspan="2"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-size:xx-small;"></p>
<p align="left"><span style="font-size:xx-small;"><span style="font-size:xx-small;">Foto: www.eldivinodobrasil.com.br</span></span></p>
<p></span></span></span></span></span></td>
</tr>
<tr>
<td valign="top">
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071105142616-gtravel122-mix.jpg" alt="" width="185" height="220" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Mix Café, ferveção garantida</span></td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><span style="color:#000000;"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071105164704-gtravel122-concorde.jpg" alt="" width="185" height="220" /><br />
O Concorde Club é um<br />
dos templos gays</span></td>
<td colspan="2" valign="top">
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071105143049-gtravel122-divino.jpg" alt="" width="185" height="220" /><br />
El Divino: em clima de<br />
arena e sedução</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;font-size:x-small;">As principais dicas para conhecer Florianópolis</span></span></strong></p>
<p><span style="color:#ff0000;"><strong><a href="//gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071105154631-gtravel122-mapa-g.jpg','','resizable=no,location=no,menubar=no,scrollbars=no,status=no,toolbar=no,fullscreen=no,dependent=no,width=410,height=590,left=300,top=100'))"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071101195633-gtravel122-12.jpg" alt="" hspace="3" width="210" height="378" align="left" /></a>Informações úteis<br />
</strong></span><strong><br />
</strong>• Florianópolis recebeu no último ano 1,8 milhão de turistas na temporada e 2 milhões no resto do ano. Foi o primeiro ano que a cidade recebeu visitação superior no período fora da alta temporada. Segundo o Secretário de Turismo, Mário Roberto Cavallazzi, isso se deve ao crescente número de eventos que acontecem na cidade.</p>
<p>• A população é constituída por descendentes de portugueses açorianos 60%, italianos 20% e alemães 10%. Os 10% restantes misturam poloneses, russos e espanhóis.</p>
<p>• Não se assuste se ouvir as pessoas serem chamadas de “manezinhos”: é um singelo apelido dos nativos de Florianópolis.</p>
<p>• Coma mariscos quando estiver na ilha. A região é a maior produtora nacional de ostras, vieiras e outros mexilhões, o que garante que eles serão sempre frescos e mais baratos do que em outros estados.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;"><br />
</span></strong><strong><span style="color:#ff0000;"><br />
Outras atrações<br />
</span></strong>• A I União Coletiva Homoafetiva de Santa Catarina acontece dia 28 de dezembro. É um casamento coletivo de 100 casais homo com direito a cerimônia, álbum de fotos, jantar e festa a ser realizado no Lagoa Iate Clube (<a href="http://www.lic.org.br/" target="_blank">www.lic.org.br</a>).</p>
<p>• O Pop Gay acontece durante o carnaval. Reúne 20 mil pessoas no centro de Florianópolis, com DJs em plena avenida e com drags apresentando concursos diversos.</p>
<p>• O Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, no município de Palhoça, a 30 km de Florianópolis, é a maior reserva ecológica do</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="150" align="right">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="right"><span style="font-size:xx-small;">Foto: Divulgação </span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20071101200216-gtravel122-13.jpg" alt="" hspace="3" width="199" height="165" /><br />
Praia de Garapoaba</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>estado e possui uma das mais ricas coleções botânicas do Brasil. Visitas monitoradas e francas. Bromélias estão por todo o caminho.</p>
<p>• Alguns bons destinos, ao norte de Florianópolis, ficam bem perto. Para Blumenau são 2 horas. Sua paisagem, que lembra as cidades alemãs, as compras e um bom chope valem a visita; Joinville está a 1h30 e é uma grande cidade. Já o procurado Balneário de Camboriú está a apenas 30 minutos e possui boas praias urbanas e uma noite bem animada.</p>
<p>• No sul, a 80 km, fica uma região de praias queridas pela turma do surf como as de Garopaba, em especial a Ferrugem, ou as praias do Rosa e a da Vila, em Imbituba. É um circuito de gente bonita, jovem, pousadas charmosas e lugares com boa música.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>São Francisco &#8211; deixe seu coração por lá</title>
		<link>http://www.trilhaseaventuras.com.br/turismogls/index.php/2007/08/sao-francisco-deixe-seu-coracao-por-la/</link>
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		<pubDate>Sat, 25 Aug 2007 15:25:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauricio Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Featured Articles]]></category>
		<category><![CDATA[Roteiros Internacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Parada Gay]]></category>
		<category><![CDATA[São Francisco]]></category>

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		<description><![CDATA[Compacta e cheia de vitalidade, a meca gay do planeta traduz seu charme e sedução nas dezenas de cafés, bares e restaurantes. Some-se a isso uma vida cultural pulsante e muita festa. O resultado é pura diversão! Centro da contracultura nos anos 50 e um dos points hippies mais fortes do mundo na década de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="imgMultitext">
<table class="img-left" border="0">
<tbody>
<tr>
<td class="credito-img"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/gtravel/20070430152323-viajando-116-img1.jpg" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p class="red"><strong>Compacta e cheia de vitalidade, a meca gay do planeta traduz seu charme e sedução nas dezenas de cafés, bares e restaurantes. Some-se a isso uma vida cultural pulsante e muita festa. O resultado é pura diversão!</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p>Centro da contracultura nos anos 50 e um dos points hippies mais fortes do mundo na década de 60,  a charmosa <strong>São Francisco</strong> experimentou uma nova onda pouco antes do início dos anos 70: a vida gay.</p>
<p><span id="more-48"></span></p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="right">
<tbody>
<tr>
<td width="20"></td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501124339-viajando-116-img2.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">Castro: homens de mãos dadas</span></td>
</tr>
<tr>
<td><strong> </strong></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">
</td>
<td>
<p align="center"><strong><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501124446-viajando-116-img9.jpg" alt="" width="189" height="229" /></strong></strong><br />
<span style="color:#000000;">O Golden Gate Park</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Desde então, o movimento não parou. Hoje em dia, São Francisco possui mais homossexuais que qualquer outro lugar dos Estados Unidos. Estima-se que um entre cada cinco homens com mais de 15 anos que vive por ali seja gay.</p>
<p>O título de meca GLS não é por acaso. Foi lá, durante a <strong>Freedom Day Parade</strong>, em 1978, a primeira vez que o arco-íris foi usado como símbolo do movimento gay. Quase 30 anos depois, em fevereiro de 2004, outro marco importante: a cidade foi a primeira nos Estados Unidos a autorizar legalmente o casamento homossexual. A Suprema Corte da Califórnia invalidaria a autorização, mas de nada adiantaria. A partir daí, São Francisco dava sinais de um lugar onde o respeito pelas diferenças de gosto e opção fazem parte da vida real. Habitantes e turistas convivem em plena harmonia. Um território perfeito para vivenciar uma vida gay livre de olhares escandalizados ou gestos preconceituosos. Como toda ação gera uma reação, a cada ano a cidade atrai mais e mais visitantes em busca de um pacote superatraente que inclui variedade de pontos turísticos, clima ameno em torno dos 10ºC o ano todo e uma cordialidade verdadeira.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Pernas pra que te quero<br />
</span></strong><br />
Nada de preguiça. Quem quiser realmente entrar na rotina de um habitante de San Fran, como é chamada carinhosamente a cidade pelos moradores, deve esquecer o carro. O negócio é bater perna e usar os dois meios de transportes característicos: o bonde, um dos símbolos da cidade, e a bicicleta, que também pode ser alugada. Preparamos um roteiro com sugestões de programas para dois dias. Mesmo sem segui-lo cem por cento, ele o levará para conhecer San Fran de cabo a rabo, com direito a lugares que serviram de palco para filmes de cinema e séries de TV.</p>
<p><strong><span style="color:#ff0000;">Primeiro dia</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Comece o dia visitando <strong>Chinatown</strong>, uma das colônias chinesas mais antigas dos Estados Unidos. Há registros de 1848 como o ano de início da imigração, que mantinha os moradores como trabalhadores das estradas de ferro. Aliás, foi na Califórnia – e para os trabalhadores – que surgiu, alguns anos depois, a primeira calça jeans. A região é um dos principais centros de compras da cidade, além de boas casas de especiarias e alimentos exóticos. Nas ruas, as luminárias de dragão, os anúncios de néon e os telhados coloridos garantem a movimentação do local. Alguns cafés reúnem artistas, marinheiros, prostitutas e poetas. Vale conhecer o Tien Hau Temple e a Grant Avenue, com seus famosos antiquários e armazéns.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="left">
<tbody>
<tr>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501115701-viajando-116-img4.jpg" alt="" width="179" height="219" /><br />
Delícias no Orphan Andy´s</td>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501115756-viajando-116-img5.jpg" alt="" width="178" height="219" /><br />
Fachada do Teatro Castro</td>
<td><span style="color:#ffffff;">.</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Siga agora no sentido North Beach, onde está a tradicional <em>delicatessen</em> Molinari’s, que oferece uma espécie de bufê de guloseimas para viagem. O endereço preferido para o consumo desses quitutes é o Washington Park, onde muitos aproveitam para fazer um piquenique. A atração da tarde em North Beach são os cafés. As casas apresentam livrarias e shows de jazz, mantendo o charme da boêmia <em>beatnik</em> da década de 50. O Vesúvio é uma das opções e deve ser visitado sem pressa. Próximo a esse café está a parada do ônibus 39, principal acesso ao Telegraffic Hill e ao Coit Tower. A torre é uma grande homenagem aos bombeiros de São Francisco. São mais de 80 metros de uma construção em estilo <em>art déco</em> concluída em 1937. Dali, você terá uma vista deliciosa da cidade e poderá entender cada canto de SF do alto, incluindo a vista para a Golden Gate, a Pirâmide do Transamérica – arranha-céu preparado para resistir a terremotos –, e a Lombard Street, rua em ziguezague que fica em uma colina muito visitada por turistas.</p>
<p>O passeio de Cable Car é bem característico. O bondinho passeia por vilas no estilo vitoriano e pelos principais pontos turísticos. O bilhete custa 2 dólares (guarde-o, pois ele vale por três horas e pode ser</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="200" align="right">
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<td width="20"></td>
<td>
<p align="center"><strong><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501141516-viajando-116-img6.jpg" alt="" width="224" height="256" /></strong><br />
<span style="color:#000000;">O famoso bondinho da cidade</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>reutilizado) e o trajeto dura cerca de uma hora. A noite chegou. Nada como uma paradinha no hotel para um descanso providencial, certo? Errado. Em San Fran, jantares e baladas começam mais cedo do que no Brasil. Por isso, se o corpo não segurar a onda, opte por fazer a sesta no começo da tarde e se prepare para a gandaia.</p>
<p>Um bom horário para jantar é entre as 20 e 22 horas. Depois disso, a maioria dos restaurantes e bares fecha a cozinha. Nesse caso, vá ao Orphan Andy’s, um pequeno bar com ótimas opções de pratos e lanches, na esquina das Ruas Castro e Market, quase em frente à bandeira do arco-íris. É um dos poucos que funcionam 24 horas. O bairro de Castro reúne as principais casas gays <em>(confira as dicas na próxima página)</em>. Fique atento, pois em toda SF só é permitida a venda de bebidas alcoólicas até as 2 horas da manhã. Depois disso, nada de drinques. Veja a programação de filmes e espetáculos do Teatro Castro, além da decoração clássica e imponente do local. Antes ou depois das apresentações, o ponto mais concorrido é o jardim do Jardinere, com alta culinária francesa e espaço para drinques no balcão ao som de jazz.</p>
<p><span style="color:#000000;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#ff0000;">Segundo dia<br />
</span></strong><br />
Localizado no distrito cultural de <strong>Yerba Buena Gardens</strong>, o <strong>San Francisco Museum of Modern Art </strong>tem a mais abrangente coleção de arte moderna e contemporânea da costa oeste. Inclui artistas da Pop Art, pintores californianos e nomes como Matisse, Salvador Dalí, Max Ernst, Frida Kahlo e Diego Riviera. Um dos mais lindos e contemporâneos museus do mundo, custou cerca de 60 milhões de dólares aos cofres públicos e muita polêmica por ser considerado deficitário. Fique atento, pois o espaço não abre às quartas-feiras. </span></span></span></p>
<p>Depois, faça um passeio no <strong>Yerba Buena Gardens</strong>, compras no Museum Store ou um <em>brunch</em> no Caffe Museo. Aproveite que está muito perto do distrito financeiro e dê um pulo no Embarcadero, espaço totalmente reconstruído depois de um terremoto, em 1989. São seis quadras repletas de praças, lojas, restaurantes e cinemas. Prepare-se para as vitrines da <strong>Gucci, Tiffany, Niketown, Macy’s e Armani</strong>. A Union Square, importante roteiro da moda, fica entre as Ruas Geary, Poweel, Stockton e Post. Devaneios controlados, hora de visitar a região portuária, que faz do Armazém Lulu um destaque na culinária de pescados. Seguindo o clima marítimo, o Fisherman´s Wharf é uma região de compras de pescado e exposições de animais empalhados. Nos fins de semana, fica lotado de turistas que visitam o Aquário de SF, entre outros lugares. É do Fisherman’s Wharf que saem as balsas para Alcatraz, a cadeia desativada que já foi tema de vários filmes e abrigou o mafioso <strong>Al Capone</strong>.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1" width="100%">
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<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501131052-viajando-116-img7.jpg" alt="" width="154" height="209" /><br />
A monumental Coit Tower</td>
<td></td>
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<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501131129-viajando-116-img10.jpg" alt="" width="230" height="209" /><br />
Vista do ex-presídio de Alcatraz</td>
<td></td>
<td>
<p align="center"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501133440-viajando-116-img8.jpg" alt="" width="180" height="209" /><br />
O ziguezague da Lombard Street</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Hoje, Alcatraz é um museu visitado por 1,2 milhão de pessoas por ano. É melhor reservar a visita à ilha com pelo menos duas semanas de antecedência. O passeio custa 15 dólares. O <em>tour</em> é narrado por ex-presidiários e guardas e dura cerca de uma hora.</p>
<p>O símbolo da cidade é a ponte Golden Gate. Ela é uma das estruturas mais reconhecidas por engenheiros e arquitetos de todo o mundo. Terminada em 1937, foi  por muitos anos a maior ponte do mundo. Chegue ao seu ponto de observação antes das 17 horas, para aproveitar a luminosidade. Depois disso, os flashes não dão conta de boas imagens.</p>
<p>Um jantar inesquecível em São Francisco acontece na <strong>Cliff House</strong>. A construção de 1909, que abriga hoje o restaurante, está na sua terceira versão. A “Casa do Penhasco” tem estilo neoclássico e mantém um menu requintado, literalmente à beira do penhasco, com uma das melhores vistas de São Francisco. Depois disso, é hora de começar a noite. Para garantir a diversão, siga para o Castro e aproveite para conhecer alguns dos bares daquela região. É sempre um bom ponto de partida para algo mais.</p>
<p><span style="color:#ff0000;"><br />
<strong>Você sabia?</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="color:#000000;">• São Francisco sediou o encontro que criou a Organização das Nações Unidas (ONU) em 1945. </span></p>
<p>• Desde 2004, uma lei municipal proíbe o fumo em qualquer espaço público dentro dos limites da cidade.</p>
<p>• Antes da corrida do ouro, em 1848, menos de 50 pessoas viviam em São Francisco.</p>
<p>• A maioria das casas noturnas fecha às 2 horas, mesmo horário de encerramento de venda de bebidas alcoólicas. Nos fins de semana há clubes que permanecem abertos até as 6 horas da manhã – principalmente na região do South of Market. O melhor destes é o The End-Up, com um ambiente eclético e espaço ao ar livre para fumantes.</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td valign="top" bgcolor="#ffcc99">
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="5" width="95%" align="center">
<tbody>
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<td><span style="color:#000000;"><strong><span style="color:#ff0000;"><img src="http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/imagens/geral/20070501113332-viajando-116-img3.jpg" alt="" hspace="8" vspace="5" width="160" height="222" align="left" />FERVEÇÃO PARA TODOS<br />
</span></strong></span><br />
<span style="color:#000000;">O ator Alistair Kenworthy, do elenco do musical <em>The Rock Horror Show</em>, sabe tudo sobre o trepidante roteiro gay da cidade. De um point de nudismo na área da Golden Gate até um <em>club</em> freqüentado por quem adora homens negros, Alec, como os amigos o chamam, mostra toda a ferveção da cidade:</p>
<p><strong>São Francisco é uma das principais referências gays entre as cidades do mundo. Você concorda com isso?<br />
</strong>Sim, a cidade é famosa nesse sentido e eu concordo. São Francisco tem se mantido, por muitos anos, como referência para homens e mulheres gays. Os anos 60 e 70 presenciaram uma mudança enorme na opinião pública, e a comunidade GLS de todo o mundo passou a ver SF como um lugar de liberdade e igualdade. Era – e ainda é – um destino para ser visitado se você é gay. A receptividade e o caráter sem preconceitos de todos fazem daqui um lugar amável.</p>
<p><strong>Quais os seus programas preferidos em SF? O que há de melhor para fazer de manhã, durante a tarde e à noite?</strong><br />
Para a manhã, sugiro um café com <em>croissant </em>ou <em>muffins </em>em um dos muitos cafés da vizinhança. Prestar atenção nos belos meninos que passam na calçada, apreciando um bom café, é uma das melhores coisas a fazer. A programação da tarde depende do tempo. A Ocean Beach reúne um público misto, também composto por famílias. Próximo à Golden Gate Beach há espaço para nudismo, com paquera na areia – que pode chegar a algo mais sério por ali mesmo. Outro passeio inclui os belos jardins do Golden Gate Park, onde está o Young Museum. As noites obviamente são no Castro! Há bares para todos os gostos no bairro. O Twin Peaks também é conhecido como “caixão de vidro”, pois é por lá que os homens mais velhos circulam. O The Cafe é um bar com pista variada. Gays e lésbicas dançando juntos ao som de ritmos diferentes a cada dia. O The Bar on Castro é o mais moderno e agrada principalmente aos mais jovens. Daddies é um <em>leather bar</em>, com os freqüentadores abusando no couro. O The Pendulum está sempre em renovação. É freqüentado sobretudo por negros – ou por quem quer conhecê-los. The Badlands é o ponto de encontro de jovens que requebram sem camisa durante todo o fim de semana. No início da noite, é muito cheio. Para os mais aventureiros, há vários bares na região do South Market. Lá estão os ursos, <em>dark rooms</em> e muita gente uniformizada.</p>
<p><strong>Qual o seu lugar favorito para comer?</strong><br />
Gosto do restaurante Home, na Market Street. No fim da noite temos o Orphan Andy’s e o café Bagdag.</p>
<p><strong>Pela diversidade de atrações, Castro é o melhor lugar para os gays se hospedarem em São Francisco?<br />
</strong>Nas redondezas do Castro há relativamente poucos espaços para hospedagem. Vale procurar na região central, cujo acesso ao Castro, de táxi, leva cerca de dez minutos e custa 10 dólares.</p>
<p></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
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